Levam Tau-Tau, Menin@s Esquecid@s!

O emoji vem mesmo no original do “convite”… a dar a entender que não se entende como não se inscreveram em formação tão apetecível.
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De: Direção-Geral da Educação <dge@dge.mec.pt>
Date: quinta, 13 de fev de 2020, 14:26
Subject: Seminários “Líderes Pedagógicos num Processo AFC – Nível II” – Convite
To: ***************
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Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

No seguimento do email infra, remetido por estes serviços em 06-02-2020, tendo-se verificado que V. Exa. não procedeu à sua 🤔inscrição no Seminário em apreço, relembra-se de que poderá fazê-lo ainda no dia 13 de fevereiro de 2020, em http://area.dge.mec.pt/amdc-lideresII-porto.

O formulário eletrónico (link acima indicado) disponibiliza a possibilidade de o Seminário em apreço se assumir como Ação de Curta Duração (ACD).

Mais se informa que a inscrição nas ações de formação pressupõe o registo prévio no Portal de Gestão da Formação da DGE. Caso ainda não se encontre registada queira, por favor, aceder a:

http://formacao.dge.min-educ.pt

e preencher o formulário eletrónico a que tem acesso, após selecionar Novo Registo (como formanda) na janela de autenticação.

Para outros esclarecimentos sobre o registo e/ou inscrição na ACD, poderá contactar a secção de formação da DGE, através do endereço eletrónico: formacao@dge.mec.pt.

Com os melhores cumprimentos,

A Chefe de Equipa de Acompanhamento e Monitorização do Desenvolvimento Curricular

Cristina Palma

Eis o mail infra;

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Dando continuidade aos momentos de reflexão conjunta sobre o desenvolvimento da autonomia e a flexibilidade curricular nas escolas, realizados no âmbito dos Seminários, sob o tema geral “Líderes Pedagógicos num Processo de Autonomia e Flexibilidade Curricular,  e que mereceram um avaliação muito positiva por parte dos participantes, convida-se V/ Exa. a participar no novo ciclo de 4 Seminários – Nível II (cf. quadro infra), dinamizados pela Direção-Geral da Educação (DGE), a realizar entre fevereiro e maio de 2020.

Para participar no Seminário 1 – A Gestão da Mudança: Desafios e oportunidades para a transformação das Escolas – Turma 1 Porto, deverá proceder à sua inscrição até ao dia 13 de fevereiro de 2020, em http://area.dge.mec.pt/amdc-lideresII-porto. Caso assim o pretenda, poderá solicitar que a frequência dos Seminários seja considerada como Ação de Curta Duração (ACD) para efeitos da respetiva certificação, no momento de inscrição, e a partir do formulário eletrónico disponibilizado. Salienta-se que a inscrição na ACD apenas será possível se se encontrar registado na plataforma de formação da DGE. Para outros esclarecimentos sobre o registo e/ou inscrição na ACD, poderá contactar a secção de formação da DGE, através do endereço eletrónico: formacao@dge.mec.pt.

FormaLider

Mais se informa que as inscrições para os próximos 3 Seminários terão lugar individualmente, através do preenchimento de um formulário eletrónico próprio que será enviado oportunamente por mensagem eletrónica.

Contamos com a V/ presença e participação ativa.

Com os melhores cumprimentos,

A Chefe de Equipa de Acompanhamento e Monitorização do Desenvolvimento Curricular

Cristina Palma

 

Sábado

Manhã em acção de formação sobre partilha de saberes entre várias áreas disciplinares. Conferência de abertura sem especiais novidades mas agradável e sensata de Marçal Grilo, com a qual só discordei em um ou dois pontos, sendo que no de maior divergência julgo que seja por estarmos em 2020 e não em 1995. Seguiram-se duas outras intervenções que não é correcto estar por aqui a comentar no conteúdo, embora eu goste de ser picuínhas em alguns aspectos de forma. Se vamos a uma iniciativa de um centro de formação, com um tema central, não me parece – coloquemos a coisa assim – cortês ou de bom gosto apresentar em todos os slides uma das versões da tarja da propaganda da “Autonomia e Flexibilidade Curricular”, até quando esse não era – repito – o tema em discussão. Só faltou o hino ao “Perfil do Aluno”. Vou acreditar que foi distracção e que, como outra pessoa no passado, esta também trabalhou “em cima” de um documento anterior e não teve o tempo ou engenho para mudar a estrutura da apresentação. Qualquer das alternativas é pior.

PAFC Logo

(como até se falou em “frustração” e “amargura”, é bem verdade que se fica um pouco frustrado quando nos dão hamster por zibelina)

 

Se For Em Azeitão É Mais Chique?

Porque eu estava convencido que a Boa Água ainda ficava na freguesia da Quinta do Conde (concelho de Sesimbra). Ao que parece na área das competências, a orientação geográfica não é prioritária. É no que dá excesso de GPS.

Ou então fica mesmo em Azeitão, o que explicaria muita coisa.

A imagem é retirada do perfil do ME no Twitter em publicação do passado sábado a partir de uma notícia da RTP. Curioso. Ou não.

BoaÁgua

Ok… está-se a falar de uma escola do 1º ciclo, sem provas finais que, se é a que penso tem pouco mais de 120 alunos e 5 turmas. Quando se passa pelo Infoescolas verifica-se que as coisas são um pouco diferentes, em especial do 3º ciclo, mas não vou desenvolver muito o tema, pois poderá parecer um “ataque” a um agrupamento, quando é apenas um mini-desmontagem de uma estratégia de propaganda articulada em que o ME protege e projecta as suas escolas pipis e os seus comissários político-pedagógicos, nem sempre apresentando o quadro completo da realidade.

E quando se fazem figuras tristes, contra-ataca-se com reportagem a preceito.

O Melhor Ano No Melhor Dos Mundos

Até a cobertura dos incêndios que infelizmente voltaram é feita de modo maneirinho, que a Cofina andou a comprar a Media Capital e a Impresa não se mete nisso se não for por causa das audiências. A imprensa está quase toda amarradinha pela falta de receitas e está disponível para ALD em troca de umas mega-conferências sobre Portugal “Empreendedor” ou “de Sucesso” se forem com patrocínios dos grupos que funcionam num monopólio praticamente igual ao dos tempos em que eram empresas públicas. Basta ver os “painéis” que arranjam para dar “debater” os debates ou outras coisas igualmente inúteis.

Na Educação, as “organizações” estão controladas, O pai Ascenção diz que está tudo bem, mesmo que existam turmas inteiras sem manuais, escolas sem funcionários e conselhos de turma a arrancar a meio gás por causa das regras da contratação só depois do início do mês. O colega director Filinto diz que há dois anos que andamos nas nuvens, com esta ou aquela mais escura (a dos funcionários, a dos meios informáticos) e que a flexibilidade é a coisa mais autónoma que se viu nas escolas. Em caso de necessidade, saca-se de um “especialista” do grupo actualmente dominante no CNE, para explicar-nos como estamos finalmente no século XXI em termos pedagógicos. Pelo país, os “consultores” dirão que os planos municipais, intermunicipais e transmunicipais são o nec plus ultra do combate ao insucesso e abandono, numa perspectiva de descentralização das verbas que ajudam a gastar. Em caso de mesmo extrema necessidade ressuscita-se o actividade Israel Paulo para nos confirmar que os contratados nunca estiveram mais felizes.

Será que, pelo contrário, está tudo mal? Não, mas enjoa ver a forma como tudo parece coberto por um manto diáfano de extrema felicidade, sucesso e com o futuro já aqui. Enunciam-se maravilhas que se demonstram com o argumento de serem auto-evidentes e óbvias (o livro dos dois JC é quase por completo escrito assim) ou acusam-se quaisquer críticos de aleivosias diversas, da calúnia e do atentado à honra (os dois gajos da Educação são uns queixinhas nessa matéria) à subliminar insinuação de se ser um cripto-fascista pedagógico que espanca crianças nos tempos livres (especialidade de uma figuras que andam de ego enfunado por se verem reflectidos em decretos e despachos diversos).

Se algo falha é por falta de formação dos professores ou escassa liderença de algum@ director@ mais renitente.

O sol nasceu para todos, mas há quem seja mais suíno do que os outros suínos.

Majestic sunset in the mountains landscape. HDR image

3ª Feira

Hoje é dia de feriado lá por onde dou aulas (e cresci) pois é uma das duas semanas do ano em que a bezerrada de duas e quatro patas marca encontro para marrarem entre si, culminando quase sempre com umas ambulâncias a levar alguns de duas patas para as urgências mais próximas. O que quer dizer que posso descansar da reunite aguda dos últimos dias quase úteis.

O chato é que fica algum tempo para ver as notícias e aturar o shôr ministro da Educação na televisão, qual MLR, a anunciar uma “festa” para o início do ano lectivo, tudo entremeado com aquelas “verdades técnicas” que lhe mandam dizer com base no guião (do género “70% dos vouchers foram resgatados ou emitidos”) e mais umas vacuidades típicas de campanha eleitoral, com basbaques atrás a querer ficar na fotografia. Só faltou explicar porque ontem não foi visitar a escola como tinha agendado, preferindo uma digressão pelas manhãs da Cristina Ferreira, onde nem sequer se prontificou para fazer umas papas de sarrabulho.

Mas isso agora não interessa nada, porque há “festa” no roseiral.

Festa

 

O Legado Do Ministro, Desculpem, Secretário Costa

João Costa parte de secretário, mas deixa-nos o seu pensamento em forma de livro (em co-autoria com ou “professor-político”) que não de prática governativa. Talvez se ousasse ir a ministro pudesse transformar o Verbo em Coisa.

«A disputa é antiga e disparatada.» O secretário de Estado da Educação João Costa e o vice-presidente da Câmara de Almada João Couvaneiro discordam da dicotomia entre conhecimentos e competências que divide o sistema de ensino em Portugal. Profundamente ligados à docência, os dois autores explicam no livro Conhecimentos vs. Competências o porquê destes conceitos serem indissociáveis e imprescindíveis para o futuro da educaçãoA obra, editada pela Guerra e Paz, chega às livrarias de todo o país na próxima terça-feira, dia 3 de Setembro.

«Não há competência sem conhecimento. O conhecimento é a base sobre a qual tudo se constrói e, por isso, ninguém razoável o rejeitaria.» João Costa, actual secretário de Estado da Educação, e João Couvaneiro, vice-presidente da Câmara Municipal de Almada e professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, não têm dúvidas quanto à indissociabilidade de competências e de conhecimentos na aprendizagem de crianças e jovens.

Os dois docentes defendem no livro Conhecimentos vs. Competências: Uma Dicotomia Disparatada na Educação que chega às livrarias nesta rentrée, um sistema de ensino apoiado na inclusão, na avaliação para além da memória e na cidadania em detrimento do que entendem ser uma falsa e disparatada dicotomia que divide os alunos entre o «horror ao conhecimento» e a falta de competências. 

Sem barreiras, para além dos muros da escola. Um livro que apresenta o declínio das estratégias de aprendizagens utilizadas na escola de hoje e propostas concretas para o futuro da educação. A aprendizagem personalizada, baseada em problemas reais ligados à experiência quotidiana dos alunos.  Para alunos, pais, professores, decisores políticos, mundo empresarial.

arauto em desenho