Já Lá Vão Cinco Anos E Meio…

… que escrevi o post abaixo contra o projecto, então do governo da troika/passos/portas, de aplainar e indiferenciar as carreiras da administração pública. Estava contra nessa altura, como ainda antes em outros textos contra a indiferenciação (este é de 2010), tal como agora, porque, na essência, o actual governo do PS apenas quer fazer o que a “Direita” não conseguiu: acabar com as carreiras especiais ou terraplaná-las sem remédio.

Da Carreira Salarial Única

dupontd

Cartografia Parlamentar

Pessoalmente, juntaria todos os pequenos partidos (Livre, Chega, Iniciativa Liberal, PAN e CDS) – fazem uma dúzia – numa fila ali à frente no hemiciclo, seguidos uns aos outros, por ordem crescente ou alfabética (qualquer das hipóteses proporcionaria vizinhanças promotoras da tolerância inter-partidária).

cabecinha_pensadora

Aquilo De Que Realmente Sinto Falta…

… é de um movimento consequente, na blogosfera ou fora dela, preferencialmente nas escolas e agrupamentos a partir das próprias lideranças, no sentido de flexibilizar o modelo de gestão escolar e dar a autonomia aos agrupamentos/escolas para decidirem se querem lideranças unipessoais ou colegiais e se preferem a inclusão no modelo de eleições abertas interpares para as chefias intermédias ou escolhas condicionadas pelas direcções.

lampadinha21

 

Quanto Aos Defensores Do Voto Obrigatório

Estais bem acompanhados… sois a vanguarda da democracia.

Além do Brasil o voto só é obrigatório em mais 20 países. Veja quais são:

  • Argentina
  • Austrália
  • Bélgica
  • Bolívia
  • República Democrática do Congo
  • Costa Rica
  • República Dominicana
  • Equador
  • Egito
  • Grécia
  • Honduras
  • Coreia do Norte
  • Luxemburgo
  • México
  • Nauru
  • Paraguai
  • Peru
  • Singapura
  • Tailândia
  • Uruguai

Na civilizada Bélgica, o voto obrigatório não impediu a vitória da extrema-direita. Nem no Brasil, a do Bolsonaro. Portanto… é capaz de não ser a fórmula que explica a bondade ou maldade dos resultados.

cabecinha_pensadora