Eu, Aluno À Distância, Em Tempos De Pandemia – 2

Já que um tipo está uma porrada de tempo aqui agarrado ao equipamento… até em gestão emocional eu fiz formação 🙂 . O chato foi o curso que fiz sobre “Global Education” e ainda está a 90% de “progresso” porque as participações no “fórum” não foram ainda vistas pelo moderator, apesar de eu já ter respondido a tudo.

Actualizações

Sob o título do blogue existem ligações para os textos que tenho publicado no suplemento de Educação do Jornal de Letras e no site Educare nos últimos anos. A actualização está em decurso, esperando colocar nos próximos dias todos os textos publicados até final de 2018 num e até final de 2019 no outro. Em alguns casos (em particular nos dos JL), a divulgação integral aqui no Quintal é feita pela primeira vez. Para outra altura ficarão os do Público e outras colaborações na imprensa.

O Meu Sincero Agradecimento

A todos os que generosa e corajosamente fizeram a partilha, tornando este o meu texto mais ampliado desde que escrevo no Público, conseguindo que fosse hoje mais lido do que o de qualquer outro cronista, mesmo dos residentes.

Estendo o agradecimento aos idiotas que estiveram na origem da minha decisão de o enviar para publicação, quando podia ter ficado apenas aqui se não tivessem decidido denunciar o meu blogue como spam ao FBook.

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No Pódio Pelo Enésimo Ano Seguido

Bombeiros, médicos e professores: os profissionais em que os portugueses mais confiam

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(claro que é muito deprimente estar dependente de porfírios para conseguir reaver o que é nosso, costas a querer ensinar-nos o ofício e ainda ter de ler e ouvir mst’s a denegrir-nos quase todos os dias e semanas… e ainda a dizer que perdemos a opinião pública em sondagens feitas à medida das encomendas… e claro que o Observador tem outra perspectiva da coisa, mas 1% dos portugueses dá, curiosamente, cerca de 100.000)

Saindo Do Meu Quintal

Um dos muitos erros dos últimos 15 anos de “racionalidade financeira” e de “combate aos privilégios” na Educação foi a forma como se cerceou de forma quase total os estímulos para que os professores saíssem da “cápsula” das escolas e das “formações” oficiais sempre com os mesmos, sobre o mesmo, rodando apenas os ciclos temáticos (agora estamos numa espécie de remake do período 1995-2002). Devem ensina os alunos a pesquisar e a ter actividades experimentais, mas os próprios professores não têm qualquer reconhecimento na sua carreira se investigarem, publicarem ou tentarem desenvolver trabalho na sua área disciplinar. As sabáticas morreram e as equiparações evaporaram.

Eu vou tentando arranjar intervalos entre os pingos da chuva ou os raios de sol para fazer qualquer coisa que não seja apenas mais do mesmo. São apenas 7 páginas (sobre o Afonso Costa) numa “História Concisa” com 1000, mas é algo que se faz com prazer redobrado, porque nos renova o gosto pela prática da História e não apenas pelo seu ensino.

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