É O Delírio Das Cruzinhas

Isto (FINAL Mobilidade de Medidas 2º 3º ciclo e Sec) é uma espécie de orgasmo inclusivo. Anda a ser partilhado por aí como sendo algo a aplicar. Para operacionalizar estas explicações, igualmente orgásmicas: FINAL AVALIACAO Alunos NecAprend. Que parecem querer “ajudar” a aplicar o 54/2018.

Cruzes, credo. Embora sinta a falta de umas alíneas explicativas adicionais. Numa perspectiva holística, claro. Desde que desmontemos tudo em quadradinhos e grelhas. E depois eu é que sou má-língua, David!

Cruzes

 

Delírios da Aferição “Artística” – 3

Para compreender melhor este post, convém ler a contextualização feita no anterior. Embora, mesmo sem isso, seja perceptível o enorme paradoxo dos defensores de uma pedagogia “moderna”, “inovadora”, “criativa” e a forma como depois pretendem proceder ao registo exaustivo do desempenho (ou será das competências) dos alunos de 7-8 anos numa prova de “Expressão Artística”. As grelhas, antes de mais, são um quebra-cabeças para quem tem de as preencher. Mas têm um sentido mais profundo… quando se percebe que isto é a “aferição boa” que certas almas defendem para levar o nosso ensino para o século XXI.

Para que é de pequenino que se grelha o pepino.

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Delírios da Aferição “Artística” – 2

Acho que é importante contextualizar-se a realização destas provas de aferição para o 2º ano de escolaridade, para efeitos de análise da coerência dos conceitos e das metodologias.

Relembremos: uma prova final de 4º ano com um peso de 30% na avaliação era má, afunilava o ensino para o treino para as provas, traumatizava crianças ainda muito jovens com o seu formalismo e, não estou a exagerar, era uma espécie de resquício do “fascismo” e do “exame da 4ª classe”. É importante termos isto em mente e mais umas coisas sobre a importância da libertação do ensino das amarras de uma pedagogia muito directiva e obcecada com o desempenho, os conhecimentos, o tempo para fazer algo mais lúdico.

Observemos agora o que se pretende que alunos com 7-8 anos façam durante 90 minutos mais 45, mantendo a sua atenção numa prova profundamente palavrosa e com um enunciado que seria excessivo numa tarefa curricular de leitura criativa, seguida de dramatização.

Até pode ser “giro”, mas para alunos do 2º ano é esta a forma correcta de se avaliar/aferir seja o que for numa área como as expressões “artísticas”? Qual o “paradigma” conceptual que permite avaliar/aferir o desempenho “artístico” de uma criança nesta altura? Sim, conheço alguns referenciais para se fazerem diagnósticos individuais, mas não com provas “universais”.

 

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Delírios da Aferição “Artística”

Ainda não coloquei as mãos em todo o guião do aplicador da provas de aferição “expressões artísticas” do 2º ano. Mas já me chegaram algumas imagens que demonstram até que ponto quem faz estas coisas desconhece em absoluto os miúdos com esta idade. Há nacos de instruções completamente disparatados, seja em extensão, seja em multiplicidade de indicações.

Perdoai-lhes, senhor@s, porque não sabem o que fazem!


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O Currículo Proposto Para O 1º Ciclo

O mais curioso – para não usar outros qualificativos – é ver/ler pessoas que defendem uma abordagem “integrada” ou “holística” do currículo, que há pouco tempo defendiam a monodocência para seis anos e criticavam a “atomização” ou “licealização” do currículo do 1º (e 2º) ciclo, a afirmar que isto é a concretização daquilo do “perfil para o século XXI” e tal.

Isto é um completo delírio…

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O Maçães e a Fotogenia da Sua Pendência Masculina

Bruno Maçães é aquele tipo de cromo de quem é fácil um tipo ter vontade gozar, até pela sua arrogânciazinha da treta. Em relação a ele sempre considerei as seguintes probabilidades:

  • 99,9% de ter uma pendência masculina por imperativos anatómicos da espécie.
  • 50% de pensar que deveria usá-la de algum modo para além da micção. Sei que é polémico, mmas mesmo quando dão em castos, há sempre ali uma pancadita marada por detrás daquele tipo de fisionomia nerd.
  • 0,00000001 de que achasse que alguém gostaria de partilhar algum tipo de proximidade com a dita pendência sem ser em troca de generosas compensações materiais.

Secção “Notícias Delirantes”

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I’ll have what they’re having…