E No Sapatinho?

Em termos gerais, dificilmente alguma coisa que valha a pena. A pior foi mesmo saber que a ministra Leitão recebeu a missão de destruir a ADSE como a conhecemos por via da opção “mutualista” que, como sabemos, modalidade que tão bons resultados deu nos últimos tempos no Montepio. Portanto, mais vale que nos contentemos com o sapatinho familiar e que se perceba que o “grande plano” não era apenas da troika ou da “direita”. É algo transversal e tivemos quatro anos de paz social institucional que permitiu que tudo isto fosse preparado nas calmas. Mas é Natal, vou reservar coisas mais desagradáveis para outro dia.

Hoje é dia da bela azevia.

NAtal CArtoon

E Boas Festas…

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… para tod@s @s que, com os seus actos ao longo do resto do ano, não fazem por as desmerecer. Porque há momentos em que até um empedernido como eu deseja que exista uma qualquer entidade que consiga ver as almas terrenas e prendá-las de acordo com os devidos merecimentos, que o Pai Natal anda velhote e parece-me um pouquito míope.

Como voto de Boas Festas é pouco ortodoxo, mas se assim não fosse não seria bem a mesma coisa, certo?

“Debates” Que Chateiam Na Quadra Natalícia – 1

A questão que parece concentrar quase todas as atenções no plano político é “até onde pode chegar o partido do André Ventura?”

Ora, não sendo eu especialista em análises de esplanada, sejam ” A Pérola da Madrugada” na Zimbroeira de Cima, sejam ” A Versalhes” ali nas Avenidas, quer-me parecer que pode chegar onde chegou o PP/CDS do Manuel Monteiro/Paulinho das Feiras/Mata Bué Gira do Indy, mesmo que digam que os “programas” ou “projectos” políticos não são exactamente os mesmos. Só que na maioria das esplanadas os anti-federalistas nacionalistas de há 25 anos distinguem-se pouco dos nacionalistas qualquer coisa de agora, tirando aqueles que ou eram muito petizes na altura ou que se desiludiram com o Santana Liberal e que acabaram por ter de criar dita Iniciativa (que em dois presidentes já tece um espécime de cada tipo) .

Podemos teorizar o que bem quisermos e fica bem aos politólogos acharem que estão perante novo que carece do seu olhar analítico, mas convenhamos que este “populismo” já foi novo há muito tempo.

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É Aproveitar

Uma editora cheia de livros interessantes para as “esquerdas” como cá não existe (a Tinta da China não é o mesmo, falta-lhe “massa crítica”), com gente a escrever depois de pensar e não apenas em piloto automático. Entre nós, assim, temos o André Freire (sim, sei que há muitos adeptos do BSS, mas eu não sou grande fã do relativismo só para algumas coisas) e pouco mais, porque muito do resto são os estudos pela malta do costume, após subsídio oficial, do instituto da “reitora”.

São promoções a sério. Sobre todos os livros, sem ser em cartão ou para gastar em nova encomenda. E o envio são apenas 6 libras, mesmo que mandem vir 10 ou 15.

Verso

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