5ª Feira

Um dia bom – como qualquer outro – para ler prosa equilibrada de António Nóvoa sobre o passado, presente e futuro da Educação, sendo que é esse equilíbrio (saber e bom senso) que faltam a alguns dos seus auto-proclamados delfins ou pretensos herdeiros das suas ideias. Vem no JL/Educação deste mês e sempre nos lava os olhos dos revolteios ou fundamentalismos de algumas figuras que por aí andam e confundem o destaque transitório, graças à proximidade com o poder d’agora, com outra coisa, não percebendo a sua evidente menoridade. Ao ponto de, quase por certo, nem perceberem quando está a ser feita crítica directa ao caos em que transformaram a Educação. Pior que o caos, só quando ao papagueio de chavões inclusivos e colaborativos correspondem práticas de sentido único.

Os Meus Álbuns

For God’s sake, burn it down.

É assim que começa, depois de sintonizada a telefonia, embora não faça parte da letra oficial. Um início brilhante para um álbum muito especial do qual gosto mais agora do que há 40 anos.

Este não tinha. Era o meu amigo Luís que mo emprestava, com a capa sem este ar esverdeado, se é que alguém se lembra da edição original por cá.

Um Brinde Ao Desconfinamento

Acaba por ser uma mistura entre prenda de anos ainda no trimestre certo e uma muito apropriada oferta para comemorar uma mudança de poiso. Os meus agradecimentos públicos, alfabetizando a ordem, à Ana, Cláudia, Carla, Dora, Helena, Inácia, Maria de Deus e Silvina. Livros já tenho muitos. Coisas doces e líquidas, desaparecem com rapidez, pelo que se festeja o reabastecimento. Acrescendo ainda o bom gosto do nome dos produtores.

(e não me venham os gajos dizer que é bebida de senhoras, que eu não quero saber… que estou agora mesmo a degustar um moscatel da cooperativa de Alijó…)