Há Quem Não Tenha Razões Para Se Queixar Com O Rumo Da Educação

Que tal 14.000 euros por 9 meses de “Prestação de Serviços de Planeamento e Gestão de Projeto TEIP, PIEF, Mais Sucesso”? O Agrupamento não tinha meios humanos que soubessem fazer esse planeamento? Não fizeram “formação”? Porque a experiência do gabinete contratado parece nula nestas matérias. Corrijo… parece nula, porque os contratos feitos, ali pelo Grande Norte, nos últimos anos são às dezenas. Em 2022, depois daquele mais acima já se acha registo de mais uma meia dúzia, chegando aos 80.000 euritos. Em 2021 foi uma dúzia, no valor de mais de 160.000, quase tudo à conta do POCH.

Outra coisa curiosa é como os teip precisam de tanta “assessoria financeira”. Há quem se especialize nisso. 4.000 notinhas por 40 dias de serviço é capaz de ser um pouco acima do topo da carreira. Mas vejam a massa envolvida em contratos com um número assinalável de escolas ali pelo Grande Porto e Minho. E não é tão interessante quando um contrato acima dos 25.000 euros não aparece por escrito com a seguinte justificação: “Artigo 95.º, n.º 1, a), contrato de locação ou de aquisição de bens móveis ou de aquisição de serviços cujo preço contratual não excede 10.000,00 € .

Mas há quem tenha um âmbito mais global e tenha mais de 50 contratos desde 2020 para prestar este tipo de assessoria, para onde escorre grande parte do dinheiro de “programas” como o Portugal 2020, POCH e afins.

Mas isto é o que se acha em 20 minutos de pesquisa. São exemplos praticamente aleatórios. Agora imaginemos que alguém decidia dedicar umas horas ou mesmo dias a ir em busca do dinheiro que, teoricamente, é para o combate ao insucesso e abandono escolar, mas que no fundo vai escorrer em grande escala para fora das escolas e sem que se perceba qual o ganho para os alunos.

O PSD Quer A “Totalidade” Das Funções Na Educação

Era da maneira que o desemprego jovem entre os laranjinhas descia para zero, mesmo em modo biscate até chegarem ao poder e fazerem nomeações em outros postos da administração pública ou empresas tuteladas.

“O Governo passou para as autarquias aquilo que não quer, a infraestrutura da escola para a câmara ter essa responsabilidade, mas não passa, por exemplo, a contratação dos professores”. E deu uma explicação para isso: o PS cria “complexidade” no processo para não haver responsabilidades. “É nisso que o PS é muito bom”, ironizou. O PSD, frisou, enquanto partido municipalista, quer ter essas competências, mas na “totalidade”.

Será que já passou tempo suficiente para eu fazer algumas confidências, que nem sequer o são?

Acho que sim.

Lembram-se da apresentação do “estudo”, alegadamente do FMI para reformar a nossa administração pública e as finanças? No Palácio Foz? Sem direito a directos ou gravação pela comunicação social?

Pois é… eu era um dos convidados e o então secretário de Estado Carlos Moedas o anfitrião. O Jorge Buescu moderava a sessão em que eu participei.

O estudo era uma porcaria, estava desactualizado, os dados estavam truncados e foi isso que eu disse bem alto, dirigindo-me, entre outros, ao anfitrião que, percebi depois em breve conversa, não pescava mesmo nada do assunto (a conversa foi testemunhada por uma jornalista da Renascença com quem depois troquei uma ou duas observações divertidas). Claro que passaram anos e Carlos Moedas pode ter aprendido algo mais sobre o assunto.

Ou não.

Municipalização E Propaganda

Enviaram-me este exemplo, mas acredito que existirão muito mais pelo país. Não é que ache mal a solenidade do arranque do ano lectivo e muito menos o acolhimento dos professores, em especial dos novos, mas ainda vai andar por aí a escorrer muito dinheirinho. A principal vantagem é que não irá para uma rotunda…

As Santas Alianças Municipais Em Desenvolvimento

Autarquia (m das mais destacadas do PS)-direcções-representantes formais dos EE a definir as coisas, considerando-se “fechadas” decisões tomadas fora dos órgãos internos das escolas. Atenção à obrigatoriedade de 3 momentos de “feedback”, mesmo com a semestralização à força. Texto colhido no mural da Fedapagaia.

Decorreu esta quarta-feira o Conselho Municipal de Educação onde se considerou como fechada a flexibilização das AEC’s em um dia por semana já no próximo ano letivo. Todos os Agrupamentos de Vila Nova de Gaia, com exceção de Valadares, foram sensíveis à necessidade de se buscarem soluções para a falta de professores AEC’s e, por essa via, ja aprovaram, ou estão em vias de aprovar em Conselho Geral, esta decisão.

Ficou também fechado o novo calendário escolar da semestralidade a entrar em vigor em setembro e, para o qual, pedimos a todos os pais que dediquem especial atenção para organizarem a vida familiar em conformidade.

Da parte da Fedapagaia temos que agradecer publicamente todos os esforços feitos pelo Município, pelos Diretores, pelos pais de Gaia para se chegar a consenso (com exceção de Valadaressobre as soluções que se acredita melhor defenderem os alunos.

Pedimos a todos vós que partilhem esta informação e que se mobilizem para podermos ser parte da solução e, nesse sentido, contribuirmos com a nossa posição de movimento associativo parental responsável concedendo o tempo necessário à estabilização, sem ruido, destas decisões que responsavelmente todos os agentes procuraram convencionar.

Boas férias

Lá Por Fora

The COVID-19 pandemic prompted unprecedented, rapid changes in the way states collect, report, and share education data internally, according to a report from the Education Commission of the States. 

Many states began gathering new or more up-to-date information on student attendance, whether students were learning online, student access to technology, and other topics. 

Some of that information made it into newly created public dashboards. Pandemic relief funding also allowed states to update their data infrastructure, with some states planning to spend millions on new systems. 

O Negócio

Bem nos podem envolver em conversa fofinha, mas o que está em causa é sacar uns dinheirinhos ao pessoal, com base na construção de narrativas sobre lacunas e carências que implicam necessidades de formação. Por exemplo “surge a necessidade de capacitar os órgãos das escolas e os educadores e professores, no sentido de adotarem novos modelos de organização e gestão pedagógica“. Portanto, cria-se uma “Pós-Graduação em Inovação Pedagógica e Mudança Educativa”, destinada a “Diretores de escolas, coordenadores de departamento, líderes intermédios das escolas, diretores de centros de formação de associações de escolas, educadores e professores e técnicos superiores de Educação (psicólogos, assistentes sociais, entre outros)”. Ou seja a toda agente que põe os pés numa escola. A garantia? Que “é lecionada por um corpo docente com sólidos conhecimentos científicos e reconhecido mérito no campo das Ciências da Educação, integrando elementos que têm vindo a colaborar com o Ministério da Educação no âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular”. aposto que não faltarão candidatos, independentemente das propinas (1830 euros por ano+232 de taxas de candidatura e matrícula).

Escolhi este exemplo, mas podia ter escolhido outro, da mesma instituição ou outras. O negócio da certificação em coisas novas em Educação, em especial nos locais certos é um bom negócio, ao que parece, para quase todas as partes.

4ª Feira

A inércia e alguma morbidez – admito! – fez-me ficar a ver parte da sessão da Comissão de Educação a que foram a “reitora” e o ex-ministro João Melão, desculpem, João Leão justificar o que já se percebeu à milha ter sido um subsídio à medida do isczé. E nem sequer foram muito criativos nas justificações, o que demonstra como se sentem impunes: o ex-ministro alegou que não foi ele que assinou a coisa, como aquele patrão da empresa que diz que não foi ele que assinou a admissão do primogénito para vice-qualquer coisa, mas sim as pessoas em que ele delegou essa função. A excelsa “reitora” levou um gráfico que exibiu assim para o ar, segundo o qual ela demonstra que o isczé é a instituição do Ensino Superior que menos recebe do Estado por aluno; como se sabe, exibir um gráfico, sem termos acesso aos dados originais, não prova nada e muito menos nas mãos e quem já sabemos, de longa experiência, ter uma relação complicada com o rigor estatístico e com a verdade dos factos. Portanto, aquilo poderia ser um gráfico do preço dos legumes na Mercadona ou no Lidl, que poderia ter o mesmo efeito e/ou credibilidade aos meus cansados e míopes olhos..

Mas há um outro aspecto a destacar naquela “audição” e que é a imensa falta de qualidade de uma Comissão que parece formada, em boa parte, por gente que ali está em início ou fim de carreira, a preencher o lugar com escassa vontade ou competência para ir além do guião que lhe foi dado para debitar e pouco mais. Há os que estão a chegar e mal percebem seja do que for, limitando-se à chamada “crítica política” (o que significa, a crítica da conversa fiada, sem usar argumentos fundamentados em mais do que achismos e clichés); e há umas senhoras – não sei se peça desculpa, mas vou ser incorrecto para quem anda muito no espírito destes tempos alérgicos a tudo e mais alguma coisa e que ficam com obstipação só com o cheiro do glúten – com todo o ar de professoras de Liceu em processo de reforma ou já reformadas, tipos figuras de cera, mantidas em pé com ajuda de fixador ou da boa e velha laca Elnett Satin (fixação forte), que estão ali com o mesmo ar de fastio com que eu já as encontrei (ou umas parecidas) quando por lá passei há uma dúzia de anos. Incapazes de dizer uma coisa sua, original, com receio que lhe caia algum anátema em cima. A massa crítica daquela Comissão consegue ser mais baixa do que a de certas SADD de que conheci a produção “teórica”. Mas não deveria ser assim. Embora se perceba, porque a Educação mais do que deixar de ser prioridade, parece ter-se tornado mero empecilho, quando a caravana não avança à velocidade desejada pelos cortesãos.

Entretanto, No JL/Educação, Aproveitando A Boleia Do Luís Torgal

JL/Educação, 15 de Junho de 2022, p. 8.

O meu colega Luís Filipe Torgal publicou um feliz, oportuno e muito bem argumentado artigo no passado dia 5 de Junho, no Observador, com o curioso e só aparentemente divertido título “MAIA, a abelha distópica que vai matar a escola”. Nele faz uma análise crítica daquele que é o projecto que o Ministério da Educação, sob a inspiração do professor doutor Domingos Fernandes, tem procurado impor às escolas como metodologia única de trabalho no que ao acompanhamento de avaliação das aprendizagens dos alunos diz respeito. Pelo acrónimo MAIA, entenda-se Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica.

Os princípios fundamentais dessa metodologia são facilmente aceitáveis por qualquer pessoa de bom senso; já o mesmo não se passa com a forma como esses princípios estão a ser operacionalizados, pois transformaram-se numa teia burocrática destinada, numa escala inaudita, a que os professores justifiquem todo o acto de avaliação que não se traduza em “sucesso” para os alunos, na forma de preenchimento de grelhas com os níveis de desempenho dos alunos num número ad hoc de critérios por unidade/domínio de cada programa disciplinar. Até agora, como escreve o Luís Torgal, isso tem permitido os resultados desejados pela tutela e mentores do projecto – o aumento dos indicadores estatísticos de sucesso por exaustão da maioria dos docentes atingidos pela picada da “abelha” – mas está por avaliar com que consequências:

«Decerto que podemos já tirar uma ilação da alegada aplicação das “novas” pedagogias no domínio da avaliação: o sucesso educativo inflacionou e as percentagens de retenções diminuíram drasticamente. E tais cifras fazem a felicidade das direções das escolas, do ME, do seu ministro e inspetores, bem como de muitos alunos, pais e professores.»

A tese de que a avaliação dos alunos deve ser contínua, formativa e democrática é de difícil oposição, arriscando-se quem contestar alguns dos seus aspectos a ser tratado como um ser moralmente repugnante pelos defensores da auto-proclamada “educação inclusiva para todos”. À semelhança do que se tem passado com o regresso das teorias construtivistas sobre a aprendizagem, defende-se que a avaliação dos alunos deve ser desenvolvida com a sua participação a um nível praticamente equiparado ao dos professores num processo “formativo”, em permanente feedback acerca do que é alcançado e com abundante registo de evidências que demonstrem que tudo foi feito (pelos professores) para que as aprendizagens fossem alcançadas (pelos alunos).

A avaliação por “rubricas” ou ”critérios” está muito longe de ser uma novidade, pois há décadas que anda entre nós e com os mesmos “mentores”. A criação de uma oposição, que considero artificial, entre ”avaliação normativa” e “avaliação criterial” é uma antiga causa do principal impulsionador do MAIA, que associa os dois métodos, apresentados como antagónicos, a perfis de resultados muito diferentes, o primeiro conduzindo a uma distribuição das classificações em forma de curva de Gauss e a segunda a uma distribuição em que todas (todas!) as classificações são iguais ou superiores a 50% (“Avaliação criterial/Avaliação normativa” in Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem. Lisboa: IIE, 1994).

Repito que, em teoria, tudo isto é válido (como o são outras teorias alternativas), só que revela uma imensa desconfiança sobre o trabalho dos docentes em matéria de avaliação e uma enorme deriva no sentido do controlo do seu trabalho, que deve deixar um rasto documental que o justifique. E é essa deriva burocratizante, de incessante registo administrativo do trabalho pedagógico quotidiano, que se revela incompatível com as condições concretas com que trabalha a generalidade dos professores, em especial quanto ao tempo disponível. Porque quem tem de 100 a 150 alunos (ou mais) ou tem menos, mas com mais de uma disciplina (como no 2.º ciclo), não tem forma de aplicar todos os meandros deu um projecto com eventuais potencialidades para quem tenha apenas um número reduzido de alunos e muitas horas por disciplina. Ou então que tenha coadjuvação ou um amanuense em permanência na sala de aula e fora dela, para ter todos os “registos” e “evidências” devidamente inseridos nas grelhas de observação, monitorização ou avaliação. As suas e as dos alunos, sobre si próprios e os colegas. A designação deste processo foi evoluindo no tempo, como se pode verificar ao fazer a arqueologia dos escritos do seu principal proponente. Em 2005 era a “avaliação formativa alternativa”:

«A avaliação formativa alternativa pressupõe uma partilha de responsabilidades entre alunos e professores em matéria de avaliação e de regulação das aprendizagens. Obviamente, os professores terão um papel que é, ou deve ser, preponderante em aspectos tais como a organização e distribuição do processo de feedback, enquanto os alunos terão uma evidente preponderância no desenvolvimento dos processos que se referem à auto-avaliação e à auto-regulação das suas aprendizagens.» (“Avaliação Alternativa: Perspectivas Teóricas e Práticas de Apoio”. in Livro do 3.º Congresso Internacional Sobre Avaliação na Educação, pp. 79-92. Curitiba: Futuro Eventos, 2005)

Curiosamente, ou nem tanto, pois partilhamos muitas preocupações com a deriva que a Educação tem experimentado nos últimos 15 anos, foi a convite do Luís Torgal que há uns anos (Outubro de 2014) me desloquei a Oliveira do Hospital para uma sessão-debate, para a qual escolhi o tema da “Hiperburocracia e controlo em tempos digitais”. Já se tinha entrado por este caminho que privilegia a representação do trabalho docente com os alunos, usando o controlo burocrático para desencorajar qualquer tipo de avaliação que culmine em “insucesso”, mas ainda não chegáramos ao actual delírio que desloca a maior parte do tempo do trabalho dos professores para o registo do que fez ou vai fazer e de como isso deve ser avaliado, por si e pelos alunos.

Neste contexto, compreende-se que se reduzam as aprendizagens ao “essencial” e se critique a extensão dos programas, pois a maior parte do tempo é consumida em actividades não directamente ligadas a qualquer verdadeira e consequente aprendizagem.

Pelo que fica mais acima exposto, a escolha do mentor do projecto MAIA para presidir ao Conselho Nacional de Educação parece-me uma decisão infeliz, como parece infeliz a aceitação do cargo pelo próprio, por razões que nada têm a ver com o seu perfil de investigador ou saber técnico-académico. A questão que se levanta, evidente, enorme, é de uma outra natureza e resulta do facto de até agora não ser prática escolher para dirigir aquele que “é um órgão independente, com funções consultivas” e a quem “compete emitir opiniões, pareceres e recomendações sobre todas as questões relativas à educação, por iniciativa própria ou em resposta a solicitações apresentadas pela Assembleia da República e pelo Governo”, alguém que tem sido o principal inspirador de boa parte das políticas do sector que agora deve servir como principal conselheiro “independente”. Alguém que foi o autor de uma publicação distribuída por um grande grupo editorial (Avaliar e aprender numa cultura de inovação pedagógica. Leya Educação, 2022), em conjunto com os seus manuais para todas as disciplinas em processo de novas adopções. Alguém que tem uma clara “trincheira” em matérias acerca das quais deveria exercer um papel de “regulador” minimamente independente. É óbvio que muito raramente a presidência do C.N.E. escapou as escolhas alinhadas com a situação política no poder. Mas nunca, como até agora, se notou tanto a tentativa de concentrar o poder num único grupo académico e controlar todos os organismos que podem servir de fiscalizadores do funcionamento do sistema educativo, tendo-se tornado comum que as próprias equipas da IGEC andem a funcionar como fiscalizadoras da implementação deste projecto nas escolas, como se fosse uma espécie de cartilha única do sistema educativo.

O que não deixa de ser paradoxal, é que os princípios de uma avaliação partilhada e democrática são negados, contudo, aos professores que a devem aplicar aos alunos, quando se trata da sua avaliação do desempenho, que assenta em procedimentos praticamente sem qualquer retorno em tempo útil e muito menos em práticas partilhadas no sentido de alcançar o desejado “sucesso”. Recentemente, como árbitro de um recurso de uma colega professora, li em contra-alegações de uma Secção de Avaliação do Desempenho Docente de um Conselho Pedagógico, que esse organismo não encontrava na lei qualquer imperativo para aplicar indicadores de desempenho à avaliação dos docentes. Ao que parece, a abelha distópica não passou por aqui.

Olha-me Mais Estes!

Neste caso, com direito a espaço promocional no DN:

A 42 Porto é a nova aposta na área da informática. A mais recente escola de programação do norte do país promete um sistema de ensino moderno. Alunos não pagam nada e sobem de nível de acordo com os pontos que vão conseguindo até concluírem o programa.

É verdade que na equipa não se vislumbram “professores”. Mas há “mecenas”, sendo prometida gratuitidade na frequência dos cursos:

Estudar na 42 é mesmo gratuito?

Sim, 100% gratuito. Acreditamos que todos merecem a oportunidade de desenvolver os seus talentos e realizar os seus sonhos, independentemente dos seus antecedentes e recursos. Não te vamos cobrar nada antes, durante ou depois do teu percurso na 42 Porto. Isto é possível graças ao apoio de dois parceiros fundadores, a SaltPay e a Critical Techworks bem como da BA Glass, Sodecia, Vicaima, Sonae, Ecosteel, and João Nuno Macedo Silva.

Que custos devo considerar antes de fazer a minha candidatura?

Deves considerar que precisas de um lugar para dormir e de cobrir os teus gastos diários (transportes, refeições, etc). Quanto  à 42, não deves considerar nada! (100% gratuito).

De tudo, o que mais gosto é d@ “Piscine”.