A Ler – José Morgado

DAS APRENDIZAGENS

(…) É neste contexto que emerge a razão destas notas. Do meu ponto de vista, a questão central não deve ser definida em torno da recuperação dos efeitos da pandemia nas aprendizagens ou no bem-estar através de planos de recuperação finitos, mas sim, na mudança ao nível das políticas públicas dos diferentes países, incluindo Portugal, que, para além de forma mais imediata “recuperarem aprendizagens”, tenham impacto a prazo através de recursos suficientes e competentes, definição de dispositivos de apoio eficientes e de acordo com as necessidades, apoios sociais que minimizem vulnerabilidades que a escola não suprime, valorização da educação e dos professores, diferenciação e autonomia nas respostas das instituições educativas, etc.

5ª Feira

Se entrámos em auto-gestão da pandemia, que tal um experiência de auto-gestão das escolas? Atendendo à geração (ou descendência ideológica) de muitos especialistas pedagogos-patchouly, nos anos 60 é que era bom, paz e amor se for para mim proibido proibir se for para os outros, órráite cámóne, até acho que seria muito coerente.

Os Artigos Do Dia No Público

O do Paulo, em versão completa a partir do Correntes:

Mude-se a escola para que regressem os professores

O do Alberto, a partir do VozProf, também em versão completa:

Pede-se coragem para não fechar as escolas

(sinceramente, acho que o fecho das escolas, mesmo que só no 1º e 2º ciclos, exigiria mais coragem)