Não Vi

Mas acho um conceito fabuloso aquele das mamãs e papás contratarem uma supernanny, toda diplomada, para lhes ensinar a ser mães e pais. Pessoalmente, teria recomendado, há uns anos, uma consulta de planeamento familiar. Ou um duche daqueles bem frios.

shower

(se é assim que o balsemão pensa que salva a sic, nem quero ver como pensa que o rio salvará o país… embora, claro, eu saiba que ele não interfere nos “conteúdos”)

Anúncios

Abandonai Toda a Esperança, Vós, Que Aqui Entrais

As declarações deputado Silva (Porfírio, de sua graça) e o texto de Paulo Trigo Pereira no Observador são mais do que a exposição de pontos de vista pessoais sobre a questão da carreira dos professores. Ambos representam o inner core do actual PS de António Costa, aquele PS que não era pelo engenheiro mas nem sempre tinha coragem de o assumir com clareza, que acha que muito do que foi feito esteve bem, apenas tendo sido mal comunicado à populaça. Por isso, o que ambos transmitem é o que o actual PM quer que se saiba sem ele meter mais as mãos no assunto, até para não se baralhar nas concordâncias. Se a verborreia do senhor deputado Silva é especialmente pouco criativa ou imaginativa e tem o valor que se pode dar ao seu equivalente para as questiúnculas económicas (o Galamba mais novo, aquele que aparece naquelas coisas chatas relacionadas com o tal engenheiro, que já então o usava como amplificador, enquanto outros reviam os textos da “tese”), já o texto de PTP é todo um programa para a relação do governo com os protestos dos professores.

Há muita coisa que ali está e que pode passar despercebida de tão explícita que é. Passemos sobre a falta de transparência intelectual (olha-me eu a cair para os eufemismos) relacionada com o uso habilidoso do termo “retroactivos” para contaminar todo o debate e tentar colocá-lo num terreno considerado favorável. Essa de irmos atrás do engodo tem limites. Chega dizer o que acima fica.

Passemos ao que é mesmo importante. Vou isolar três questões (isto não vai ser breve):

  • A primeira tem a ver com o facto do PS de António Costa considerar que não existe qualquer compromisso com os professores acerca deste assunto, seja de forma directa ou indirecta (através de compromissos com os outros partidos da geringonça), Como escreve PTP  não se está em causa, em seu entendimento, o “incumprimento do programa de governo que está a ser cumprido (reversão de cortes e descongelamento respetivamente na primeira e segunda partes da legislatura), nem dos acordos do PS com os partidos à sua esquerda.” Aliás, qualquer “reversão” neste caso do congelamento seria uma reversão em relação a duas decisões do próprio PS (2005 e 2011). Seria reconhecer que fizeram mal e a injustiça foi causada por muitos dos mesmos que lá estão agora e aplaudiram. Não acreditem nisso, pois a arrogância do velho PS do engenheiro não desapareceu, só levou uns tiritos na máquina corporativa dos abrantes. Mas os outros andam todos aí, às claras e às escuras a plantar notícias e a encenar opiniões.
  • A segunda relaciona-se com a forma como PTP apresenta a forma de solucionar a disputa em torno da contabilização integral do tempo de serviço dos professores. A forma correcta é aquela que trata a questão como “política” e não como “sindical”. Desse modo “uma questão política de elevado impacto social e orçamental que deveria ser resolvida politicamente nas suas linhas gerais por Costa/Centeno com o acordo de Catarina e Jerónimo. A negociação com sindicatos deveria ser subsequente à negociação política e trataria dos detalhes.” Ou seja, em nenhum momento entram em linha de conta quer os professores, quer os sindicatos, quer o próprio ME. O ministro Tiago anda lá para tratar de “detalhes” com a secretária Leitão, enquanto o SE Costa “flexibiliza” os professores com conversas mansas pelo país. O Mário Nogueira faz o que o “Jerónimo” mandar e os outros “radicais” aquilo com que a “Catarina” concordar. Não é, já agora, por acaso e apenas por assim serem mais conhecidos publicamente, que uns são tratados pelo apelido e outros pelo primeiro nome. É mesmo uma espécie de patamar hierárquico. Há os dos apelidos, os dos primeiros nomes e, por fim, aqueles que nem são nomeados (os professores, incluindo o sindicalista, líder da Fenprof). Se tivermos memória, foi um bocado desta forma que em outros momentos as coisas se resolveram, só que com outros nomes, com a curiosidade do papel central do triunvirato de das Silvas (Vieira, Carvalho, Dias, por ordem decrescente de grandeza e influência). O resto tratou dos “detalhes” e assina a papelada para a posteridade.
  • A terceira tem a ver com o trade off apresentado em relação a uma falsa questão. Se os sindicatos querem falar de “retroactivos” (não é verdade, mas a partir de dado momento pretende assumir-se como verdade o que é uma adulteração do conceito), então deve também introduzir-se no debate a recuperação da divisão formal da carreira docente. PTP é claro, pois considera “que mais importante que a avaliação de professores, sempre difícil, é a formação e a seleção de docentes e uma diferenciação da carreira em duas categorias.” E aqui temos a recuperação do que de mais detestável teve a investida de Maria de Lurdes Rodrigues. É verdade, a ADD foi sempre um pretexto desonesto para encobrir o desejo de partir a carreira e estrangular a sua progressão com a figura do “professor titular”. Não nos deixemos enganar, António Costa e quem interessa e tem poder no Governo e no PS que está no poder não abandonou o projecto de MLR neste aspecto. A ADD foi sempre o pretexto fácil e demagógico para diabolizar os “professores que avaliam e não querem ser avaliados”. O que esteve sempre em causa foi uma questão financeira, pura e dura. Com a legitimidade limitada de tantas outras questões apresentadas de forma desonesta. O que está em causa é, por via da revisão do ECD, reforçar os mecanismos já existentes de travagem da progressão salarial dos professores. Se a questão está em premiar o mérito, porque baixaram as bonificações pela obtenção de graus académicos e acabaram com as licenças para os obter ou dias de dispensa até para participar em congressos e colóquios? Sei do que escrevo por conhecimento de causa, não por algum parente ter sido gaseado algures na Flandres (é ler o artigo todo). Já agora, o PTP ganharia em saber que já não existem coordenadores de área pedagógica (porque será que se lembrou de tal? algum efeito “retroactivo”?)

Por fim, gostaria de replicar às “desconversas” de PTP que se coloca naquela posição cómoda de qualificar as posições contrárias dessa forma. Passo adiante a parte dos militares (concordo que devem ter uma carreira sem comparação com as restantes do Estado e não me morreu ninguém na família em combate, pelo que nem vou comentar a demagogia do argumento usado por PTP para se legitimar) e concentro-me na teoria do one shot (foi assim que me foi qualificada por outra pessoa) das injecções financeiras na banca por contrapartida com os encargos contínuos decorrentes do efeito da progressão dos professores. Para começo de conversa, para one shot, as “injeções que pretendemos que nunca mais se repitam” têm-se repetido de forma bem recorrente, quase anualmente. E quanto a números concretos, os alegados 600 milhões são bem mais do que os encargos reais e não entram sequer em conta com o facto de muitos dos docentes em causa estarem em idade de se aposentarem na próxima meia dúzia de anos (o “envelhecimento docente” só aparece quando dá jeito); e as “injecções” na banca são de uma escala muito maior e pelos últimos cálculos dariam para mais de 15 anos (com os valores deste ano) ou 30 anos de encargos (com o valor já a<cumulado) com a recuperação do tempo de serviço dos professores pela estimativa mais elevada (é fazer as contas, 10 000M€ ou 21.000M€ a dividir por 600M€).

Resumindo: desenganem-se aqueles que acham que é mesmo com novos desfiles e greves episódicas que se consegue vencer um muro erguido durante 12 anos.

Concordo plenamente com o desejo de PTP de ter uma “conversa razoável” acerca destas coisas. Mas, para isso, há que ter seriedade nos fundamentos e argumentos das posições em confronto.

A mim parece que de um lado há uma posição “política” que entra pela “pós-verdade” e pelos argumentos de autoridade. Deste lado, tenta-se responder com a verdade à moda antiga e argumentações que tentam fugir às falácias (aquela do tempo de progressão entre as várias carreiras nem merece já desmontagem).

Inferno1

Penso Eu De Que

Uma passagem do texto (algo áspero e com nomes nos bovinos) para o JL/Educação da próxima semana.

(isto é feito com muito avanço)

A ausência de uma defesa clara dos professores nestes momentos de conflito mais aberto por parte dos responsáveis políticos do ministério da Educação tem, em meu entendimento, um significado importante, pois reforça a clivagem que já vem de longe entre decisores políticos e professores e a enorme desconfiança da generalidade destes em relação àqueles. Com interesses circunstanciais contrários ou não, parece-me impensável que num país que em alguns momentos se quer civilizado, “europeu”, desenvolvido, a classe docente possa ser assim difamada em terreno público perante o silêncio do ministro da pasta e dos seus secretários de Estado. Sabemos que existem antecedentes piores, mas a omissão perante este tipo de ofensas não é argumento. Tiago Brandão Rodrigues, Alexandra Leitão e João Costa têm uma missão pedagógica a desempenhar nestas matérias, ou tornam-se apenas versões menos agressivas da tríade Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira que em 2007 apostaram em virar a opinião pública contra a classe docente no seu todo.

PG Verde

 

Os Independentistas Catalães que se Acautelem

Todos os sinais indicam que o Balsemão e o Henrique Monteiro estão contra. E até há o bpi e coisas assim. E depois há uns especialistas convidados da SICN (como ontem foi o caso deste, que se distingue por análises políticas argutas como esta) sempre muito responsáveis na forma de colocarem as questões geoestratégicas.

catalunya espanya[1]

(a mim aflige sempre que se mande a polícia impedir as pessoas de votarem… mesmo quando dizem que é “ilegal”…)

Sorteio?

José Eduardo Lemos propõe o sorteio como alternativa ao domicílio para determinação das matrículas nas escolas públicas, depois de aplicados outros critérios de preferência (continuidade do percurso, familiares na escola, etc). Num primeiro momento, a ideia até atrai pela justiça que aparenta.

Mas… num segundo momento um tipo pensa melhor e estranha um ou dois detalhes. Por exemplo, só as escolas mais procuradas teriam direito a esse sorteio? As “melhores”? E quem não fosse sorteado? Ia para que escolas, de acordo com que mecanismo? Haveria sorteios sucessivos, tipo euromilhões?

Eu percebo a lógica, a sério que percebo, até porque é um dos métodos que já considerei para outras situações (frequência de escolas privadas com contratos de associação), mas há algo que me parece estranho. Não sei se é porque me dizem que há menos alunos ou porque as escolas públicas têm estado em descida nos rankings que estranho esta coisa de agora as matrículas se terem tornado tão polémicas em algumas escolas públicas.

Só mais um pormenor, que sei que resulta daquela minha embirração sistemática… faz sentido José Eduardo Lemos terminar o seu texto citando uma ex-ME (claro, MLR) que, após ter sido d@s governantes que ocupou mais tempo o cargo, agora se queixa de um mecanismo de matrículas que cria “segregação residencial”? O que fez ela para controlar os abusos dos seus mandatários na definição da rede escolar e das turmas autorizadas a abrir em muitas zonas? Ou para modificar esta parte da legislação? Faltou-lhe o tempo?

Não me apetece ser politicamente correcto com estas tretas. A verdade é que isto não está na ordem do dia porque há “segregação”, que essa sempre houve (infelizmente) e as queixas nunca foram tão ferozes e com tanto eco mediático.

O que me parece é que desta vez tocou a alguém que não deveria estar habituado a que lhe saísse a fava. Que irá moendo até conseguir o que quer. 

O sorteio, neste caso, será apenas a forma menos problemática de algumas pessoas conseguirem dizer “não!”, desresponsabilizando-se pela decisão e poupando na coragem. E de outras não procederem a uma efectiva fiscalização das regras em vigor ou, se têm falhas, na sua clarificação. Tanta porc(t)aria e despacho que por aí há e não se arranja nada nesta matéria?

Zepov

 

Um Idiota é um Idiota e Apenas um Idiota

A menos que seja cachorrinho amestrado. Um dirigente sindical da Fenprof (Luís Lobo) colocou publicamente no seu mural “de uma rede social” um texto em que, basicamente, incita o ME e o Ministério Público a perseguirem o Arlindo por ter disponibilizado o acesso às listas do concurso de professores à medida que elas iam entrando na plataforma electrónica da DGAE. Os termos em que o faz são os seguintes:

Para quem não se apercebeu, embora hoje não se fale de outra coisa, ontem um senhor que é director do modelo de gestão que não é democrático (de nome Arlindo e que tem um blogue de que muita gente fala) e que é simultaneamente dirigente com redução da FNE, colocou online as listas de colocação do concurso interno de professores antes do próprio ME as ter divulgado oficialmente.

Há duas hipóteses, pelo menos, de análise do acontecido:
– o Arlindo tem quem faça pirataria por ele e sacou, indevidamente, as ditas cujas (desta forma com o número de visitas ao seu site, que é comercial, pois ganha dinheiro em publicidade com ele) e fez a sua publicação, fazendo subir a sua cotação e ganhando ainda mais com isso;
– o Arlindo não é apenas um corsário ao serviço de alguém, mas alguém de dentro do ME divulgou a uma entidade lucrativa privada as listas que deveriam ter sido postas online pelo governo, antes de qualquer outro.
Ora, se a pirataria sai de dentro ou se foi feita com recursos que desconhecemos, o que sabemos mesmo é que o senhor Arlindo está metido nisto.
Isto é absolutamente condenável!
Perguntas:
– Que vai fazer o ME em relação ao senhor director Arlindo?
– Que vai fazer o Ministério Público relativamente à pirataria que inegavelmente existiu?
– O reitor Arlindo tem um infiltrado no ME ou nos serviços da administração educativa da DGAE?
Uma coisa é certa, este senhor director Arlindo anda a viver à custa de quem visita o seu blogue, quem o divulga e quem o promove, participando em actos criminosos de forma negligente porque nem pensam em quem andam a dar a mão.

O Arlindo não precisa de defensor oficioso, mas como já passei por este tipo de ataques e sei até que ponto são feitos dossiers de publicações de blogues por certas organizações (um destes apára-chicos há anos abanou-me com um monte de folhas num debate enquanto dizia que tinha ali tudo o que eu tinha publicado sobre um dado assunto como se isso me assustasse), gostaria de replicar sobre um ou dois pontos em que, podendo divergir do Arlindo nas opções, acho que ele tem o mesmo direito do que outros em assumi-las.

  • O Arlindo decidiu ser director de um agrupamento, concorreu e ganhou. Como ele, há muita gente da fenprof ortodoxa que o fez e está lá no seu lugar de director@. Não li ainda nada acerca disso, excepto quem se justifica dizendo que mais valem eles do que outros.
  • Há muita gente que tem redução ao abrigo da mobilidade estatutária em muitos sindicatos que não faz 1% do trabalho do Arlindo e muito menos com interesse para a vida dos professores. Aliás, desconheço qualquer acto concreto – desconto a participação em marchas e romarias e a direcção de publicações pagas com o dinheiro dos professores quotizados – do autor do texto que mereça destaque fora do comité de avaliação da ortodoxia nogueirista.
  • O Arlindo optou por inserir publicidade no seu blogue, à imagem de muitos blogues lá fora e de alguns cá. Se ganha dinheiro é porque é visitado por muita gente que acha que vale a pena ir lá. Porque vale a pena ir lá? Não é pelas mesmas razões do Jornal do Incrível ou da Tertúlia Cor-de-Rosa. É porque a informação é considerada fidedigna e rigorosa e as pessoas voltam lá. Se ele decidiu facturar com isso? É uma opção que ele assumiu e quem se sente mal com isso pode sempre coçar-se.

Aliás – na ausência do defunto PageRank – há ferramentas para medir a “autoridade” de uma página na net que nos permitem aferir da relevância dessa página e do domínio em causa. E não deixa de ser curioso que a página da Fenprof tenha poucos pontos acima do blogue do Arlindo nessas matérias (e já agora sobre este próprio Quintal 🙂 apesar de bem novinho por comparação), apesar de todo o seu historial, de ser mantida por uma equipa e ser a página de um dos sindicatos mais poderosos do país, ou assim gostar de se afirmar. Quem quiser pode confirmar, mas sem pagar só têm direito a três tirinhos.

Mas podemos ainda fazer uma comparação global, a partir de uma outra ferramenta de medição, que não deixa de dar resultados curiosos:

PageRanFenprofPageRanArlindo

Talvez se o senhor sindicalista Luís Lobo pensasse um pouco sobre isto fosse mais útil e pudesse servir para ele próprio reconverter o seu tipo de intervenção pública, a qual só acontece quando é para ficar no rodapé da delegação ou preencher os espaços em branco nas férias de outros.

Por fim, mais estranha do que esta atitude de operacionais da fenprof ortodoxa e outras micro-organizações que poucos conhecem nas escolas, tenha sido a reacção de alguns professores que, antes de quaisquer outros clamaram por crime, atacaram objectivamente o Arlindo por ter prestado um serviço aos professores e desenvolveram tenebrosas teorias da conspiração. Mas… já pouco me admira.

Nota final: estou para perceber se estas reacções meio penosas resultam de info-exclusão (pouco credível em malta com anos de experiência em meios digitais) ou apenas de má-fé ou inveja. Porque o que se passou foi apenas um exemplo de pouca competência dos serviços do ME, não sendo necessário andar para aí a acenar com piratarias, até porque o putin está mais preocupado em manter o trump do que em deitar abaixo o nosso mec.

coice-da-jumenta

 

 

Afinal…

… não era mesmo necessário ter andado com tantos recuos, curvas, contracurvas, avanços, se era para tudo ficar mais ou menos na mesma. A culpa de tanta desorientação pode repartir-se entre quem quis fazer alarido com escassa coragem para ir a fundo a sério nestas matérias e quem se assustou com esse mesmo alarido.

Todo este episódio não deixe de ter o seu quê de deprimente.

Caro Professor
(…)

Deve ter recebido recentemente as propostas de manuais e cadernos de atividade da (…), em adoção no final de mês para o ano letivo de 2017/2018, que enviamos para a sua escola, em seu nome pessoal, através do representante da sua área disciplinar.

Entretanto, é com muito gosto que informamos que receberá também, logo que possível, os restantes materiais de apoio aos novos manuais escolares.

Com base no recente esclarecimento do Ministério da Educação relativo ao processo de avaliação e adoção dos manuais escolares, vamos avançar com a disponibilização aos professores dos recursos pedagógicos que concebemos e produzimos especificamente para apoio à prática letiva, e de que já enviamos um exemplar ao cuidado do representante da sua área disciplinar, junto do qual os poderá apreciar desde já.

Sublinhamos que a disponibilização destes materiais é feita independentemente da opção que venha a fazer relativa ao manual escolar, que será livre e efetuada tendo em consideração os critérios de avaliação definidos pelo Ministério da Educação.

carnaval-de-torres-1