Deve Ser Uma Questão De “Percepção”

Maria João Brito diz que país está a viver uma “situação de catástrofe” e apelou à vacinação de todos os idosos, “os que morrem”.

Sabem O Equivalente A 218 Mortes Nos E.U.A.?

Para quem sabe fazer contas (não falo de economistas duques ou dromedários curiosos), dá quase 7.200. A média da última semana foi um pouco superior a 3.300.

No Brasil seriam mais de 4.500 (a média foi inferior a 1.000).

No Reino Unido seriam mais de 1.400 (a média a sete dias anda um pouco acima de 1.100). Mas por lá estão há duas semanas “fechados”, sem conversas de postigos.

(e o homem ainda tem a lata de se pôr de peito feito, qual capitão do Titanic?)

Entretanto, Em Washington

O Capitólio é invadido por encapuzados, na sequência de uma manifestação convocada por um Trump em delírio e a fazer tudo para travar a confirmação dos votos do Colégio Eleitoral que confirmam Biden como novo Presidente. No dia em que as eleições na Geórgia tiraram o controlo do Senado aos Republicanos.

A resposta de Biden que, lamento muito que exista que ache que são todos iguais, é alguém de uma cepa muito diferente do arruaceiro do Twitter.

É Uma Lista Em Construção

Tenho mais um punhado de concelhos para a troca, ou para acumular à lista do STOP. Aveiras, Barreiro, Lamego… em Lisboa e no Porto são mais, em especial Secundárias. Resta saber se alguém no ME se interessa vagamente por isto ou se apenas lhes interessa que seja gente da sua cor ou que flexibilize muito. E em alguns casos, a ordem para calar vem de gente muito democrata, tolerante, anti-Chega e antifascista e tal.

«Escolas em concelhos de risco extremamente elevado não cumprem orientações da DGS», alerta sindicato

Phosga-se – Série “PHOSGA-SE!!!”

As situações que tenho publicado sobre as reuniões presenciais são quase sempre transcrições das mensagens que me foram enviadas, das quais omiti a escola/agrupamento e, obviamente, @ remetente. Não há qualquer “exagero” ou “invenção”. Infelizmente, a realidade ultrapassa com frequência o pior que se pode imaginar.

Como a situação que em seguida fica exposta por um@ coleg@ sobre a forma como as coisas estão a ser “tratadas” na sua escola por um director que até é da “nova vaga”. É daqueles que prende depressa como instalar a tal “lei da rolha” na base da ameaça directa a quem desalinhe. Isto é mesmo muito grave até em termos de saúde pública mas, obviamente, as pessoas têm medo, até porque sabem que as direcções têm as costas mais do que protegidas pela tutela e pelos seus comissários políticos.

Olá Paulo, no meu agrupamento o diretor só nega informação dos casos positivos. Não estamos autorizados a dizer aos pais se há profs ou alunos infectados. Ele quer dar a ideia de que tudo é muito seguro.

E eu pergunto: “Então se forem alunos para isolamento, como se explica?”

Não vão, só vai o prof se tiver infectado. A turma continua. E há turmas que foram para isolamento e os profs não foram, O meu director só nega informação. E quem falar tem processo disciplinar. Ele já ameaçou vários colegas com processo disciplinar (…) Mais, se eu quiser não posso ligar para o delegado de saúde. Só ele pode. Pois…. Está-se mesmo a ver…

E há outros detalhes, até porque coloquei algumas questões sobre o tempo de permanência no cargo desta pessoa, o agrupamento, se havia casos confirmados entre os professores (existem… mas não podem ser divulgados), etc. E tudo isto me arrepiou bastante. Até porque fui em busca do nome da pessoa à página do agrupamento (tem muita informação em falta), mas um tipo de História desenrasca-se facilmente e lá dei com prosas do ex-colega, actual director plenipotente, que certamente terá esquecido aquelas páginas de prosas tão “sensíveis” que em outros tempos fazia publicar com descrições comovente do seu quotidiano. Ou já gastou toda a sensibilidade ou então é dos que acha que com ele vai tudo metido na ordem.

Phosga-se – Série “Não Há (Quase) Palavras”

Tenho observado publicações cada vez mais do domínio da pura paranóia destes grupos “pela verdade”. Tenho evitado a divulgação, pelo efeito amplificador, mas a bem da “verdade” é preciso que se tome consciência deste pessoal que se distingue, em algumas situações quotidianas, pelo ar de alucinada agressividade. A filiação ideológica é mais do que evidente naquela corrente que nos E.U.A. é alimentada pelo Alex Jones do Infowars e cinicamente alimentada no plano internacional por figuras como o Steve Bannon. Por cá, enfim, é uma coligação muito beta de gente que parece bastante desocupada a vários níveis e que gosta de exibir um tom intimidatório e umas pseudo-pulsões para o martírio cívico (do género “que me levem pres@”, mas depois nem arriscam um tusto em conformidade).

Estranhamente, tirando uma peça da TVI, a comunicação social tem deixado estes grupos no limbo, como se não existissem. O problema é se passarem mesmo a algo mais do que diatribes descabeladas nas redes sociais.