A Ler

Concordo, até porque me parece que tão grave quanto a amputação da Filosofia no currículo é a truncagem de grande parte do trajecto intelectual da Humanidade nos conteúdos tidos por “essenciais”, para reduzir a disciplina a uma pretensa (e contraditória) “objectividade”. Uma coisa é ter de adaptar os conteúdos a uma carga horária impensável, outra cortar momentos e figuras fulcrais do desenvolvimento do pensamento filosófico. Parece que interessa apenas o ponto a que se chegou na perspectiva dos “vencedores”, e cada vez menos como aqui chegámos.

O exame de Filosofia como pudim instantâneo

Isto não passa de mais uma triste fraude a acrescentar a muitas outras na área da Educação, algumas até bem mais graves, mas quase todas elas cobertas com o silêncio de uns e a cumplicidade de outros.

Releitura do pensador de Rodin