Interessante

Com algumas propostas de plataformas (em especial para usar com alunos que dominem o inglês) que desconhecia.

Please Stop Teaching Like Everything is Normal

As I sit at home with my 5 1/2 year-old and 2 year-old attempting to figure out some kind of routine and manage my own anxieties, I have been struggling not to cringe as I watch the entire country turn educating kids into a huge social and technological experiment.

The approaches range widely, with some schools and districts switching entirely online, requiring students to submit work for a grade and running daily Zoom “classes” for kids as young as elementary, and some districts, like mine here in Philadelphia, directing teachers not to teach online at all due to FAPE (Free Appropriate Public Education) law and instead providing families with enrichment materials.

Before all of this, a common buzz phrase was “trauma-informed teaching.” For all of the buzz, I have not seen a lot of these specific conversations happening (please prove me wrong). Yes, kids need structure (although, I’m learning that schedules are not for all kids—raises hand) and yes, kids need something to do that feels normal. However, in talking with my students this week through Hangout, the ambiguity of the work they are being given and the potential for it to count later is stressful. The difficulty teachers can have trying to address kids’ individual needs digitally (especially students with IEPs or our ELL population) are also stressful. Students are also finding it hard to focus as things as they watch the SAT they registered for be canceled, as they follow events on social media, are distanced from their friends, feel the stress of their parents, worry about how/if they will graduate or if they will get to wear the prom dress or suit they were so excited to wear.

We have kids whose family members are working in healthcare and at grocery stores who are directly on the front lines. There are kids with parents or other family members with compromised immune systems, or whose own immune systems are compromised. We have families where a parent has lost a job, and families where there is not enough food on the table. Even for families without these issues, often both parents are working from home and trying to balance their own jobs and their kids. Single parent homes are struggling to balance caregiving, remote work, or going to work and attempting to find child care. These are not normal times. Trauma abounds.

(…)

MaryBeth

Leituras

Agradecendo ao Livresco a partilha.

Projecções para os EUA:

I think most people aren’t aware of the risk of systemic healthcare failure due to #COVID19 because they simply haven’t run the numbers yet. Let’s talk math.

O adiamento de exames por lá:

ACT, SAT student testing postponed due to coronavirus

A Inglaterra optou por uma estratégia alternativa que pode estar a falhar em grande escala:

UK may have up to 55,000 cases of coronavirus already, says chief scientific adviser

A necessidade de encarar a ameaça como algo singular:

This Coronavirus Is Unlike Anything in Our Lifetime, and We Have to Stop Comparing It to the Flu

As redes de solidariedade:

A pandemic of solidarity? This is how people are supporting one another as coronavirus spreads

fantasma

Informação Sobre O COVID-19 Pela Europa (O Caso da Educação)

Irei acrescentando à medida que for fazendo a pesquisa. Mas comecemos pelo material da Organização Mundial de Saúde que explica a origem da doença.

 

Espanha

França:

 

 

Inglaterra:

Inglaterra

Irlanda:

 

 

Irlanda1

 

6ª Feira

Na ordem do dia está a escrita ou a chamada de atenção para o covid-19 e a sua expansão acelerada. Já li há muitos anos a edição não abreviada do The Stand do Stephen King, pelo que me sinto preparado para enfrentar boa parte dos disparates e irracionalidades à solta, mas também os perigos de uma pandemia quando temos as gerações mais certificadas de sempre, mas também das mais vulneráveis ao boato e à sugestão mais parva que possam ouvir ou ler.

(e incluem-se em declarações apalermadas as do actual delegado regional de Saúde da zona de Lisboa, que antes era da margem sul, do Barreiro, demonstrando de passagem que não é por não se ser do PS que não se continua a ter carreira na pós-geringonça…)

Mas gostava de chamar a atenção para dois factos mais “globais”.

O índice Dow Jones de Wall Street teve a sua maior queda de sempre no dia 27 de Fevereiro e perdeu mais de 4.500 pontos entre 21 e 28 de Fevereiro (perda acumulada superior a 15%). Em qualquer outro momento, isto corresponderia a uma crise financeira e económica profunda. Mas… se repararem, nada quase se ouviu sobre o assunto e todos agem como se estivéssemos apenas perante um bump in the road. Isto significa uma de duas coisas (ou as duas): ou as anteriores quedas que provocaram ondas fortíssimas de impacto a nível global que poderão ter sido exageradas muito para além do seu real efeito ou estão, desta vez, a minimizar, o que se passa no presente. Mas não deixa de ser “curioso” quem, desta vez, ninguém dramatize o que seria, em outra altura, um crash dos históricos.

Os fluxos turísticos estão já a ser afectados de forma algo assimétrica, mas é muito possível que o surto ainda não esteja em contenção durante o início do Verão no hemisfério Norte (a menos que o calor o mate como previu o cientista Trump), o que corresponderá a uma forte retracção da procura turística e não apenas nos destinos tidos por mais arriscados. No caso de Portugal, que tem feito assentar muito do seu “sucesso” em termos de “exportação” no produto-turismo, isto pode ter efeitos que farão cair o castelo de cartas que alguns gostam de apresentar como genialidade sua, mas que é apenas uma feliz conjugação de circunstâncias. E não estou apenas a pensar no actual presidente da Câmara de Lisboa, que aparece na TVI24 com as análises políticas mais entediantes desde os discursos de horas do camarada Fidel (que ao menos expressava algumas emoções). Quando (mais do que “se”) alguns dos maiores festivais musicais de Verão começarem a ser cancelados ou “reavaliados”, perceberemos que a “bolha” é apenas isso mesmo e que há magos que de magia nem sabem tirar um coelho da secção de frescos de um supermercado perto de si.

VerdadeTruth

A Ler…

… em especial pelos pseudo-novos. Calma, não estão sós na vossa luta contra os velhos que ganham imenso.

Exclusive: ‘Older teachers bullied to breaking point’

Union says bullying is ‘rife’ in order to drive out expensive older teachers, while psychotherapist reports ‘massive increase’ in teachers seeking counselling.

heinz ketchup