Acerca de…

Este é um quintal pessoal, em que o titular da matriz se reserva o direito de cultivar as suas opiniões e não as de outros. Apesar de ter o portão aberto a tod@s @s amig@s e curios@s, agradece-se que ninguém estrague voluntariamente o terreno, sob pena de ser fustigad@ com “órtigas”.

18 thoughts on “Acerca de…

  1. DESCONGELAMENTO E 600 MILHÕES: FALEMOS CLARO, EM 7 PONTOS

    Esta questão tem muitas componentes: vejamos, de forma incompleta mas breve, uma coisa de cada vez.

    1 – Quanto custa? 600? 450? 800? É imperioso que se chegue a um número verdadeiro e único. Só com um valor aceite por todos pode ser um princípio de negociação. Está-se a partir de um número político (600 milhões) o qual não está a ser contestado nem explicado, de forma clara, pelos sindicatos ou pelo governo, incluindo o pagamento durante várias legislaturas.

    2 – Há DESINFORMAÇÃO posta a circular pelo PS. Não há pedidos de retroativos em nenhuma reivindicação. São ordenados em atraso e já inscritos em OE para 2018. O PSD ganha terreno, ao centro, influenciando os eleitores. O PCP vai a reboque, de tanto querer ir à frente.

    3 – As grandes federações sindicais foram ultrapassadas, mais uma vez, agora por um pequeno sindicato. Admitamo-lo. Eu pertenço à FenProf, há trinta anos. Já critiquei e fui bem recebido. Critico de novo: a Fenprof e a FNE foram lentas. Fui obrigado, por mim mesmo, claro, a assumir uma greve bem colocada no tempo contra uma outra marcada para depois de 18 de junho…

    4 – Aceitar 1 terço do descongelamento não é capitulação. É preciso manter o governo comprometido publicamente, com mais uma obrigação. Faltarão 2 terços. Ė preciso que a pressão se mantenha, em 2019. Isto, sem aumentar uma décima a dívida. Aplicar o mesmo raciocínio noutras situações pode ser um bom princípio.

    5 – A opinião pública tem de ser inundada por esta ideia: o governo ignora artigos aprovados em plenário do parlamento, despreza as resoluções aprovadas em plenário do parlamento. O que fará se obtiver maioria absoluta?

    6 – Os atuais timings políticos (exames, férias, início de ano letivo) desembocam num evento em setembro/outubro: a votação do OE-2019. Querem os professores (e outras classes em situação semelhante) ser arma de arremesso e moeda de troca? Aceitamos ser reféns da conjuntura? Andar ao sabor das diferentes vontades partidárias interessadas em ganhar espaço político? O BE e o PSD, por razões distintas e com métodos diferentes, procuram influência, boa imprensa e, portanto, estão à caça de votos.

    7 – A opinião publicada tem de ser verdadeira: um professor não tem um ordenado de privilégio. 1000 líquidos em princípio de carreira. 1200 com 20 anos. 1600 com 30 anos (valores aproximados). Como qualquer funcionário público técnico superior. Sim, a progressão na carreira precisa de ser repensada. Quando tudo estiver pago.

    “Palavra dada, é palavra honrada”, disse António Costa, primeiro-ministro de Portugal.

    Mário Furtado

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    “Rio volta a defender a redução de impostos e quer reintroduzir a avaliação dos professores.”

  3. Os avaliadores externos são coagidos a avaliarem os colegas sem terem remuneração.
    Os agrupamentos de escola não cumprem a lei, não pagando horas extraordinárias por esse sobretabalho extra (uma vez que os avaliadores externos têm um horário de 35 horas semanais).

  4. Os avaliadores externos são coagidos a avaliarem os colegas sem terem remuneração.
    Os agrupamentos de escola não cumprem a lei, não pagando horas extraordinárias por esse sobretrabalho extra (uma vez que os avaliadores externos têm um horário de 35 horas semanais).

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