Está-me A Escapar Um Título Adequado Ao Que Penso Disto

António Costa afirma que “O país não pode viver capturado pelas carreiras especiais” e tem razão. Deve ser capturado pelos próprios governantes, família, amigos e conhecidos.

Contratos celebrados por ajuste direto terão representado para a empresa da ministra da Cultura um encaixe na ordem dos 39.500 euros.

Mas se formos ver bem, nos últimos anos os ajustes directos valeram bem mais do que isso.

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Ganhar À Conta Dos Prejuízos Causados

Ex-diretor do BES ganha mais um negócio do Novo Banco

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Um dos negócios de venda de ativos tóxicos do Novo Banco fechado nos últimos dias foi intermediado pela Finsolutia, uma empresa de Nuno Maria de Faria Espírito Santo Silva, antigo diretor de recuperação de créditos do banco, ex-administrador da ES Capital e membro da família Espírito Santo. A mesma empresa já faz parte de um consórcio que, desde o ano passado, gere milhares de imóveis do antigo Banco Espírito Santo (BES).

Na última semana, foi anunciada a venda de duas carteiras de ativos tóxicos a grupos norte-americanos. Num dos negócios, estava em causa a venda de uma carteira de imóveis detido pelo Novo Banco com o nome “Projecto Sertorius”. Chegaram à fase final dois candidatos – os grupos Cerberus e Bain.

Contudo, cada um desses grupos associou-se a uma empresa de gestão de créditos com presença em Portugal, que funcionaram como intermediários. E que, no caso do consórcio vencedor, a empresa portuguesa irá funcionar como ‘servicer’, ou seja prestará os seus serviços na tentativa de recuperação dos créditos comprados.

Lama

Notícias Do Pântano

Ao fim de um mandato é sempre o mesmo. A ganância sente-se impune.

Negócios com o Estado. Os 45 contratos da polémica valem 3,8 milhões

Empresas do pai, da mãe, do irmão e da própria ministra da Cultura fizeram contratos com o Estado

IPSS continuam a não prestar contas

Mais de um terço das Instituições Particulares de Solidariedade Social continuou a não prestar contas ou a apresentá-las com atraso, de acordo com a auditoria da Inspeção-Geral de Finanças.

Há um “apagão” de informação nas Finanças

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Quis Efeitos “Retroactivos”, Colocar o “Relógio A Funcionar Para Trás”

Nada disto espanta, nada disto é fado, apenas falta de vergonha, clientelismo, só faltando o “boca negra” Carlos César vir explicar-nos que tudo isto não é assim, é conspiração.

As regras eram claras: só podiam ser aprovados subsídios para obras que não estivessem concluídas. Mas a coordenadora do PS para a área do turismo arrecadou mais de 275 mil euros destinados a projectos turísticos que já estavam prontos e a funcionar. Num dos casos há dois anos.

rapatachos