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A descobrir.

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Meio Caminho

Ultrapassadas as 10.000 assinaturas na Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a recuperação de todo o tempo da carreira docente. Há quem ache que o número já deveria ser maior. Discordo. Ando nisto há demasiado tempo para não conhecer o terreno onde nos movemos.

Curiosamente, eu acho que está a correr muito bem. Em menos de um terço do tempo, mais de metade das assinaturas necessárias com o recurso a apenas a assinaturas digitais verificadas, sem qualquer estrutura formal no terreno e perante um nem sempre subtil discurso de algumas organizações nas escolas a promover não só as suas iniciativas mas a tentar menorizar ou demonizar a nossa.

Mas… é exactamente isso que me dá maior esperança de que o objectivo virá a ser alcançado, mesmo que isso embarace alguns sectores da actual geringonça educativa e sindical. Esta iniciativa foi feita em prol da classe docente, não pela negativa. Enfrentar discursos negativos com recurso a argumentos falsos ou truncados são os ossos do ofício.

Por vezes, o melhor trunfo é a demonstração daqueles que se incomodam. E, prometo, incomodaremos mais nos próximos tempos.

ILC10.000

(como complemento, ler este texto do Luís Braga)

 

 

Por Ponte de Lima

Foram 17 as assinaturas no espaço de uma semana em que a divulgação da ILC esteve exposta na sala dos professores. Todas as assinaturas correspondem a assinaturas digitais. Sem medos. Agradecendo ao Maurício Brito a militância e o ponto da situação.

Sinto-me Solidário…

Polícias e militares iniciaram na quarta-feira uma vigília por tempo indeterminado junto à Presidência da República, em Lisboa, para exigir o desbloqueamento das carreiras e a contagem do tempo em que estiveram congeladas, entre 2011 e 2017, tal como está previsto no Orçamento do Estado deste ano. Um protesto que não vai ser cancelado, pelo menos por enquanto, afiança Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia: “Vamos continuar lá, em solidariedade com os militares e a GNR, que tanto quanto sabemos ainda não viram o seu problema resolvido”. 

(…)

A tutela relembra também que homologou, no passado dia 27 de Abril, o parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República sobre o posicionamento remuneratório dos subcomissários e agentes de polícia findo o período experimental, situação que se mantinha indefinida desde a entrada em vigor do novo Estatuto da PSP em 2015. A decisão abrange 239 subcomissários e 2245 agentes, que assim progridem de forma automática para a segunda posição remuneratória da respectiva carreira.

Alguém sabe forma de os contactar para assinarem a nossa ILC?

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