Mas Ainda Existem “Necessidades Educativas Especiais”?

Não foram extintas pelo inclusivo decreto dos doutores Costa & Rodrigues? É que eu pensava que desde o 54 não se podia sequer falar em alunos com “nee”!

Conseguir arranjar um ATL ou um centro de estudos para uma criança com necessidades educativas especiais pode ser uma dor de cabeça e por vezes uma batalha perdida.

Isto É Muito À Frente

Para que não digam que eu não me actualizo em leituras inovadoras. è verdade que quase me saltam as lágrimas, mas não sei se é pela mesma razão exposta no artigo.

When the Tears Just Pop Out of Your Eyes: Reconfiguring Social-Classed Literacies Through a Posthuman Teacher Education Pedagogy

This chapter draws on theories of new materialisms that assume the discursive (language, ideology, emotions) and the material (physical space, material objects, bodies) are always entangled and act together to produce phenomena. We use these theoretical concepts to persuade readers that the ways we perceive, judge, and discriminate based on social-class difference are literacies that we acquire and produce across time and space. The authors argue that these literacies are acquired by the body through our material-discursive intra-actions and are often felt viscerally, even when we don’t have access to language appropriate for articulating what we know. We use vignettes from teacher education courses to support a call for tending to the body, space, social-classed texts, and emotions in the design of curriculum and pedagogy aimed at approaches to teaching and learning that are sensitive to social class.

(…)

It makes it possible to know in your body the classed realities of the world we live in and even perform them with precision, yet to be unable to speak them with words (like our student who stopped everything when she said “this is hard”), for your voice to shake with the acknowledgment of the violence and the desire to make something different, and for tears to pop out of Randall’s eyes with the same acknowledgement and desire.

3ª Feira

Somos uma classe profissional tão altruísta que devemos ser das poucas, em especial com qualificações superiores (por enquanto), que alberga um forte grupo “anti-corporativo”, curiosamente mais activo dos lado dos “radicais de esquerda”, que acha muito mal que se defendam os interesses daquilo a que ainda chamam “classe”, mas que criticam que actue como tal, à imagem de advogados, médicos, enfermeiros, polícias, etc. Gente com muito “sentido de responsabilidade” como se viu pela absoluta ineficácia nos anos da geringonça. E depois acham que me ofendem ao chamar-me “corporativo”. Antes isso do que outras coisas.

Vão-se catar, porque tratar já não vão a tempo.

Preocupante

Mesmo se não é exactamente esta a minha experiência. As coisas surge ao de cima mais para o fim da adolescência, por influência directa dos adultos e famílias, quando se começam a definir de modo mais evidente as “afectividades”.

Our research suggests that children withdraw from cross-race engagement because, at around 10 years of age, they come to view prejudice as a despicable trait that does not change. Children at this age begin to recognize the stakes associated with race and cross-race interactions—including the risks of being labeled as, or targeted by, someone prejudiced. And to the extent that children come to believe in the permanence of prejudice, they disengage from the cross-race encounters that could subject them to these risks.

Sugestão De Leitura

Muito no espírito dos tempos. A ler, por exemplo, o capítulo “A Presunção e o Eu Frágil” para melhor se compreenderem certas posturas do género “eu é que sei-eu é que mando-porque eu é que trabalho muito”. E depois, raspa-se o verniz e – há um cartoon muito giro do Quino a este respeito – temos lá dentro da armadura uma pessoazinha cheia de medo que se descubra que se lhe descubram os inconseguimentos.

Calma, que eu também li e tenho consciência das minhas “arrogâncias” 😀

Domingo

A publicação dos rankings levou a diversas trocas de opiniões e argumentos com gente amiga que tem uma posição diferente da minha há muito, mas com quem é possível renovar o debate sem cair apenas nos lugares-comuns do costume, mesmo se essa é a tentação da maioria dos comentários críticos nas redes socias. Neste caso, vou concentrar-me no aspecto que passou pela associação da crítica à divulgação de rankings às teses desenvolvidas por Michael Sandel no seu livro A Tirania do Mérito, ao longo do qual explicita, em mais páginas do que o necessário para compreendermos a tese sem nos entediarmos com a insistência, a sua rejeição dos ideais meritocráticos, que ele apresenta como base de uma forma de legitimação da desigualdade, da hierarquia e da desvalorização de uns indivíduos em relação aos outros, através da comparação dos seus desempenhos em determinadas áreas mais ou menos valorizadas em dado contexto histórico. A tese é mais elaborada e contempla a crítica a diversas variantes da meritocracia, devendo muito à obra The Rise of the Meritocracy (1958) de Michael Young, embora pudesse ter ganho mais consistência (e menos redundâncias) se tivesse lido um pouco do que Bourdieu escreveu sobre temas conexos ou mesmo a obra L’Inégalité des Chances (1979) de Raymond Boudon, já para não ir a The Status Seekers (1959) de Vance Packard.

Mas passemos ao argumento central que passa pelo que Sandel e seguidores consideram ser o mal original da “meritocracia” nas sociedades contemporâneas, ou seja, por levar ao exacerbar da competição entre os indivíduos para atingirem o “topo”, seja do poder político, do poder económico ou da vida académica, deixando para trás o que ele designa como “bem comum”. Antes de mais, Sandel acaba por recusar todas as variantes da meritocracia, incluindo as que promovem a redistribuição das recompensas desiguais (até o Rawls leva umas belas cabeçadas) de acordo com os “méritos”, deixando-nos sem qualquer alternativa credível que não seja uma formulação vaga em defesa de uma “igualdade” global que tem tanto de mítico como a boa e velha “sociedade sem classes”, que deu no que sabemos. Nesse aspecto, também me fez lembrar as partes em que Tim Harford descreve um sistema “ideal” de economia de mercado no seu The Undercover Economist, embora com a vantagem deste assumir o carácter irrealista e utópico de tal idealização.

Vamos lá por partes:

A meritocracia, como Sandel reconhece, surgiu como alternativa ao governo “aristocrático”, definido por grupos sociais praticamente estanques e em que o privilégio, resultante do nascimento, fechava por completo o acesso ao topo a quem não fizesse parte de um grupo restrito de famílias, que se reproduziam no poder ao longo do tempo. No entanto, Sandel considera que essa mudança, trazendo um potencial de esperança de mobilidade ascensional aos indivíduos, trouxe consigo o lado negativo de corroer a auto-estima dos não vencedores, dos que não conseguem protagonizar uma alteração positiva do seu estatuto. Sandel chega ao ponto de considerar que aquilo que podemos considerar “estabilidade” das sociedades não meritocráticas provocava menos ansiedade e estados depressivos (Alain de Botton anda também por aqui) em todos os que, sabendo o seu lugar (fixo) na sociedade, não ficavam frustrados por permanecerem na base. O que é um argumento que me custa bastante a digerir e acho que o deveria ser ainda mais para quem defende uma sociedade aberta, liberal, democrática, republicana e laica, já agora.

Porque, com defeitos e qualidades, aquilo que se entende por “meritocracia” – e a competição que lhes está associada entre indivíduos e grupos – está na essência do que é a democracia, o liberalismo político e a própria lógica da ética republicana do acesso e exercício dos cargos de governação. A Democracia é o sistema que permite a disputa eleitoral em busca dos “melhores” governantes (pensemos o que pensarmos do seu estado actual) desde Atenas e da Roma Republicana, através da comparação dos “méritos” dos candidatos existentes. O Liberalismo, na sua acepção política iluminista que está na base das revoluções anti-absolutistas, baseia-se no princípio inalienável da liberdade individual de procurar alcançar o “melhor” possível para si e os seus (o que até podemos considerar como “felicidade”, outro conceito típico dos iluministas), sem que essa liberdade esteja limitada pelos tais privilégios (ou falta deles) de nascença. E a República é a forma de governação, com base no mecanismo “competitivo” das eleições, que postula a rotatividade dos ocupantes de todos os cargos políticos e de uma ética do seu exercício que, pelo menos na pureza dos ideais, renega liminarmente o nepotismo clientelar.

Eu compreendo a atracção por associar a “meritocracia” apenas a uma deriva neoliberal exacerbada, que parece alimentar-se e em simultâneo reproduzir de forma crescentemente dramática, as desigualdades, que serão legitimadas pelos tais mecanismos de “comparação” entre os méritos (ou “talentos”) individuais. Mas isso é muito simplista e parece ignorar a possibilidade de não se definir apenas um tipo de “mérito” ou uma forma de o avaliar e de em vez de “desigualdade”, vertical e hieráquica, adoptarmos uma lógica de “diferença” horizontal, que até está dentro do mesmo espírito do tempo que vivemos (cf. The World is Flat de Tomas Friedman ou o mais antigo The Horizontal Society, de Lawrence Friedman – apelido igual, autores diferentes).

Compreendo também a sedução que muitos podem sentir por não se publicitar que os indivíduos não têm todos as mesmas capacidades nas mesmas áreas, académicas no caso dos rankings, em nome de uma ilusão de “igualdade”. Mas, mais do que uma idealização irrealista, sem sustentação na realidade humana, essa crença num estado natural de não competição é negada pelos próprios mecanismos da evolução dos seres vivos e das sociedades humanas. O “progresso” nasceu da competição, da concorrência, da busca de soluções “melhores”, mesmo que não consideremos que foram sempre as “certas”. Há quem não perceba que essa espécie de mítica comunidade primordial, onde todos têm o mesmo valor, é a base de todos os projectos político-sociais que desaguam em distopias. A indiferenciação não é libertadora, muito pelo contrário. Corresponde à anulação dos indivíduos, diluídos numa massa onde todas as cabeças são cinzentas, nem sequer umas mais escuras e outras mais claras. Pior mesmo só defender a ignorância em relação às diferenças, em tempos nos quais- paradoxalmente – se aceita o direito à afirmação de todo o tipo de identidades, ditas “alternativas” à norma dominante.

Talvez fosse boa ideia pensarmos que tudo isto está ligado, mas não da maneira que pode parecer a uma primeira vista. As aparências iludem. Assim como as boas intenções têm povoado mais o Inferno do que o Céu. Até o próprio Marx admitiu, n‘O Capital (cap. 7, secção 2), que “o caminho para o Inferno está pavimentado de boas intenções”.

Ia Escrever Um Post Sobre “Unidade”…

depois de ler o António Duarte, no final do seu texto, a apresentá-la (mais a “luta”) como a solução milagrosa para a solução dos problemas dos docentes, mas depois decidi que ainda acabaria por aborrecê-lo, quando não é isso que pretendo. Afinal, ele não tem culpa de ser mais idealista do que eu. Ou de ter um modelo diferente do meu de detector de oportunismos. Se há algo que umas décadas disto nos ensinaram, foi a distinguir as diversas estirpes de “populismo”.

Tema-tabu, António, é quando nos dizem que não podemos discutir o que fazem os “senhores da luta” se não pagarmos para a agremiação. Ora… eu nunca paguei sequer quotas ao Sporting.

(pior mesmo, é apontar o dedo de forma clara à contradição entre o palreio público de uns e a sua prática nos corredores ou quando apanham um cadeirão à mão).

A História Cercada – 2

Texto escrito antes do que foi divulgado há cerca de uma semana no blogue da FFMS, mas que acabou por ficar para trás, por causa da actualidade da guerra. O “díptico” acaba por aparecer na ordem inversa, mas percebe-se a ideia. É provável que ainda seja por lá publicado, mas fica desde já por aqui, nem que seja para dar a ideia de que sou relativista, mas apenas q. b.

A História enquanto área de estudo e descrição do passado humano, encontra-se mais uma vez num período crítico, cercada por tendências opostas que alegando a sua defesa, apenas a procuram instrumentalizar e esvaziar, quer da sua capacidade de descrição e compreensão do passado, quer do seu contributo para a contextualização do presente.

Por um lado, temos o retorno de movimentos nacionalistas, fortemente identitários e exclusivos, que procuram radicar na História as suas opções actuais no sentido de expansionismos, separatismos ou isolacionismos, enquanto por outro temos as tendências auto-proclamadas “críticas”, herdadas de um pensamento pós-moderno, pós-colonial, neo-feminista e o que mais possamos identificar, que reclama a rescrita da História à luz de um conjunto de valores contemporâneos que se apresentam como universais, no tempo e espaço, mesmo se servidos numa bandeja relativista. O que só é paradoxal até certo ponto. Em especial se cruzarmos tudo com as “guerras da linguagem” que se têm travado nas últimas décadas em torno do vocabulário “certo” a usar na comunicação e ensino da História.

Vou recuar quase um quarto de século (Maio de 1998) e recordar uma sessão, em Paris, da Conferência Internacional Vasco da Gama e a Índia, destinada a assinalar os 500 anos da abertura da rota do Cabo e da chegada dos portugueses por via marítima ao litoral indiano, em busca de “cristãos e especiarias”, sendo que aqueles já se sabia não existirem por lá, sendo estas o verdadeiro motivo de uma viagem longamente preparada. Na mesa, um historiador português exaltava o feito de Vasco da Gama e prosseguia com o elogio da singularidade da instalação lusitana no Oriente, que ele caracterizava como tolerante e pacífica, por comparação com as práticas posteriores de outras potências europeias. A assistência, formada por portugueses, franceses, ingleses, canadianos, australianos, indianos, entre outros, mantinha aquela compostura protocolar própria deste tipo de iniciativas que funcionam em circuitos fechados, quase sem verdadeiro debate, em que a cortesia é a de se cumprimentar muito os palestrantes, o seu contributo (sempre brilhante ou estimulante ou inovador ou…), cumprir-se a formalidade de uma questão mais ou menos técnica e quase sempre muito específica colocada por um elemento do público, e seguir em frente para o próximo utilizador do microfone. Coisa que comigo funciona mal, sempre com um défice claro nestas coisas do verniz académico. E questionei, chegada a minha vez, o orador sobre essa “singularidade” da presença portuguesa, pois, desde o primeiro momento, o Gama deixou claro que ou lhe arranjavam as especiarias ou descarregaria pólvora sobre Cochim, tendo cumprido a sua palavra até satisfazerem o seu pedido. Ou seja, os portugueses tinham sido tolerantes (e foram-no em muitas ocasiões, mas quase sempre por mero pragmatismo) desde que fosse feito o que pretendiam. Caso contrário, bombarda neles. O que era típico da época e da prática dos que se sentiam mais fortes.

Notou-se embaraço no inquirido, enquanto os sorrisos se espalhavam no rosto de vários participantes indianos (e não só). A resposta foi sendo dada com a lentidão e circunlóquios típicos nestas ocasiões até o “moderador” declarar que o tempo estava esgotado e era mesmo necessário passar à apresentação seguinte. No intervalo, senti-me fulminado por alguns dos presentes, enquanto era cumprimentado pelos outros, os sorridentes.

Pretendia eu com aquela intervenção apoucar a figura de Vasco da Gama e dos seus feitos, nomeadamente da sua viagem de descoberta de uma longa rota até então nunca feita por europeus? Estava a retirar-lhe a aura de um dos obreiros da grande abertura comercial do mundo que marcaria o século XVI? Nada disso. Estava apenas a tentar que fosse feita uma descrição equilibrada dos factos, interpretados à luz dos valores daquele tempo. O Gama fez o que tinha ido fazer, da forma como então era suposto ser feito, de acordo com as circunstâncias. Nos dias de hoje, podemos considerá-lo um “imperialista”, um “militarista”. Em 1498, esses conceitos nem existiam e as práticas que lhes associamos eram consideradas de outra forma, muito mais positiva, heróica mesmo. Devemos esconder isso, recorrendo a artifícios de linguagem, a conceitos contemporâneos, sem explicitar essa divergência de contextos?

A leitura do passado à luz do presente não é algo novo, mas já deveríamos ter ultrapassado essa tentação, em especial se o fazemos de forma selectiva. Porque ouço e leio muita gente a querer derrubar estátuas de “imperialistas” e “racistas” e a rever a História da Expansão europeia, mas não encontro uma vontade equivalente na caracterização de outras sociedades. Ainda me lembro do escândalo provocado pelo filme (certamente exacerbado na sua brutalidade quase demencial) Apocalypto de Mel Gibson, como se fosse ficção a existência de sacrifícios humanos nas sociedades pré-colombianas. Recentemente, foram descobertas centenas de crânios nas ruínas da antiga capital asteca [i], deixando pouca margem para dúvida a respeito destas práticas. Devemos ocultá-las, para não passarmos por produtores de visões “colonialistas”?

Em outras longitudes, estaremos preparados para caracterizar as grandes sociedades e culturas do Extremo-Oriente (China, Japão) como extremamente xenófobas no seu isolacionismo e enorme desconfiança em relação a todos os que não consideravam como seus durante séculos e séculos? Estarão os “purificadores” da História Ocidental, disponíveis para uma abordagem das relações entre os povos asiáticos (como dos africanos) à mesma luz aplicada ao Gama, a Colombo ou a Albuquerque?

E qual é o papel do professor de História perante isto? Perante os seus alunos? Qual é o seu “dever”? Perante alunos de diferentes idades, condições, credos, origens culturais? Procurar apresentar uma verdadeira “História Global”, com origem nos anos 60, em que todas as culturas merecem ser tratadas com igual dignidade, mas também com igual imparcialidade em relação às suas características? Ou fugir aos temas complexos, procurar versões assépticas, para ninguém incomodar, ninguém perturbar, ninguém ofender?

Nem de propósito… como reagir quando os alunos, mesmo muito novos, nos inquirem sobre os acontecimentos no leste europeu? Com toda a dificuldade que isso acarreta, procuro em muitos momentos seguir o que há 2500 anos Tucídides já descrevia como as exigências da sua missão, que era a do “historiador”, tal como ele ajudou a defini-la na prática. Que se aplicam a quem escreve, mas também a quem ensina, História e não tem dela a ideia de uma disciplina que só interessa instrumentalizar de acordo com os sabores e conveniências do dia.

“Deve-se olhar os fatos como estabelecidos com precisão suficiente, à base de informações mais nítidas, embora considerando que ocorreram em épocas mais remotas. (…) O empenho em apurar os fatos se constituiu numa tarefa laboriosa, pois as testemunhas oculares de vários eventos nem sempre faziam os mesmos relatos a respeito das mesmas coisas, mas variavam de acordo com suas simpatias por um lado ou pelo outro, ou de acordo com sua memória. Pode acontecer que a ausência do fabuloso em minha narrativa pareça menos agradável ao ouvido, mas quem quer que deseje ter uma ideia clara tanto dos eventos ocorridos quanto daqueles que algum dia voltarão a ocorrer em circunstâncias idênticas ou semelhantes em consequência de seu conteúdo humano, julgará a minha história útil e isto me bastará”. (Tucídides, História da Guerra do Peloponeso; Brasília/São Paulo: Editora Universidade de Brasília; e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2001)


[i] “Feeding the gods: Hundreds of skulls reveal massive scale of human sacrifice in Aztec capital”, Science, 21 de Junho de 2018 (cg. https://www.science.org/content/article/feeding-gods-hundreds-skulls-reveal-massive-scale-human-sacrifice-aztec-capital, consultado em 27 de Fevereiro de 2022). Sobre os sacrifícios na cultura Maia, entre muitos outros exemplos, “Death as a human sacrifice awaited some travellers to a Mayan city”, Nature, 17 de Julho de 2019, (cf. https://www.nature.com/articles/d41586-019-02175-6, consultado em 27 de Fevereiro de 2019).