#ÓNossaSenhoraAosPulinhosNaOliveira!

E depois queixam-se que a petizada divulga muito da sua privacidade nas redes sociais. O bom senso está, claramente, em situação de défice acentuado. Sim, mesmo com reservas quanto a certos aspectos, esta ideia, que à primeira vista parece “gira” e toda youtuberIáDude! (belo recurso ao windoh, esse exemplo maior do estudante de sucesso tuga), levanta uma série de questões que nem vale a pena desenvolver.

#EstudoEmCasa – Ministério desafia alunos a partilhar fotos das suas novas “salas de aula”

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Entretanto, até reentrei ao fim de anos na minha conta só para ver as coisas. Não são catastróficas, mas continuo a pensar que falta bom senso… ainda para mais porque a miudagem parece estar a ser fotografada por adultos e tudo. Enfim… e depois não há tempo e tal…

 

(#idiotasdegabinete, #parolice institucional, #modernaçosda treta, #voucaçargambuzinos&paparucos)

Mas, Mas, Mas… Continuam Parvos?

Apesar da interrupção da aulas, cada agrupamento de escolhas [sic] tem de garantir o acolhimento dos filhos de trabalhadores de serviços essenciais, como os profissionais de saúde ou das forças de segurança. A medida está prevista no decreto-lei que estabelece as medidas excecionais e temporárias relativas à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID 19, publicado esta sexta-feira à noite em Diário da República.

De acordo com o decreto, em cada agrupamento de escolas tem de ser identificado um estabelecimento de ensino que promova o acolhimento de filhos e outros dependentes dos “trabalhadores de serviços essenciais”. Quanto a quem são esses trabalhadores, a definição é alargada: “profissionais de saúde, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais, de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como outros serviços essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos, na sequência da suspensão” das atividades letivas.

Mas, sendo de anos e turmas diferentes, o que se faz? Ficam a jogar à bisca não lambida numa sala?

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Faz Todo O Sentido!

Desaconselhar ou proibir os cumprimentos com a mão entre os jogadores de futebol (ou algumas outras modalidades) no início dos jogos para evitar eventuais contágios, mas depois eles andarem 40 a 90 minutos (conforme a modalidade) a perdigotar, cuspir ou fazer aquelas coisas interessantes a partir das narinas quando se sentem entupidos, como se não fosse esse um risco muito maior.

lampadinha21