Rodriguices – Maurício Brito

Complementando de forma muito atenta o que escrevi mais abaixo, o Maurício foi em busca da faceta “empreendedora” do Arbusto de Alá e deu com a sua relação muito estreita com a teta do Estado. Claro que @s colegas de programa, tão distint@s, nunca o confrontariam com a hipocrisia. Como já escrevi, em gente desta não se bate com processos, que é o território onde eles ganham créditos junto dos amigos, bate-se é com a verdade de serem uns chupistas que levam do Estado muito mais do que qualquer professor.

O Arbusto De Alá

Rodrigo Moita de Deus pelo próprio. Em tempos ainda lhe achava graça, como tardio marialva beto. Em 2017, quando considerou que os professores eram miseráveis, achei mais interessante ir ver como este empresário pretensamente liberal vive encostadinho ao Estado (sem amigos na Câmara de Cascais, o que seria dele? a avença da RTP3 não deve ser assim tão grande…) para facturar. Os tempos finais do passismo foram-lhe de feição, até que em 2016 mudou de ares.

É por aqui que lhe devem fazer chegar o fogo… um gajo cuja caixa tilinta praticamente só à conta do Estado. Mesmo enquanto ele estava lá pela Next Power onde é que chuchava a sério? No Estado, o grande liberal. Mas agora é Acting CEO at APCC – Associação Portuguesa de Centros Comerciais. Uau!

Quanto ao resto… não adianta chamar-lhe mentiroso (eu sei, já lhe chamei isso há muitos anos, quando sozinho conseguia ter mais leitores do que o “colectivo” de betos armados ao pingarelho) que é dos que não se envergonha e ainda goza com quem fica irritado com as verdades alternativas. Aliás, o que fazer de alguém que diz (claro, não foi ele que escreveu) o seguinte:

Rodrigo publicou o seu primeiro livro aos 23 anos, “Será que as mulheres ainda acreditam em príncipes encantados?[18] um grande sucesso que integrou o Plano Nacional de Leitura português. Aos 25 anos publicou “O Vigarista: o homem do ano”,[19] um romance que antecipava, em 2003, complexas ligações entre negócios e política no início dos anos 2000.

Agora Já Quase Ninguém O Conhece

Levaram anos nas televisões e jornais a elogiar-lhe a obra, pois nada como ter deputados, (ex) governantes, autarcas e mesmo juízes ou futuros czares das comemorações de Abril como comentadores desportivos. Outros a pedir-lhe bilhetes e lugares vip. Pelos vistos, confirma-se que a nossa elite política é dos grupo mais mal informados da população.

Olhem-me Este Cromo!

A apontar o dedo, logo ele, um homem impoluto em matéria de pós-verdade.

Albino Almeida aponta o dedo à “desinformação” nas redes sociais, onde, diz, é possível “mentir sem que haja edição” e sem que os destinatários saibam qual a origem da informação.

Erro Lamentável Ou Procedimento Totalmente Habitual?

Alguém mente e percebe-se claramente quem é. Porque se era procedimento comum em 2019, não se pode agora dizer que é um erro lamentável ou atirar culpas para uma lei de 1974 descoberta a preceito. Isto cheira tanto a “ranço” que até enjoa.

“Não podia ter acontecido”. Fernando Medina pede desculpa por “erro lamentável” da Câmara de Lisboa

Perante o protesto e o pedido de esclarecimento dos ativistas, o gabinete de Fernando Medina explicou que “avisar as embaixadas dos países” era um “procedimento totalmente habitual” e apresentou ainda outros exemplos.

Claro Que Não! Como As Rosas, Eles Aparecem-lhe No Regaço!

Pedro Adão e Silva explicou que vai suspender o vínculo ao ISCTE para se dedicar a tempo inteiro às tarefas de comissário executivo das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. E revelou que já não é militante do PS

(e também vai prescindir das avenças mediáticas?)

Agora Já Querem Mudar…

a “matriz de risco”, porque estará desactualizada. Atendendo que os casos estão a aumentar com menos testagem, a “desactualização” da dita matriz seria maior há uma semanas e ninguém a mudou. Só que agora se trata de Lisboa e quem se mete com o turismo do Medina, já sabe que leva.

A norte, Rui Moreira também parece alinhar no “já vale tudo”, desde que os cámones tragam dinheiro e façam compras.

Assim, não haverá imunidade de grupo que aguente.