A Ler

The U.S. election proves that this divisive style of politics is still viable.

It should not take the largest voter turnout in U.S. history to guarantee that a president rejected by the majority of the American people actually stops being president.

A narrow Biden victory offers four years of gridlock—and that’s the best-case scenario.

The President has survived one impeachment, twenty-six accusations of sexual misconduct, and an estimated four thousand lawsuits. That run of good luck may well end, perhaps brutally, if Joe Biden wins.

A Ler

A pobreza do debate sobre a disciplina de “Educação para a Cidadania e Desenvolvimento”

Uns são contra, outros a favor. Muito bem. Mas contra e a favor do quê? Da existência da disciplina? Da sua obrigatoriedade? E porquê? Adivinha-se, mas não se sabe.

(…)

O motivo por que se não sabe é que os manifestos não demonstram grande vontade em discutir estes assuntos. E assim vai o debate sobre a educação e a cidadania em Portugal, resumido a um jogo de ténis em que as palavras fazem as vezes de bola. Talvez ajudasse se os subscritores frequentassem a disciplina, ou que se dessem ao trabalho de falar com estudantes e professores da mesma. Ou, pelo menos, que contribuíssem para uma reflexão séria sobre o papel da educação em Portugal perante diferentes conceções de cidadania. Não o fazendo, não dão um grande exemplo de cidadania e desenvolvimento.

As Duas Faces Do Pensamento Mágico

Há quem ache que uma aula por semana (por vezes apenas num semestre) de Educação para a Cidadania é a solução para um mundo mais justo e que essa será a chave para contrariar as restantes 167 horas da semana em muitas vidas. E há quem ache que essa mesma hora conseguirá destruir toda a belíssima educação familiar construída no recato do lar, em sã convivência com os valores mais tradicionais.

Como é óbvio, não sinto qualquer identificação com estas “tribos”, que andam a hiperbolizar argumentos e a cavar trincheiras, como se nada de mais interessante existisse para fazer ou em que pensar.

Vou leccionar a disciplina a duas turmas e vamos divertir-nos e tratar assuntos interessantes, esperando passar ao lado de qualquer salpico da parte idiota desta polémica que está a ter cada vez contornos mais caricatos e entrincheiramentos argumentativos com palavras e expressões como “quem tem medo” e “em defesa da liberdade” que até faz pensar que estamos perante mais do que 45-50 minutos semanais de uma criação curricular à medida de alguns, é certo, mas longe de ser uma qualquer pileca a anunciar o Apocalipse Social.

Deixem-se de tretas… a Civilização não está em risco por causa disto e nenhuma das claques a está verdadeiramente a defender, dando antes tristes exemplos de enorme intolerância cívica perante qualquer contraditório ou contrariedade. E querem ser estes adultos a dar exemplos à petizada, na escola ou em casa?

Já Chegou Tirarem Horas A História…

… não a metam agora ao barulho por causa da Cidadania. Porque há gente, incluindo da área da História e com alguma notoriedade, a justificar ou criticar a necessidade de abordar alguns temas relativos à Cidadania porque na dita História existem conteúdos abordados de forma “ideológica”. Uns criticam o programa por não denunciar aos berros o colonialismo quando se aborda a Expansão Portuguesa, enquanto outros consideram que existe uma distorção na forma como se analisam as ditaduras e totalitarismos do século XX, seguindo-se uma linha alegadamente “esquerdizante”.

Isto irrita-me mais do que devia porque volta a existir uma imensa ignorância (ou má fé pura e dura) no meio de muita presunção e arrogância argumentativa. E irrita tanto mais quando leio historiadores (ou serão “historiadores”?) a defender abordagens perfeitamente anacrónicas de algumas questões.

A questão do colonialismo e escravatura é recorrente nos últimos anos, como se fosse essencial que, por exemplo, a propósito da exploração da costa africana, da abertura da rota do Cabo ou do descobrimento (na perspectiva europeia, claro, que as populações indígenas já sabiam que existia, eu sei) do Brasil, fosse obrigatório qualificar o Gil Eanes, Diogo Cão, Bartolomeu Dias, Vasco da Gama ou Pedro Álvares Cabral como exemplos maior do colonialismo eurocêntrico, mas se apagassem as práticas de esclavagismo e dominação existentes fora da Europa, antes da chegada dos portugueses. A verdade é que esses temas são tratados e não escondidos, salvo em casos residuais que ainda considerem que a História está ao nível dos manuais patrióticos dos anos 20, 40 ou 60 do século XX. O mais curioso é que há gente de “esquerda” que muita clama a este respeito, mas depois oculta o colonialismo e racismo evidente de alguns vultos da história política da esquerda portuguesa, a começar por muitas personalidades do republicanismo.

Por acaso, até sou dos que gosta de destacar que nos princípios originais do liberalismo ocidental existe uma enorme carga de preconceito racial, social e de género, não se devendo esquecer que não são poucos os casos de defensores da “igualdade” e do princípio de que  “homens nascem todos iguais” que eram esclavagistas ou, no mínimo, não se incomodavam nada com a existência da escravatura ou a exclusão do direito à cidadania de mulheres ou indivíduos sem rendimentos suficientes para pagar impostos. O que eu gostava mesmo era que se usassem padrões coerentes para se abordarem todas estas questões e, por exemplo, se apresentassem as fortes críticas de Tocqueville à existência da escravatura nos estados do sul da jovem democracia liberal americana. Ou que se destacasse a ausência de preocupações nessa matéria por parte da maioria dos líderes revolucionários franceses de 1789.

Um dos erros mais básicos no tratamento dos temas históricos é retirá-los do seu contexto, olhando-os a partir dos valores do nosso tempo. Sócrates, Platão e Aristóteles defendiam um modelo de sociedade que hoje consideraríamos profundamente misógino e a própria democracia ateniense estava longe de o ser de acordo com os nossos padrões. Deveremos defenestrá-los da História da Filosofia e desfigurar as suas representações artísticas.

Voltaire defendeu de forma repetida (do Traité de Métaphysique ao Essai sur les mœurs et l’esprit des nations) teses poligenistas sobre a origem das raças, justificando as suas diferenças e mesmo uma natural hierarquização entre elas, em que os Brancos se revelavam superiores a todos os outros. Era racista? A bem dizer… sim! O que fazemos? Degolamos as suas estátuas e esquecemos tudo o resto?

A Europa deve muita da sua liberdade e do combate contra o imperialismo nazi a Churchill, um impenitente colonialista durante as primeiras décadas do século XX.

Mais valia que muita gente defendesse que a disciplina de História não fosse leccionada a galope, depois de ver retalhada a sua carga horária, com a justificação de que os seus conteúdos são chatos e pouco apelativos, a menos que sejam abordados da maneira “certa”, em outra disciplina. Polemizem sobre a Cidadania, mas não metam a História ao barulho, de forma ignorante, truncada e pelas piores razões. Ouvir relativizadores do papel da Inquisição ou das técnicas de tortura do pós 11 de Setembro armados ao pingarelho, a criticar a intransigência alheia ou adeptos da revolução cultural chinesa a criticar os atentados aos direitos humanos no século XV está para além dos limites de qualquer Comédia Humana.

Agora, No Público

O texto de há um par de dias, com ligeiros acertos, pronto para desagradar e gregos e persas. Mas fica desde já escrito, até para conhecimento presente e memória futura.

Cidadania e Desenvolvimento: uma polémica hipócrita

O que me incomoda mesmo é que as escolas tenham deixado de ser, nessa vivência quotidiana, espaços de Democracia e Tolerância e que acerca disso quase ninguém se indigne.

A Polémica Em Torno Da Disciplina De Cidadania E Desenvolvimento

(texto para levar pancada de muita gente, mas que é mais a sério do que pode parecer aos apressados do politicamente correcto e seus adversários…)

Não tenho escrito sobre o assunto, porque acho que, em termos técnicos e “científicos”, a polémica se tem caracterizado pelo que se pode classificar como “parvoíce” com uma fortíssima base ideológica.

Em dois pontos eu esclareço a minha posição acerca da coisa em si:

  1. Sou favorável à abordagem na escola, de modo efectivamente transversal e principalmente através dos exemplos da prática da vida quotidiana, de alguns dos temas mais polémicos que despertam a fúria a alguns encarregados de educação e a alguns jarretas políticos.
  2. Acho que esses temas não devem ser leccionados de forma doutrinária e com uma avaliação formal numa disciplina equivalente à Matemática, História ou Inglês, mas sim de uma forma que fuja ao tradicionalismo da opção encontrada.

Dito isto… parece que fico naquela terra de ninguém que poucos aprovam, porque acho que a disciplina é um acrescento curricular sem grande sentido, nascida de uma espécie de capricho de quem pode decidir estas coisas e desenhar o currículo à medida do seu politicamente correcto, mas não me choca que se abordem na escola pública temas como a tolerância, a diversidade religiosa ou mesmo a identidade de género, em especial a partir do 2º ou 3º ciclo, discordando das teses da “lavagem ao cérebro”, porque, tirando algumas criaturas dogmáticas que até podem escrever na comunicação social, mas raramente dão aulas, a generalidade dos professores que lecciona a disciplina desde que foi inventada (como eu) optam por uma abordagem sensata dos temas. A menos que seja aquela partir da Educação Financeira, que me faz rir mesmo muito.

Mas esta terra de ninguém é onde está essa maioria dos docentes que leccionam a disciplina e que ficam calados perante um conflito que não existiu no tempo próprio e apenas surgiu porque um governante decidiu meter a colher onde não devia, tomando uma decisão que, não sendo formalmente peixe nem carne, deu origem a que se criasse uma espécie de situação de “delito de opinião” e um encarregado de educação se apresentasse como “mártir” do politicamente correcto, quando o que esteve em causa foi o chumbo administrativo de dois alunos com uma fundamentação que nunca vi usada para qualquer outra disciplina.

A realidade conhecida por pais e professores é que, como ou sem “objecção de consciência” há alunos que faltam que se fartam a disciplinas de que não gostam e, no fim, se tiverem as “positivas” necessárias para transitarem no Ensino Básico, não ficam retidos, porque o enquadramento legal é que essa é uma situação de excepção. Um aluno “chumba” a uma disciplina (ou duas) e passa sem problemas. Pode ser História, pode ser Inglês, até pode ser a sacrossanta Matemática e ninguém recorre e mete governantes à mistura, com despachos ambíguos que dão cobertura a tudo e o seu contrário.

O que significa que a disputa em presença surge de forma tardia e pelos piores motivos, envolvendo gente que nunca se dignou discutir o assunto até atingir um elemento da “sua” clique ideológica ou provocar manifestos contra a “sua” disciplina. E agora surgem por aí as mais inflamadas posições, raras vezes com fundamentação que quem lecciona a disciplina como eu reconhece como vagamente ajustada ao que se passa nas aulas.

A aprendizagem da Cidadania é um imperativo? Sim, claro, e faz mesmo muita falta desde tenra idade.

A Cidadania tem uma definição unívoca e doutrinária? Não deveria, porque isso quase é uma contradição nos seus termos.

A polémica em decurso é mesmo sobre “Cidadania e Desenvolvimento”? Não, de forma alguma, é quase em exclusivo sobre um ou dois dos seus conteúdos programáticos mais “fracturantes”.

Quem se tem pronunciado sobre a questão tem motivações de natureza cívica ou pedagógica? De modo algum, limitam-se a (re)agir de acordo com a sua agenda política e os seus credos religiosos e ou ideológicos.

Pessoalmente, tenho reservas em relação à criação de disciplinas do tipo doutrinário, com conteúdos ajustados aos interesses e crenças deste um aquele grupo dominante na governação da Educação. Mas acho que a Escola é um local para a formação dos futuros cidadãos, em especial quanto a valores como a Democracia e a Tolerância. Que devem ser transmitidos em especial a partir do exemplo e da sua vivência quotidiana.

O que me incomoda mesmo é que as Escolas tenham deixado de ser, nessa vivência quotidiana, espaços de Democracia e Tolerância e que acerca disso quase ninguém se indigne. Dos dois lados desta polémica repleta de hipocrisias.

 

 

On/Off

Ando desatento ao ponto de só hoje de manhã ter percebido, pelo alarme na SIC, preocupada em explicar a “ilegalidade” da gravação, na qual ficou registado que o actual PM decidiu, em amena cavaqueira com os jornalistas que o entrevistaram em modo cúmplice qualificar os médicos envolvidos na situação de Reguengos de Monsaraz como “cobardes”. Compreendo o embaraço dos envolvidos por se ter conhecido o que realmente António Costa pensa sobre o assunto. É pena que a “coragem” só apareça quando se julgam os microfones desligados. O resto da “polémica” passa-me ao lado, porque há muito que sei a diferença enorme que vai entre as poses “de Estado” e a realidade de certas figuras que por aí andam e que pouco se distingue daquele discurso que tanto se critica ao povoléu das “redes sociais”. A verdade é que nem sei se mudam as moscas.

Muito Pelo Contrário, Bárbara!

Em grupos de professores nas redes sociais não faltou quem defendesse a opção da professora Isa e considerasse que ninguém é obrigado a gostar de ler para ensinar ou sequer para ensinar Português.

Parece que a professora Isa é a única que não gosta de ler…

Como é que uma professora que ensina as primeiras letras não gosta de ler? Iram-se os comentários nas redes sociais.

A parte boa das redes sociais é que tem de tudo e se há quem fique abismado com a candura da estrela-pop que não gosta de ler (continuo a falar da colega Isa), há um número muito significativo que subscreve a sinceridade. Nem sequer é bem uma clivagem geracional. É uma questão de atitude perante a essência do que se considera ser “professor@”. Há quem tenha (como eu) uma visão algo anquilosada d@ professor@ como alguém que gosta do que ensina, busca saber mais e lê por prazer para aprender e quem considera que ser professor@ é, no fundo, ser um@ comunicador@ que recorre aos livros se tiver mesmo de ser e não existir o google à mão.

Não adianta culpar as “redes sociais” por isso. As pessoas não concordam todas e os exemplos de professores dos vários níveis de ensino que não percebem (ou gostam) do que ensinam não contrariam a tese de quem se sente chocado ou valida quem acha que sim. Não adianta culpar a “formação de professores” que tão mal tratada tem sido entre nós., com gente instalada décadas no sistema de que diz mal. E a Bárbara sabe isso.

E acredito que a Bárbara estará, lá no fundo, do lado dos “irados”, mas terá desgostado da investida contra a professora Isa, tão simpática e tão moderna. Tão na moda. Todos sabemos que ninguém é obrigado a gostar de todas as matérias que fazem a sua especialidade. A mim irritam muito as guerras da religião na Europa nos século XVI e XVII, com uma enorme confusão de pernas no meio daquilo tudo. Também sou bastante ignorante em outras matérias que deliciarão colegas meus/minhas, enquanto gosto muito do que para eles não tem grande interesse (andei anos a contar – literalmente – navios e depois outros anos a passar capa a capa, revistas para ver quantas e quais mulheres apareciam na imprensa de outrora).

Mas o gosto pela leitura é algo transversal e, ouso mesmo dizer, estrutural para quem goste de aprender/ensinar. Até se poderá dizer que não gostam de ler livros, que preferem os “zingarelhos”. Mas que não se é leitor@, mas se gosta de ter livros em casa pelas estantes é de uma enorme indigência e dificilmente a Bárbara estará de acordo.

Podemos discordar do que achamos ser uma reacção de “turba”, mas isso não significa que legitimemos aquilo que a motivou.

Nem que ignoremos os apoios que a professora Isa despertou,  entre “altas instâncias” ou vários sectores das tais “redes sociais”. Não é só ela que não gosta de ler. Acredito que seja uma razoável maioria, porque nas livrarias somos quase sempre os mesmos. Há muito mais gente que se orgulha do sunset ou da chinelinha na areia. Ou em “correr mundo” e tirar selfies. As redes sociais têm muito mais disso do que recensões críticas ou comentários ao Tolstoi, ao Coetzee, ao Roth ou mesmo ao Sá de Miranda.

As “redes sociais” dificilmente se podem considerar uma coutada de impenitentes bibliófilos, elitistas e intolerantes.

Penso eu de que.

Ler

 

Pensamentos Do Desconfinamento – 2

Eu nem sei como o povo do bronze vai poder viver se não puder ir à praia como é seu direito constitucionalíssimo. E o desgosto que por aí deve andar com a necessidade de se ficar a uma distância socialmente incompatível com a exibição da esbeltura fit mantida a muito custo mesmo em confinamento. Se repararem há mais debate e polémica sobre a abertura das praias do que sobre a das escolas. Porque há que atender à sensibilidade de quem sente a injustiça de não poder partilhar as selfies do areal em liberdade.

Calimero

As Coisas Que Descubro Sobre Mim Nas Redes Sociais

Em discussão/polémica absolutamente desnecessária e ridícula a propósito de uma publicação numa “rede social”, de alguém que é meu amigo mas que coloca o que escreve sempre “público”, pelo que é comentável por qualquer um@, descobri que há pessoas importantes no mundinho político-académico deste país que acham que eu tenho “responsabilidades acrescidas” pois tenho presença relevante no “espaço público” ou, em outro termos “relevância pública”, que influencio a opinião de milhares de pessoas e até me tratam por “historiador”. Tudo isto (e mais) que poderia ser encarado como um interessante (mesmo se despropositado) conjunto de elogios (?) vem de quem em momento algum acho que essa minha “relevância” ou “responsabilidade acrescida” devesse ser tida em conta para uma série de questões sobre as quais escrevo. Ou seja, tenho “medalhas” de duvidoso mérito só quando é para me mandarem calar, não insinuar o que não possa provar imediatamente e, no fundo, ficar amestradinho senão ainda é capaz de me cair uma queixa qualquer por “difamação” ou “calúnia” porque isso é uma opinião sem factos.

Quando interessava mesmo, o que escrevi foi irrelevante. Quando lhes tocou a beira dos fundilhos, já é tudo muito “relevante”. Eu sei que sou volumoso como alvo, mas esta malta tem tendência para atirar para sítios onde não estou.

Não vou aqui reproduzir a longa resposta, que espero ser a última a esse respeito, que dei ao grupinho de pessoas que se armou em detentor da ética e da seriedade, mas que eu não me lembro de ter visto em tantos momentos em que ela foi necessária, tendo quantas vezes ficado solteira a razão dos que, como eu, protestaram contra situações de gritante abuso. Quando estas figuras optaram por estar do outro lado ou apenas fingir que não existiam. Nem a isso eram obrigadas, claro, que não era no seu lombo que as coisas caíam.

Apenas vou repetir algo muito simples: em termos pessoais, os meus encontros com a Justiça não foram traumáticos e correram de acordo com a verdade, mas isso não significa que eu considere que o Estado de Direito seja respeitado entre nós de uma forma transparente e completa ou que em muitos processos que por aí correm ou correram tenhamos ficado a conhecer a verdade dos factos ou, tendo-a conhecido, ela tenha sido considerada para efeitos de prova.

Se há quem se amofine com tão pouco é porque a hipersensibilidade aos fenos chegou antes da época certa.

Se valeria a pena estar aqui a nomear pessoas? Talvez, mas não me apetece porque, afinal, são residuais nas minhas preocupações e apenas serviram para perceber que as conversas públicas em “redes sociais” são apenas para as pessoas certas, sérias, éticas e tudo isso. Eu tenho demasiadas “responsabilidades acrescidas”.

bullshit-detector

(defendo a liberdade de opinião, mesmo aquela que se baseia no essencial na emoção e na amizade… não me digam é que se trata de outra coisa)