Material Das Reuniões De Rede, Para @s Director@s Reflectirem E Espalharem A “Cólidade” Educativa Em Cascata

Agradeço o envio a uma das habituais “mãos amigas”, que ficam no anonimato, para o ministro Costa não se descompensar (mais). O “pafismo” educacional continua vivo!

Por Exemplo… 2

A “minha” APH (embora não seja associado) cobra 85 euros aos sócios (115 aos não sócios) por cada acção com 25 horas, mas ao menos não são dadas por elementos dos órgãos sociais. Mas, phosga-se, é caro, mesmo que digam que têm qualidade.

Já num outro caso, o grupo de formadores inclui diversos membros dos órgãos sociais e a tabela é assim, sendo claramente “inflaccionados” os preços dos cursos online.

Uma outra associação, sem acções abertas (por isso não dá para ver quem são os actuais formadores) apresenta um preçário concorrencial (embora em outra área). Também por aqui não se sabe quem está em mobilidade.

Perante isto, quem tem moralidade para reclamar a formação “gratuita” que aparece no ECD se os seus “representantes” disciplinares fazem isto? Sim, quem dá formação deve receber, mas…

Finalmente, No JL/Educação

O texto escrito a 30 de Agosto e que só acabou por ser publicado, esta quinzena, à 3ª tentativa, já depois de o ter divulgado aqui pelo blogue. O curioso – ou nem por isso – é que faz tanto sentido agora como há mais de um mês. Ainda mais curioso foi ver, nestas últimas semanas, uma alegre pilhagem do que escrevi em pelo menos duas prosas em outros “meios” que, mais do que inspiração, buscaram a poupança de transpiração. Mas ainda bem, porque o mais importante é que essas ideias se disseminem, certo? 😉

Forme-se E Certifique-se Como Avaliador Por Apenas 153 Êrus! Não Deixe Para Amanhã Quem Pode Avaliar Hoje!

Aposto que vai estar cheia de gente que se afirma contra a add, as quotas e todo o “modelo”., mas mal bate a a oportunidade… aproveita para dizer “mais vale ser eu do que xyz”. Por outro lado, se tanta gente tem preenchido muitas formações como esta, não vale a pena baterem a porta a quem não quer ter nada a ver com isto, certo?

E já agora… não vejo nenhum conteúdo ou competência a desenvolver na área do conhecimento do direito administrativo, da deontologia ou da ética, mas acredito que nada disso interesse para a função.

FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES > SUPERVISÃO PEDAGÓGICA NA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

(…)

ENQUADRAMENTO:

A Ação proposta pretende fornecer as competências básicas de supervisão pedagógica na especificidade da avaliação do desempenho docente (ADD). A clarificação, a diferenciação e a relação dos conceitos “supervisão”, “supervisão pedagógica”, “avaliação formativa”, “avaliação sumativa”, “avaliador interno” e “avaliador “externo”, serão as linhas condutoras da Ação. A legislação mais recente sobre a ADD [qual?], sobretudo os aspetos processuais, será outro dos aspetos a ser focado.

(…)

COMPETÊNCIAS:

Pretende-se que os destinatários adquiram as competências de supervisores pedagógicos no âmbito específico da ADD. No final, os participantes deverão ser capazes de se situar no cargo de avaliadores de desempenho docente enquanto supervisores pedagógicos bem como dominar os procedimentos inerentes a uma coerente ADD. Esta Ação é, assim, dirigida a todos os que ocupam, ou que prevejam vir a ocupar, cargos de coordenadores pedagógicos, coordenadores de departamento, delegados de grupo, subcoordenadores de departamento e a todos os outros que de alguma forma se encontrem em posição de avaliar os seus pares.

Mas Estão A Falar De Que Professores?

Dos novos ou dos envelhecidos? Se é dos novos, calma, que têm tempo. para aprender.. porque se os velhotes não faltarem (como afirma o ministro), nem sequer têm vaga.

Cursos que formam professores têm base “sólida” de linguística, mas inconsistências no ensino da leitura e escrita

Há uns bons anos, quando disse que havia insuficiências evidentes nos cursos de formação de professores, uma figura inoxidável (mas discreta) do sistema disse-me logo que estava tudo certificado pela A3ES. Pouco tempo depois, é ver quem fez (ou faz) carreira na formação de professores, quando se transforma em “investigador@” ou “perito” (no caso da Edulog), a encontrar todas essas e muito mais falhas. Tudo depende da situação ou posição relativa em cada momento

Falta experiência de sala de aula na formação de professores do 1.º ciclo

Para quem estiver distraíd@, gostaria de chamar a atenção para o facto da divulgação deste tipo de estudos acontecer de forma curiosamente articulada com as conclusões de outro estudo, do IAVE, sobre as provas de aferição do 2º ano.

Coincidências…

O Rejuvenescimento Da Formação?

Que investigadoras tão jovens! Já terão quanta experiência em fazer isto um ano inteiro com meia dúzia de turmas? E 53 euros “preço de lançamento!) por 2 sessões de 2 horas? Estarão a gozar com quem? Com quem se inscreve e paga é mais do que certo. Basta ir ver o currículo oficial das duas jovens para percebermos que isto é tudo criado em aviário (com verniz de projecto maia, consultorias para o Mé e coisas desse género) com o devido respeito pelo profissionalismo de ambas, claro. Mas que isto me parece só “negócio”, não posso negar. Avaliação por “rubricas” com esse ou outro noem já eu fazia quando elas iam a caminho da escola primária.

No NOVO workshop da academia.pt – Avaliar com rubricas –, irá entrar em contacto, de forma prática, com atividades para estruturar e construir rubricas analíticas e holísticas, uma ferramenta que apoia a observação, a reflexão e a orientação das aprendizagens dos alunos.

Não perca a oportunidade de participar neste curso de curta duração, orientado por Daniela Ferreira e Louise Lima, investigadoras do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE). Aproveite o preço especial de lançamento!