O Que Eu Vou Gostar De Ver O “Pessoal” Desta Escola

No lugar da antiga Universidade Independente, em Lisboa, encerrada em 2007, vai agora nascer uma escola internacional à americana. Chama-se United International School of Lisbon, é administrada pelo grupo hoteleiro Martinhal – que a ergueu sob um investimento de 50 milhões de euros – e abrirá portas já no próximo ano letivo. Podem concorrer crianças e jovens, desde a pré-primária ao 12.º ano de escolaridade.

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Dispensa Do Quê?

Dispensa para Formação
Por Despacho (descarregar aqui) de Sua Excelência a Senhora Secretária de Estado Adjunta da Educação, foi concedida a dispensa para formaçãonos termos do artigo 9.º da Portaria n.º 345/2008, de 30 de abril, para os dias 24 e 25 de outubro, aos professores organizadores e participantes no VI Congresso Internacional da Pró-Inclusão 2019, desde que sejam asseguradas as atividades letivas dos alunos, nas respetivas escolas

Já agora… como me enviarão a medalha? Os CTT Expresso ainda não me entregaram o novo Astérix e devia chegar hoje.

Na Sessão de Abertura do Congresso Internacional da Pro-Inclusão em Santarém vão ser entregues 7 Medalhas de Mérito:

Maria do Céu Roldão
Isabel Amaral
Ariana Cosme
João Carlos Gomes Pedro
João Costa
Domingos Fernandes

Professores Portugueses 

Honra ao Mérito!

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Ainda Não Percebi Bem…

… se a lei 116/2019, com as alterações cirúrgicas que introduziu em algo procedimentos inclusivos, implica a necessidade de alterar novamente os impressos que estavam preenchidos e assinados. Porque pode faltar um quadradinho, uma cruz, uma rubrica e sabemos o que isso é importante para o bem-estar de qualquer aluno e para a qualidade das suas aprendizagens.

Duvida

Como Se Define Uma “Escola Difícil”?

PS quer fixar professores em “escolas difíceis”

Não sejamos simplistas… não isolemos variáveis…

  • Localização geográfica (absoluta e/ou relativa ao domicílio)?
  • Perfil pouco colaborativo da(s) liderança(s)?
  • Pressão das chefias para atingir metas irrealistas?
  • Desempenho e comportamento dos alunos?
  • Contexto socioeconómico da comunidade envolvente e famílias?
  • Colegas bué flexíveis e transversalizantes?
  • Outras… (exemplificar)

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Porque @s Professor@s, Em Cima De Todo O Resto E Apesar De Estarem Velhot@s (Dizem A OCDE E O CNE, Como Se Nós Mesmas O Não Soubéssemos E Fosse Preciso Explicarem-nos), Ainda Têm De Ser Excelentes Condutor@s

Do mural da Fátima Inácio Gomes:

Momento de serviço público 

Não sei se a generalidade das pessoas sabe como se processa alguma da logística dos exames nacionais. Sintetizando, os exames são levados no dia da prova, pela polícia, entregues a um responsável único, nomeado, e guardadas num cofre, até à hora da realização. Depois voltam para o cofre, ao fim do dia são levantadas, novamente pela polícia, que as leva para o agrupamento de exames do distrito, onde são guardadas num cofre.

No dia marcado, os corretores vão levantá-las. E levam-nas para casa 

A caminho de casa, com um envelope com 50 exames, voltei a pensar “e se me acontece alguma coisa pelo caminho?”. Não pensei com receio de me magoar a mim, ou no carro, naquele momento pensava “como se resolveria isto se acontecesse algo às provas?”. Sim, acidentes acontecem…

A coisa não é simples, caso acontecesse: aqueles alunos, sem culpa alguma, seriam prejudicados. Mesmo permitindo-lhes repetir a prova, concorrer na mesma à primeira fase, como compensar o desgaste de terem de passar outra vez pelo exame? como garantir que as condições fossem iguais? garantir que não correria pior que o outro? ficar sempre a dúvida de que o “outro” estaria melhor?

Mas é isso… há todo aquele aparato de segurança e, depois, estes exames ficam assim entregues, nas mãos de pessoas que os levam para casa. Eu nunca mais os tiro de casa até à data de os devolver (e lá vou eu no carro a pensar no mesmo). Tenho receio de águas e outros acidentes. Já tive as miúdas pequenas a quererem riscar os mesmo… agirão todos os corretores da mesma maneira?

Sim, poderia resolver-se isto: os corretores corrigiriam nas escolas ou no agrupamento de exames… mas isso implicaria um horário fixo de trabalho. Eu adoraria! não trabalharia à noite nem ao fim de semana e feriados. Mas isso implicaria terem de dar mais tempo para a correção… não poderia estar, como ontem, das dez da manhã até à 1:30 da noite a corrigir, porque me propus corrigir uma questão inteira dos 50 exames (sim, uma! é o que dá ser professora de português…). Isto tem de estar pronto antes da 2ª fase… e assim se ganha tempo…

Gostaria mesmo de saber se nunca aconteceram, neste anos todos, acidentes…

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Será Para Continuar E Não Apenas Para Um Ano Específico, Certo?

Porque poderia pensar que era a pensar num afilhado meu que vai concorrer exactamente a dois destes cursos…

Em concreto, a proposta enviada pelo MCTES ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e presidentes do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos (CCISP) que o Educação Internacional leu, autoriza os cursos superiores de Lisboa e do Porto mais procurados por alunos de excelência – com notas iguais ou superiores a 17 valores – a aumentar as vagas até 15% no próximo ano, depois de em 2018 terem sofrido um corte de 5%.

Esta disposição abre a porta a que cursos como Engenharia Física Tecnológica, Engenharia Aeroespacial e Matemática Aplicada e Computação, do Técnico, ou Engenharia e Gestão Industrial e Bioengenharia, da FEUP, aumentem o número de vagas já no próximo ano letivo.

Duvida