Boa Noite

Curiosamente, acho que não é uma série bem para o mesmo público da prequela d’A Guerra dos Tronos. Parece que sim, mas por aqui o ritmo é mais lento, feito mais à moda da leitura, mesmo se é visualmente muito bom. O primeiro episódio é ainda de longa contextualização. Só para pessoas pacientes.

Outra coisa é discutir se era mesmo necessário fazer negócio, explorando as origens da saga de Tolkien. Por mim, não era, mas havendo, vê-se.

A Ler

Pior do que a facção “beata” do PS na Educação é a d@s bloquinh@s pespinetas, que eu não tenho alguns pruridos que o Nabais achou por bem subscrever. Eu afirmo sem problemas que a ignorância académica vai a par da arrogância política, não tendo idade. Pena é que logo em tenra idade se afirmem tantas certezas que, para além de idiotas, carecem de suficiente fundamentação e contextualização. No limite, esta postura woke tuga levaria ao apagamento dos programas de imensa parte dos conteúdos -a começar pela Filosofia, mas estendendo-se mesmo às Ciências – porque há 2500 ou 1500 ou 500 anos o “politicamente correcto” era outro.

Nada contra a “liberdade de expressão” e de “opinião”, tudo contra a patacoada atamancada em cima de preconceitos que, lá por serem agora dominantes não deixam de o ser. Há 100 anos, por exemplo, defender a “ditadura” como regime mais eficaz do que a democracia estava bastante na moda, mas não era por isso que a estratégia de reescrever a História ou truncar os factos era válida.

No caso da História, aguardo a investida para apagar todos os conteúdos anteriores ao nascimento de Karl Marx e à depuração dos que aconteceram entre 5 de Maio de 1818 e 24 de Março de 1999.

Da literatura à politiquice

A Ler

Do André Freire, que ainda acha que existem reservas de “pudor” por estas bandas. Será mais fácil achar gás russo.

O indício de eventual troca de favores é tão evidente que não é preciso explicar o dito. Mas é preciso sublinhar o seguinte: mesmo que tudo isto seja legal, são procedimentos que os representantes políticos deviam evitar todo o custo. Quanto mais não fosse por uma questão de pudor.