A Tolerância Inclusiva

Parece que após o post da “marca branca” (o template deste quintal não engana!), acumulando com alguns reparos resultantes da minha “imaginação sociológica”, o David Rodrigues decidiu ter a atitude que se impõe em alguém que aprecia o debate no século XXI e desamigou-me no fbook. Está no seu direito, pois eu também “desamiguei” um par de pessoas aqui no blogue. Só que eu nem sou um tetraneto bastardo do Modelo Único da Inclusão nem um dos maiores defensores da tolerância e da flexibilidade. Se ainda consigo meter-me under their skin é um bom sinal. Quer dizer que ainda lhes resta alguma sensibilidade e há uma réstia de esperança de bom senso. Eu proponho desde já a criação de um Perfil do Professor da Escolaridade Obrigatória, com referência incontornável à cor de cada um, que é para se poder aferir da sua qualidade e adesão à nova grande fé.

Já agora… prometo post sobre alguns dos “conceitos” paródicos que usei na troca de comentários (Modelo Único de Inclusão, Cortesãos Inclusivos e Círculo Interno do Poder ou algo parecido) de há uns dias e que foram correctamente classificados como “imaginação sociológica”. Alguns são mesmo bué divertidos e retratam até melhor a realidade que vivemos do que alguma “sociologia dos tadinhos”.

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(também poderei discorrer sobre o conceito tolerante e inclusivo de “dor de corno”, mas… o seu a seu dono…)

Não Sei O Que Esta Senhora Toma, Mas Dá Uma Grande Moca!

Do que está a falar a titi Stilwell? É que ela só tem mais um punhado de anos do que eu e já está senil? Mas que escolas é que fecharam por causa de que greve, ó santa senhora?

Leio a notícia de que o sindicato dos professores STOP vai prolongar o pré-aviso de greve que abrange todos os funcionários das escolas por (pelo menos) mais duas semanas, a somar às últimas duas em que algumas escolas já estiveram encerradas vários dias. Vem somar-se a uma outra greve que já paralisou algumas escolas desde o início do ano letivo, sim, este que começou há pouco mais de um mês. E não será, obviamente, a última.

Em termos práticos, isto significa que os pais vão continuar mais quinze dias (pelo menos) a diariamente preparar os filhos para a escola, arrastando-os na corrente caótica das manhãs até um portão, que tanto pode estar aberto como fechado. Nunca se sabe, ou melhor, suspeita-se, porque estranhamente estas “causas” encontram mais adeptos às sextas e às segundas-feiras.

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