Phosga-se – Secção “As Instruções São Para Cumprir, Ou Não, É Conforme”

Instruções de início do ano para a elaboração de horários, em particular do 1º ciclo.

(…)

Horário de uma turma do 2º ano do agrupamento em causa, com as AEC todas empilhadas, o que faz com que @ colega tenha em 3 dias mais horas do que as legalmente previstas. Mas, como é habitual, é “conveniência do serviço”.

Degenerescências

As organizações, como os organismos, tendem para a entropia. Mas como nestes há seres que medram na decomposição dos tecidos, naquelas, há criaturas que se parecem sentir-se melhor se a mediocridade se instalar no funcionamento, porque se nota menos que…

Mas isto foi só um pensamento que me passou por aqui, nem estou bem a ver porquê.

4ª Feira

Há quem pareça especialista em convencer as outras pessoas a fazer o que antes pareciam não querer (não é por acaso que já dupliquei as “aparências”), dizendo-lhes o que acham que elas querem ouvir. O problema é quando não fazem a mínima ideia do que se quer ouvir e apenas dizem aquilo que as próprias gostariam de ouvir naquela situação. E por vezes percebe-se o quão pobrezinhas são as ambições que projectam em outrem. E ainda há quem se amofine por existir quem não aceite limitar-se a tamanha pequenez.

A Minha Sugestão Para Uma Rápida Substituição De Marta Temido

Depois da entrevista que ofereceu ao Expresso, ficámos a saber que:

Tem forte apetência por funções executivas.

Afirmou-se uma convicta mulher de Esquerda.

Defendeu a valorização das carreiras da Administração Pública.

O que já sabíamos?

Que o Super-Mário acha que ela é muito boa à mesa (das negociações).

Proposta

Peante o encerramento frequente de serviços de urgência nos hospitais e a falta de médicos especialistas, proponho que se aceitem a partir de agora “médicos” com 80 créditos em qualquer área da Saúde (incluindo as Terapias Alternativas) ou que se possam usar créditos de cadeiras em Ortopedia ou Podologia para preencher as necessidades em Obstetrícia ou Neurologia, em vez de se andar a discutir o aumento da remuneração dos profissionais devidamente qualificados.

Investigação?

Na semana que passou, mãos amigas (plural, que eu gosto de cruzar fontes) facultaram-me uma diatribe relativamente recente de um dos cortesãos maiores da Educação Costista contra todos os que vão contra a sua Fé e o seu Verbo, alegando, por exemplo, que os críticos das suas platitudes não praticam “Investigação” na matéria, pelo que deveriam reduzir-se a um prudente e envergonhado silêncio.

Ora bem… eu sou reconhecidamente imprudente, mas também sei a diferença entre “Investigação” e umas cenas que dão para fazer 20 artigos, com esta ou aquela colaboração, quase clonados em diversos suportes e línguas, que não passam de revisão da literatura e eventuais dados de “estudos de caso” sobre a “problemática”. Nos meus tempos – e sou mais novo – isso daria para fazer um trabalho de uma cadeira da licenciatura ou um relatório do seminário de mestrado com nota mediana. è que mesmo em alguns nichos “Ciências Ocultas da Educação” não devemos colocar a fasquia tão baixa, só para ser inclusiva e dar indicadores de “sucesso” para efeitos académico-políticos.

Despeduradamente, Despudoradamente

Ó nóssa senhora de são domingos da agrela, que a abelha está picar forte na ética, mas muito mal na irtugrafia. Deve ser dos nérvios. Mas já corrigiu. Acontece aos melhores. É natural. Até aos mais fraquitos, como eu. Ou ao Iavé.

É o chamado post em código, só para avisar que a coragem pelas costas, não é coragem. Mesmo quando não é comigo, mexe com a minha “sensibilidade”.