A Ler – Sobre O Post De Ontem Sobre A Hipersensibilidade às Radiações

Peer-reviewed scientific studies on EMF related subjects

When it comes to EMF issues, one of the most frequently heard phrases is “There is no evidence to support EMFs having health effects” or simply “There is no conclusive evidence”.

This is completely wrong; there is an enormous body of evidence out there, but public and even academic awareness seems to be very poor. Therefore, we will be presenting a list of papers and odds ratios which either show serious effects or are considered important papers on the subject which we have collected over the years. This page will be updated regularly.

P This study has found effects from the exposure or radiation category

N This study has found no effects from the exposure or radiation category

 This study has offered important insights or findings but is neither a positive or null finding

Antena

 

E Quando Os Estudos Concluem Coisas Muito Diferentes Daquelas Que Nos Servem Como Adquiridas?

Toda a notícia é divertida, incluindo a parte em que o “especialista” discorda das respostas dos inquiridos. Deixo apenas um excerto divertido.

Outra das perguntas que foi colocada aos cerca de 3.200 professores e outros tantos pais foi de quem era a responsabilidade pelo desempenho e sucesso académico dos alunos.

Para os professores, eles são os principais responsáveis, enquanto os pais atribuem essa responsabilidade aos alunos.

As opiniões também divergem quando se fala nos objetivos da escola: os professores colocam em primeiro lugar a formação cívica (65%), os pais têm como prioridade a transmissão de conhecimento científico e tecnológico (64%). Ambos concordam apenas que o aspeto menos relevante é o desenvolvimento físico.

Smiling

E Que Tal Perguntarem-nos Se Gostámos De Ser Congelados Pelo PS Em 2005, 2011 E Ainda Sodomizados Profissionalmente Em Público Durante O Último Ano?

Centeno manda suspender inquérito polémico à Função Pública

Inquérito perguntava grau de satisfação dos trabalhadores da administração pública sobre a reposição dos salários e os efeitos do período da troika, ou seja, do anterior governo de Passos Coelho. Sindicatos falaram em campanha política.

Centeno King

A Douta Ignorância

Uma senhora doutora “psicóloga das organizações”, investigadora e docente algures surgiu há uns dias a afirmar coisas que dão vontade de rir para quem não chumbou todos os anos na disciplina de História. De acordo com a senhora doutora psicóloga investigadora “o tempo do emprego para a vida foi um momento de exceção na história”.

E eu não percebo de que “História” está ela a falar? Da do tempo dela?

Mas ela acha mesmo que na História a “regra” foi a da flexibilidade e da mudança rápida de emprego?

Será que os escravos na Roma Imperial o eram só durante alguns meses? Ou os agricultores da Mesopotâmia ou do Antigo Egipto estavam em permanente mobilidade laboral? Os soldados espartanos tinham contrato a termo certo? E os camponeses e artesãos ao longo dos séculos da Idade Média e Antigo Regime? Terá a senhora doutora da organizações e psicóloga da investigação a noção de que não se devem tomar 50 anos por toda a História?

Pelo contrário, até ao século XX, a “regra” foi a da permanência da larga maioria da população na profissão dos pais e avós, a qual transmitiam a filhos e netos.

Mesmo no período da Expansão, com deslocação de muita gente para os impérios coloniais, isso foi não passou de uma pequena minoria à escala europeia e mundial. O único período em que se deu uma mudança mais massificada da mão-de-obra entre sectores de actividade (a industrialização, com o êxodo rural para as cidades industrializadas da Inglaterra e algumas zonas da Europa continental) foi circunscrita inicialmente no espaço e decorreu ao longo de várias décadas. E depois dessa mudança, voltou a “estabilização”. O antigo agricultor, lavrador ou artesão tornou-se operário e assim ficou. A mobilidade social e profissional foi quase sempre muito limitada. E mesmo no século XX, as mutações causadas pelas guerras não conseguem, em perspectiva histórica, alterar a “regra”. Sendo que o mundo ocidental “atlântico” até foi “historicamente” mais dinâmico do que a generalidade das outras sociedades. Pelo que a situação vivida nas últimas décadas é que é uma novidade.

Mas o forte da senhora doutora psicóloga não é claramente a História. Ou então foi aluna de alguma esquecida experiência-piloto de semestralização.

Idiotas

Gostava Que Me Definissem O Que É Um “Perito” Em Matérias Como O Ensino Da Matemática, Na Perspectiva Do(s) Encomendador(es)

Não me quero alongar sobre a forma como este tipo de trabalhos é “encomendado” e do que sei acerca da forma como estas coisas são apresentadas, porque é chatp. Tive a oportunidade, há uns anos, de ler um “projecto” de relatório de um grupo destes e aquilo era confrangedor. E depois há aquela coisa que ofende muitas vezes os “encomendadores” que é saber-se as conclusões dos estudos só de ler o nome dos “peritos”.

Pub16Jul19

Público, 16 de Julho de 2019

Como É Que Diz Que Disse?

(por outro lado, explica o mais do que frequente fracasso das terapias usadas para a combater)

A Waste of 1,000 Research Papers

Decades of early research on the genetics of depression were built on nonexistent foundations. How did that happen?

In 1996, a group of European researchers found that a certain gene, called SLC6A4, might influence a person’s risk of depression.

It was a blockbuster discovery at the time. The team found that a less active version of the gene was more common among 454 people who had mood disorders than in 570 who did not. In theory, anyone who had this particular gene variant could be at higher risk for depression, and that finding, they said, might help in diagnosing such disorders, assessing suicidal behavior, or even predicting a person’s response to antidepressants.

Back then, tools for sequencing DNA weren’t as cheap or powerful as they are today. When researchers wanted to work out which genes might affect a disease or trait, they made educated guesses, and picked likely “candidate genes.” For depression, SLC6A4 seemed like a great candidate: It’s responsible for getting a chemical called serotonin into brain cells, and serotonin had already been linked to mood and depression. Over two decades, this one gene inspired at least 450 research papers.

But a new study—the biggest and most comprehensive of its kind yet—shows that this seemingly sturdy mountain of research is actually a house of cards, built on nonexistent foundations.

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