Mais Uns Materiais Sobre O Conectivismo

Atenção ao início… a Educação não se destina a criar melhores googlers ou melhores trabalhadores, etc, etc. (0’50”). É muito mais do que isso.

Gosto de alguém que não assume certezas.

As ideias já têm uns 15 anos… não são extraordinariamente recentes. Mas, pelo menos, são bem mais jovens do que as que andam por aí nas bocas dos cortesãos da tele-flexicoisa.

Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age

Behaviorism, cognitivism, and constructivism are the three broad learning theories most often utilized in the creation of instructional environments. These theories, however, were developed in a time when learning was not impacted through technology. Over the last twenty years, technology has reorganized how we live, how we communicate, and how we learn. Learning needs and theories that describe learning principles and processes, should be reflective of underlying social environments.

Connectivism: Concepts and Principles for emerging Learning Networks

Connectivism: Teaching and Learning

Connect

1600 Casos, 25% De Progressão

E parece, ao fim de quatro dias, que a curva aplainou para menos de 30% de crescimento diário. Resta saber se o contágio pela fronteira com Espanha foi estancado a tempo, porque temos concelhos raianos quase sem casos, enquanto do lado de lá existem às dezenas.

É apenas uma hipótese, claro, mas repito o que escrevi na altura… há decisões que só ganham em ser tomadas sem excessiva incubação, se é na vida das pessoas que estão a pensar e não apenas em tácticas políticas.

COVID 22MAr20

Para Além Dos Simplismos

What Does the Research Say About Testing?

There’s too much testing in schools, most teachers agree, but well-designed classroom tests and quizzes can improve student recall and retention.

brainstorm

(não sou fã de testes de resposta múltipla, excepto no caso de quizzes rápidos, preferindo testes “compósitos” e não muito extensos, exactamente para os poder entregar no mínimo de tempo possível… mas sem que para isso tenha de optar só por cruzinhas à exame de condução)

(A Sweet) Bullshit Theory

Em português “teoria dos afectos choninhas”. É um completo atentado a qualquer inteligência terráquea ou etê querer fazer passar a mensagem narcoléptica de que os “afectos” são apenas os “positivos”, os “fofinhos”, os que “sabem bem”. Uma verdadeira Educação para os Afectos feita dessa forma deixa os indivíduos, antes de mais, a questionar-se e eventualmente a culpabilizar-se por não terem apenas essa versão liofilizadas das emoções e sentimentos. E em seguida a deixá-los desprotegidos perante os predadores de todos os tipos (dos sexuais aos políticos), pois serão as vítimas ideais. Se querem “capacitar” as crianças e jovens para uma vida emocional plena não devem amputar-lhes a percepção de que os “afectos” constituem um arco imenso de experiências, bem mais amplo do que o da própria sexualidade humana ou dos “géneros” como agora fica bem dizer. Os “afectos” fazem parte do todo humano, do “bom” e do “mau”, do suave e do intenso, da felicidade ao sofrimento, do prazer à dor e é isso que nos torna humanos.

Querer transformar qualquer “teoria dos afectos” num visão amputada da natureza humana é deixar os indivíduos sem capacidade para lidar com as próprias pulsões e emoções, mesmo as que podemos considerar menos adequadas. Não passa de uma teoria da treta para criar choninhas em casulos hiper-protegidos. Não digo que não funcione em ecossistemas emocionais fechados sobre si mesmos e socialmente privilegiados, mas é uma treta de teoria que agora por aí anda como se fosse o graal da psicologice edulcorada.

Mas acredito que permita muitos “projectos” e workshops e “formações” e toda essa parafernália a que nem faltarão uns cristais reluzentes e iemanjás ao luar.

Algodão doce colorido kawaii

Pois… Por Cá Vamos Nesse Caminho… Cantando E Rindo…

Mas é complicado que gente intolerante e ensimesmada se dê ao trabalho de tentar compreender os erros evidentes que outros já detectaram. Os “perfis” e “competências” para o “século XXI” podem estar apenas a prejudicar mais exactamente aqueles que se diz querer beneficiar com as pedagogias pretensamente “inclusivas” das soft skills.

Elementary Education Has Gone Terribly Wrong

In the early grades, U.S. schools value reading-comprehension skills over knowledge. The results are devastating, especially for poor kids.

(…)

All of which raises a disturbing question: What if the medicine we have been prescribing is only making matters worse, particularly for poor children? What if the best way to boost reading comprehension is not to drill kids on discrete skills but to teach them, as early as possible, the very things we’ve marginalized—including history, science, and other content that could build the knowledge and vocabulary they need to understand both written texts and the world around them?

calvinyhobbes-leer-ingls

A Ler

Até porque sinto ali numa certa identidade com a experiência antes da opção final e, em especial, em não insistir em situações esgotadas. A nível profissional, por exemplo, há que saber distinguir as batalhas que vale a pena travar e as que apenas se limitam a ser cabeçadas na parede, porque não se vai dar a lado nenhum, em especial com pessoal incapaz de sair do seu feudozinho. Há que saber identificar os casos perdidos. E em alguns momentos, mesmo as causas.

The Case Against Grit

David Epstein’s new book, Range, argues that starting a specialized path early and doggedly sticking to it may not be as rewarding as trying a variety of things and quitting the unfulfilling ones.

Finger