Lá Por Fora

The coronavirus thrives off of complacent leaders, such as Prime Minister Narendra Modi—and has exacerbated the contours of global inequality.

A raging outbreak in Brazil threatens gains against the virus.

Não Tem Resultado Muito

Porque tudo continua como dantes: as regras são conforme os humores ou inclinações d@ excelentíssimo@ senhor@ delegad@ de saúde. Nuns sítios, um par de casos positivos manda toda a gente para casa (alunos e professores), enquanto em outros vão apenas os alunos ou mesmo apenas alguns deles. A aplicação das regras da DGS fazem lembrar as leis do Antigo Regime e os horários dos comboios na margem sul nos anos 80: são meras indicações para dar a ilusão de qualquer coisa.

A notícia já tem uma semana.

A DGS reforçou junto das escolas e delegados de saúde as medidas de vigilância sobre a circulação de novas variantes de covid-19 e a deteção de surtos nas escolas, que incluem a suspensão de atividades.

É Mêlhórre Nom Dizêrrem Nádá À Ecónómiste Pérráltá Ou Au Sêu Côlégá Conrrrráriá

Emmanuel Macron disse ter feito tudo para adiar o regresso das medidas de confinamento, mas a situação é grave nos hospitais franceses.

(êstês gôlêsês serem stupides… ê aprés terem de contrrrrátárre les spéciálistes amigues du sécrétêre cósta e do iávê por couse dês aprrendissagens perrdues)

A Ler

(…) Resist the pressure from whatever ‘powers that be’ who are in a hurry to “fix” kids and make up for the “lost” time. The time was not lost, it was invested in surviving an historic period of time in their lives—in our lives. The children do not need to be fixed. They are not broken. They need to be heard. They need be given as many tools as we can provide to nurture resilience and help them adjust to a post pandemic world.

Fadiga Da Pandemia?

Há conceitos que estranho e não entrando A “fadiga da pandemia” é um deles. Porque tem escasso sentido. É como dizermos que estamos cansados que o sol nasça, que existam nuvens no céu, que o fogo arda. A pandemia existe, porque existe um vírus a quem parece estranho qualquer tipo de angst. Uma manifestação contra a pandemia é algo que me deixa assim como que coiso. Sim, vivemos um tempo chato, mas principalmente perigoso. E um tempo que revela até que ponto a geração Y lida muito mal com a adversidade e fica muito incomodada com as mudanças no seu lifestyle. São os mesmos que disparatam em todas as direcções se as as aulas presenciais são suspensas e acham que se morrem os velhos, isso é mal menor, desde que possam ir andar de bicicleta à vontade ao fim de semana e beber umas bicas e uns abatanados à esquina, depois de largarem os fedelhos à porta da escola. Cresceram depois do período crítico do HIV/SIDA e não tiveram de repensar nunca as suas rotinas, hábitos ou de controlar o seu comportamento perante uma ameaça que não se senta à mesa para discutir se está a ser incómoda.

Estou a ser injusto? É de propósito, porque estou farto de queixinhas de quem andou a queixar-se das queixas dos outros (basta lembrar o que muita gente escreveu e disse sobre o facto dos professores reclamarem pela falta de apoios para as aulas à distância), quando não lhes tocava a el@s nada de mau. Agora não se calam com a choraminguice.

2ª Feira – Dia 36

O primeiro encerramento das escolas aconteceu no dia 16 de março de 2020. Hoje, dia 15 de Março de 2021, ao completarem-se 365 dias, estão a ser reabertas as atividades presenciais até ao 4.º ano. Passou-se um ano e já vivemos dois períodos de suspensão das aulas no seu formato presencial e muita discussão acerca das vantagens e desvantagens da medida, sendo que as primeiras são de ordem geral (prevenção da Saúde Pública) e as segundas de natureza mais particular (prejuízos para as aprendizagens dos alunos).

Mas Não Digam Nada Aos Cartistas

Ministra da Saúde salienta que, embora se tenha registado nos últimos dias uma diminuição dos casos de infecção e das mortes por covid-19 em Portugal, a situação não é ainda ideal e remete mais esclarecimentos sobre a reabertura das escolas para 11 de Março.

E esta parte não digam ao Tiago, mesmo se acho muito especulativa, se não ele entra em colapso. Entretanto, será que esta medida fará voltar o Mário às aulas, ou o gabinete é à prova de vírus?

Marta Temido assumiu, na entrevista desta terça-feira, que o Governo está a ponderar incluir os professores no grupo prioritário de vacinas. “É uma hipótese que está a ser analisada. Não só em Portugal como noutros países”, revelou a responsável. “Quando olhamos à nossa volta e vemos os processos de desconfinamento vemos duas novas medidas: a vacinação e a testagem. Poderá fazer sentido que os adultos que trabalhem nesses locais [escolas] possam ser alvo de uma vacinação diferenciada, como fizemos com outros locais”. 

Já Era De Esperar

Pode ser o “cansaço”, mas também é o início das mensagens confusas de alguma opinião publicada e televisionada. O simpático de Cascais abre o paredão… já pode haver surf. Daqui a um par de semanas está tudo no bronze.

“O aumento da mobilidade é uma tendência crescente que se tem vindo a verificar desde o encerramento das escolas “, a 21 de Janeiro, observa o especialista em análise de dados da PSE Nuno Santos. A consultora contabiliza todo o tipo de deslocações, sejam a pé ou em transportes. E depois de um período inicial em que as saídas de casa sofreram um decréscimo significativo, precisamente por causa do fecho dos estabelecimentos de ensino, os portugueses estão não só a voltar à rua como a fazê-lo mais vezes e por períodos de tempo mais prolongados, porque começaram a arriscar ir para mais longe.

No primeiro sábado após o fecho das escolas houve três milhões de portugueses na rua. É o dia da semana que as pessoas aproveitam para fazer compras, e que por isso sempre registou, mesmo antes da pandemia, mais movimento que os domingos, muito embora fique muito aquém do perfil dos dias de semana.

Sábado – Dia 20

Perante a situação de emergência há dois caminhos a seguir: um é o da identificação atempada de problemas e busca de soluções para prevenir uma nova crise (podemos usar a analogia da vacina); o outro é o das reacções atrasadas e defesa de remédios de efeito rápido, mas que não curam a doença (como se fossem analgésicos, para efeito rápido sobre a dor) e nem sequer actuam sobre a sua origem.