Mas, Mas, Mas… Continuam Parvos?

Apesar da interrupção da aulas, cada agrupamento de escolhas [sic] tem de garantir o acolhimento dos filhos de trabalhadores de serviços essenciais, como os profissionais de saúde ou das forças de segurança. A medida está prevista no decreto-lei que estabelece as medidas excecionais e temporárias relativas à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID 19, publicado esta sexta-feira à noite em Diário da República.

De acordo com o decreto, em cada agrupamento de escolas tem de ser identificado um estabelecimento de ensino que promova o acolhimento de filhos e outros dependentes dos “trabalhadores de serviços essenciais”. Quanto a quem são esses trabalhadores, a definição é alargada: “profissionais de saúde, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais, de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como outros serviços essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos, na sequência da suspensão” das atividades letivas.

Mas, sendo de anos e turmas diferentes, o que se faz? Ficam a jogar à bisca não lambida numa sala?

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Testemunhos Da “Escola Democrática”

Quer-me parecer que a “lei da rolha” vai desaparecendo e não é apenas sobre a violência. Fica aqui o testemunho de um@ colega, que só peca por ser “suave”.

Nesta altura do campeonato, passados vinte anos desde que iniciei esta carreira ainda consigo ficar sem palavras a cada final de período!

Temos as coordenadeiras de serviço a mandar falsificar valores, inventar faltas e/ou presenças de jovens que não aparecem na escola; temos a mansidão nos Conselhos de Turma, a incapacidade de algum dos seus membros se insurgiram contra currículos diferenciados que ninguém percebe, contra bitaites de gabinetes mofados de técnicas que só fazem isso: bitaitam….

As atas, essas então, são verdadeiros romances, cheios de utopias, muito aquém da realidade do quotidiano!

Temos ainda as falsas notas atribuídas, escondidas por medidas enlouquecidas e emanadas por uns decretos inclusivos que, de inclusão, apenas mostram a mentira!

É isto! As escolas parecem a Assembleia da República!!!! Tudo é maravilhoso mas tão aquém da realidade!!!

(identificação enviada pel@ remetente omitida a pedido d@ própri@)

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Das “Escolas”?

Está a decorrer hoje e amanhã.

2.º Congresso das Escolas

O evento realiza-se nos dias 14 e 15 de Novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, com o objetivo de discutir a pedagogia das escolas, com o sistema educativo e os alunos como foco central do debate.

Organizado pela Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, pela Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, a Associação Nacional de Dirigentes Escolares e Associação Nacional de Escolas Profissionais, o 2º Congresso das Escolas terá um conjunto de conferências sobre “A escola num mundo de inteligência artificial”, com Paulo Novais, presidente da Associação Portuguesa de Inteligência Artificial enquanto orador.

O programa. O painel 4 de hoje desperta-me receios. Ou o painel 9, amanhã.

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Coisas Muito Complicadas

Estes casos prestam-se a análises apressadas, propostas simplistas de solução e muita demagogia. Infelizmente, tudo isso anda em alta, incluindo um forte descontrolo emocional em muitos jovens em idade escolar. Que vem de fora para o interior dos espaços escolares. E que merece uma análise mais complexa do que pretender ter “fórmulas mágicas”, em especial as que acham que é só dos portões das escolas para dentro que isto se resolve.

Uma rapariga de 16 anos está hospitalizada em Lisboa depois de ter sido agredida por um colega na Escola Secundária de Campo Maior, em Portalegre, confirmaram ao PÚBLICO o porta-voz do Hospital de Portalegre e fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR). Agressor e vítima frequentam a mesma turma, têm a mesma idade e são ambos residentes do concelho de Campo Maior, sendo que a rapariga é de nacionalidade brasileira e o rapaz de nacionalidade portuguesa.

Não vale a pena esperar que quem não percebe nada do assunto (o ministro Tiago) ou quem só gosta de aparecer quando há chuva de flores e palmadinhas nas costas (o secretário Costa) produzam algo de relevante sobe este tema. Quanto à nova secretária, não vale a pena esperançar seja o que for.

A culpa, penso ser evidente, será de uma qualquer falta de “formação” dos professores num raio de 50 km da ocorrência.

Tristesse

Valter Hugo Mãe Foi A Uma Escola, Viu E (D)Escreveu

Sobrevivência nas escolas

Numa escola, quando me recebiam em grande festa, o alarido escondeu um gesto horrível que só eu vi.

Um professor ainda jovem, tímido e algo frágil, foi surpreendido por um aluno escondido atrás de uma porta que o esmurrou sumariamente. Não é fácil de explicar mas, quando seguia ao meu lado, ouviu o seu nome à passagem, inclinou o rosto para o vão entre a porta e a parede, e só eu, por um ínfimo e inesperado instante, vi o punho voando e ouvi a ameaça clara do miúdo: fodo-lhe o focinho.

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