Censos

Recebi a cartinha com os códigos para preencher. Nada de mais para mim, apesar de ser um envelhecido zeco. Mas, ainda hoje, um senhor tentava que nos Correios lhe preenchessem um impresso para receber uma encomenda e… “a empresa não me deixa fazer isso”.

Incapacitação Digital – 2

Como já deixei em comentário ao post de ontem, afinal foi reconhecido o erros e eu tinha mesmo preenchido o tal Check in da Capacitação Digital, algo que foi confirmado na tabela excel com o registo das respostas.

O que me deixa com alguns problemas ou inconseguimentos.

A saber:

Se é tudo anónimo e automático, que raio de “azar” o meu de ter respondido, aquilo ter ficado registado, mas ao mesmo tempo ter gerado um automatismo, digamos assim, de não resposta.

Se é tudo anónimo e automático, como foi possível verificar no excel que eu tinha respondido? Sempre haverá uma tabela com a relação entre nomes e códigos que permite este tipo de verificação.

Se, por outro lado, nem tudo é anónimo e aiutomático, porque dizem que é?

Pode parecer coisa menor, mas a mim quer-me parecer que existe muita pompa, mas escassa parra nesta tal Capacitação Digital. Aliás, basta ver uns vídeos daquilo da formação de formadores para se sentir um aroma a mofo que nem vos digo. Não é de admirar, pois, que não tenha qualquer vontade de deixar a minha certificação, nem que seja em tetris para totós, em tais mãos.n

Incapacitação Digital

No dia 8 de Janeiro recebi a primeira comunicação da Embaixadora Digital da minha zona para responder àquele questionário do Check-In, traduzido pela Universidade de Aveiro. Preenchi a coisa, sumeti-a, registei a classificação, mas achei desnecessário gravar o relatório correspondente. E não é hoje recebo novo mail, com amesma assinatura, mas o CFAE como remetente a incentivar-me a preencher aquilo, já que o não fiz na primeira fase?

A sério?

Só porque estes inconseguimentos até me divertem, fiz de novo e tive exactamente a mesma pontuação, submetendo tudo, mas voltei a não querer ficar com o relatório, porque me lembro mais ou menos do que sou capaz de fazer. Mas, por mera curiosidade, guardei a imagem final pós-preenchimento, com a hora e data.

Ou muito me emngano ou daqui a mês e meio estão a convidar-me para a 3ª fase, porque desta vez também não respondi. Nada como incapazes para avaliarem as capacidades alheias.

Portáteis Para O Norte

São 75.930 para entregar até dia 25 de Março de acordo com o contrato. As escolas contempladas surgem a partir da página 43. O custo anda perto dos 19,5 milhões de euros o que dá cerca de 260 euros por kit. Bom preço, em especial se repararmos que por 22 portáteis a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo pagou 20.000 euros ao Cortes Inglês, o que dá quase 1000 por peça. Quem deu despacho foi o SE Costa, que o Tiago ainda não acertou com a esferográfica digital.

(entetanto, o ministro Tiago teve hoje mais um desempenho antológico no Parlamento, não percebendo ainda se ele acredita nos disparates que diz, como o de dizer que se ficássemos todos fechados no sótão teríamos baixado mais o Rt do que o fecho das escolas, se é apenas outra coisa…)

4ª Feira – Dia 10

Hoje repetiram-se os problemas, não apenas para mim, ao tentar que os alunos fizessem um mini-questionário no Quizizz. Lentidão, quedas de ligação, tudo a servir apanas para aumentar níveis de ansiedade, em especial nos mais pequenos. A solução é memso recorrer a tarefas quase por completo assíncronas.

Ontem, as coisas fraquejaram e não houve largura de banda que aguentasse, pelo que duas das ligações, mesmo aquela que ganhou poiso ali defronte do router, andaram aos tropeções, às entradas e saídas de sessão, quase fazendo lembrar os tempos do modem de 56k dos idos remotos dos anos 90, quando consultar o mail do clix era uma aventura.

Quem tem essas memórias ganha uma resiliência (palavra que então nem se usava, era mesmo apenas paciência) enorme para enfrentar as agruras do mundo digital de fantasia que nos é vendido pelos gurus da Transição Digital, que parecem não entender que de nada adianta ter 5G se não existir meios para a maioria desfrutar de tamanha hiper-modernidade. Que me interessa o Ferrari, se não tenho como pagar o consumo? Ou melhor, de que me interessa dizerem-me que há Ferraris por aí, se são só para futebolistas de topo e “empreendedores” andropáusicos?

E Há Tendência Para Piorar

Na primeira vaga do E@D tive direito a engasganços, delays, a imagem a congelar ou a “lagar” como os putos dizem, mas a coisa ia-se aguentando. Hoje, na tal hora de ponta cá em casa de que falei a semana passada, tive direito a interrupção da aula síncrona da manhã durante vários minutos, porque a net contratada não chega a um décimo da velocidade contratada. Não é porque estivesse alguém cá em casa em serviços de streaming, mas apenas porque as operadoras andam a tratar da sua vida e a contabilizar lucros com tanta coisa à distância.

Entretanto, ainda não percebi se é a propaganda que é desmentida, se é a incompetência de quem nos governa que é confirmada.

A Nos assegura que não está prevista “qualquer limitação do tipo de tráfego” nos hotspots com internet grátis que estão a ser emprestados pelo Governo aos alunos da Ação Social Escolar. E avisa que muitos estão a usar o serviço com aplicações “para fins lúdicos” fora do período escolar, como YouTube e Netflix, o que poderá degradar a qualidade internet na hora de assistirem às aulas.

O ECO publicou esta segunda-feira uma entrevista ao secretário de Estado para a Transição Digital, na qual André de Aragão Azevedo afirma que o Governo acordou com os operadores a “seleção do tipo de serviços que estão disponíveis” para “garantir que o consumo de dados só é elegível se for para contexto educativo”. O ECO contactou as operadoras, a Apritel e a Anacom, tendo apenas obtido, até ao momento, resposta da Nos que contraria o governante.

“Os procedimentos definidos pelo Governo para contratação da conectividade móvel no âmbito do programa Escola Digital não preveem, à data de hoje, qualquer limitação do tipo de tráfego”, garante a operadora liderada por Miguel Almeida. “Os beneficiários tanto podem usar o acesso que lhes é disponibilizado gratuitamente para fins educativos, como para fins lúdicos (ex. YouTube, Netflix)”, acrescenta.

Sobre O E@D

As respostas completas (longas) para esta peça do Educare.

.Qual o futuro do ensino à distância? Justifica-se ou não se justifica? Poderá integrar um modelo de ensino daqui por diante, num modelo misto? 

Neste momento não é possível fazer uma previsão fundamentada, excepto para o Ensino Superior, no qual se percebe que o ensino à distância se tem vindo a afirmar como uma modalidade complementar ou mesmo alternativa ao ensino presencial. E justifica-se como elemento de um ensino de tipo misto, pois permite desenvolver actividades diversificadas com um maior número de alunos, que nem sempre é possível realizar no modelo presencial.

No Ensino Secundário e, em especial, no Ensino Básico parece-me que só será um recurso em situações de emergência ou como ferramenta auxiliar do ensino presencial. E isso será assim em especial para os primeiros ciclos de escolaridade, nos quais é necessário um trabalho prévio de preparação dos alunos para este tipo de ensino, assim como de formação dos próprios encarregados de educação para o apoio a esta modalidade.

Embora muitos digam que este é o futuro da Educação, considero que mesmo no caso do Ensino Secundário a generalização do ensino à distância como ferramenta complementar terá de passar por um período de transição, marcado pela generalização dos meios digitais de trabalho nas salas de aula, o que está muito longe de estar garantido, por falta de meios técnicos suficientes. Não podemos confundir o eventual sucesso de projectos já em desenvolvimento com a possibilidade de os alargar, a breve prazo, a todo o sistema público de ensino.

No caso do Ensino Básico e dos primeiros anos de escolaridade, penso ser insubstituível o ensino presencial, pela dimensão humana e de empatia que a relação pedagógica deve envolver nos anos iniciais de formação dos alunos. Nesse caso, o ensino à distância servirá principalmente como um espaço virtual para a realização, entrega e avaliação de algumas tarefas.

.Uma coisa é a questão técnica, outra é a vertente pedagógica do ensino à distância. Quais as fragilidades e potencialidades deste regime de ensino

A seu favor, um modelo de ensino à distância bem estruturado tem a sua flexibilidade (em termos de tempo e métodos de trabalho) e capacidade de envolver um número elevado de alunos. Como acontece já com os MOOC em contexto de formação profissional, de aprendizagem ao longo da vida ou mesmo de cursos de especialização de nível superior. A flexibilidade de potenciais abordagens (síncronas e assíncronas) e a diversidade de temáticas e materiais que podem ficar disponíveis, por um tempo longo ou mesmo indeterminado, são pontos positivos claros. No caso de alunos mais velhos, a metodologia “self-paced”, em que os alunos são em parte responsáveis pela regulação do modo como desenvolvem as aprendizagens, é uma outra vantagem.

Os principais problemas, para além do já referido elemento humano que fica limitado pelo distanciamento que reduz muito a capacidade de professores e alunos desenvolverem uma relação mais individualizada, passam por questões como a falta de fiabilidade da avaliação desenvolvida, porque as possibilidades de fraude são evidentes, ou como o equívoco de considerar que o ensino à distância é uma mera réplica do ensino presencial em termos de gestão do tempo ou de abordagens pedagógicas. O ensino à distância não pode limitar-se a ser uma transmissão de vídeos com professores a explicar as matérias como se estivessem numa aula, porque assim a interacção como os alunos ainda é menor. E muito menos pode corresponder a uma sessão de “sessões síncronas” como se fossem aulas convencionais. Há que pensar de um modo diferente, mais exigente numa fase inicial de planificação do trabalho, de produção de materiais de apoio e de concepção de ferramentas fiáveis de avaliação.

Até ao momento, infelizmente, aquilo a que temos assistido em muitos casos é, por muito que se anuncie como um “novo paradigma”, a uma réplica à distância, com menor qualidade, do ensino de tipo mais tradicional. Uma aula presencial tem um potencial interactivo maior do que assistir a um vídeo ou mesmo a responder a um questionário online. E o mesmo se passa com a “diferenciação” pedagógica. Em termos pessoais, considero que em sala de aula, curiosamente, é mais rápida a possibilidade de adaptação do trabalho a fazer com os alunos que apresentam dificuldades, O feedback contextualizado, para além do certo/errado, é mais rápido no ensino presencial. Mesmo os fóruns de debate que surgem em cursos online só funcionam de modo eficaz quando têm vários responsáveis a responder às dúvidas e a aconselhar formas alternativas de abordar os problemas e ultrapassar as dificuldades verificadas.

.O que nos tem ensinado a experiência do ensino à distância até agora? Funciona ou não funciona? As escolas estão preparadas? Os alunos estão preparados? Os pais estão preparados? 

O ensino à distância no final do ano lectivo de 2019-20 acabou por ser reconhecido como um “remendo” ou um “remedeio”. Serviu para que a maioria dos alunos tivessem “qualquer coisa” que os mantivesse ligados às escolas e às aprendizagens. Mas percebeu-se depressa que o entusiasmo com os meios digitais implica muito mais do que ligar um computador e este à net para se ter um verdadeiro modelo alternativo de ensino. Na primeira vaga da pandemia, “funcionou” no sentido de que existiu, mas ficou muito longe de funcionar de forma satisfatória.

Os alunos do ensino não-superior, e como já referi os do Ensino Básico por maioria de razão, precisam de muito mais do que uma disciplina semestral (ou mesmo anual) de T.I.C. com uma carga horária muito reduzida, para conseguirem desenvolver uma consolidar uma lioteracia digital que ultrapasse a de utilizadores de recursos lúdicos ou de regras muito básicas de uso seguro de redes sociais. Necessita de uma abordagem transversal ao currículo. E que esse trabalho se desenvolva em articulação com as famílias dos alunos, caso contrário não conseguirá ter um verdadeiro sucesso.

.A comunidade escolar tem condições para que este ensino funcione? Fala-se de um aumento de desigualdades, de desequilíbrio de oportunidades. 

Neste momento, ainda não há condições para a generalização deste modelo. Não porque crie necessariamente novas desigualdades, mas porque acentua as que já existem e as tornam mais evidentes. Seja de tipo material, como a falta de acesso a equipamentos ou acesso em condições precárias, seja ao nível do capital cultural das famílias, porque muitos alunos não têm no seu contexto familiar quem esteja em condições de os apoiar.

Nas escolas, há também um evidente desequilíbrio de meios, com escolas muito bem equipadas (com apoio de autarquias ou através de parcerias com empresas do meio digital ou editorial) e outras sem terem sequer condições de segurança para terem salas equipadas com os equipamentos indispensáveis para que todos os alunos possam aceder a um modelo de ensino de base digital. Não chega ter 1 ou 2 salas equipadas, mas muito mais do que isso. Já hoje se verifica que entre colégios privados ditos “de topo” (com elevadas propinas e meios financeiros avultados) e a generalidade das escolas públicas existe uma clara diferença de oportunidades.

Há um investimento muito avultado a fazer, não apenas na aquisição de equipamentos, mas muito em particular na sua manutenção e actualização, pois rapidamente ficam obsoletos ou, no mínimo, pouco competitivos. É um investimento que não fica para uma década sequer, exigindo meios financeiros permanentes. Não é o mesmo que comprar mesas, cadeiras e armários.

Lamento Ser Insistente Nisto, Mas As Coisas São O Que São

Ao segundo dia, chegam-me relatos da necessidade, desde já, de substituir equipamentos ou ir comprar por parte daqueles que tiveram de usar os seus meios para que a segunda vaga do serviço público de E@D tenha uma aparência de funcionamento. Alunos e professores que viram, ao fim de apenas dois dias de sincronias, computadores entregarem a alma à manutenção (caso tenham salvação ou seja economicamente racional) ou que, com tanto delírio sincrónico, perceberam que precisam de adquirir mais meios, pois nos telemóveis, por muito inteligentes que sejam, a realização de algumas tarefas não é exequível.

O problema é que perante certa propaganda televisiva, quem fica com a maioria das culpas acabam por ser escolas e professores, por parecer que não estão a querer dar/emprestar os computadores que o anti-génio e a máquina mediática do ME dão a entender que existem. Fora aquelas pessoas – por muito especialistas que sejam – que não têm mesmo noção nenhuma do que é o país real, fora de alguns nichos ainda funcionais da Parque Escolar ou de um ínfimo número de pseudo “salas do futuro”.

Na casa da maioria, é o presente tem muito peso. E em casa onde não chegam kits para as necessidades, todos protestam achando ter a razão que, em boa verdade, até terão.

Só que eu e tantos outros não temos culpa, por muito que tenhamos avisado desde Setembro que as coisas não estavam a ser feita devidamente.

Mas há quem viva no mundo da fantasia (caso da presidente do CNE em algumas das suas crenças aqui expostas sobre a “melhor preparação” das escolas) e dê muito jeito ao governo que assim continue, porque funciona como cortina de fumo e primeira linha de choque com a opinião pública.

Quanto Tempo Vão Demorar A Cumprir Isto?

O mail foi enviado há quase dois meses (18 de Dezembro de 2020). Reparem na generosidade que é revelada logo no primeiro parágrafo.

Exmo.(a) Diretor(a)/Presidente CAP/Coordenador(a) Estabelecimento,

Exmo.(a) Professor(a),

Exmo.(a) Responsável TIC,

O Ministério da Educação (ME) disponibiliza, gratuitamente, a todas as escolas públicas os serviços de comunicação de dados (vulgo Intranet e Internet) através da Rede Alargada da Educação (RAE) e de Redes de Área Local (LAN).

A RAE é uma rede segura, nacional, que interliga todas as escolas e organismos regionais e centrais tutelados pelo ME entre si e a um nó central de segurança, filtragem de conteúdos e acesso à Internet.

É, também, através desta rede que os organismos e as escolas disponibilizam serviços ao exterior.

A RAE é uma das maiores redes existente em Portugal que serve, na ligação à internet, mais de um milhão de utilizadores, tem mais de 30.000 novas sessões por segundo, uma conetividade de 40 Gbps, com espaço para ser aumentada, e liga 4331 escolas.

Estamos, neste momento, a iniciar a implementação de novas conectividades na RAE, com todas as escolas a usufruírem de acessos em fibra, com ligações simétricas – ao invés das ligações domésticas, com acessos de 1 Gbps nas escolas com maior número de utilizadores e consumos e com backup para escolas acima dos 200 Mbps.

Na hiperligação http://projetorae.dgeec.mec.pt/ poderá encontrar o planeamento e documentos úteis que ajudem na tramitação do processo, bem como alguns alertas, a destacar:

Para escolas do 1.º ciclo que passam agora para circuitos a fibra e não têm bastidor, devem informar dessa necessidade (falta de bastidor) pois faz parte das obrigações do fornecedor. Informar ainda se existe ponto de energia exclusivo para o Router no local atual ou futuro do bastidor;

Para escolas com ligações acima dos 200 Mbps, devem confirmar se existe espaço e condições (arrumação da cablagem) para se instalar o router de backup, tomada livre na régua de energia e condições para o acesso entrar na escola por outra localização que não a atual;

Para todas as escolas, sempre que existirem novos acesso a serem instalados, e se existirem condutas subterrâneas, indiquem que não pretendem passagem aérea de cablagem;

Para todas as escolas, a ligação tem sempre de atingir os débitos previstos, sem contenções, com métricas retiradas do https://netmede.pt/

Solicitamos o vosso retorno sobre eventuais questões logísticas através dos meios de contacto definidos. Solicitamos igualmente que alimentem o portal de apoio TIC com os contactos das escolas pois será, neste, que de futuro se concentrarão todas as questões relacionadas com tecnologia (o AE/Escola tem total autonomia para adicionar e remover contactos).

Finalmente, aproveitamos ainda a oportunidade para solicitar a v/ melhor compreensão para o facto de, em alguns momentos, ser originada alguma instabilidade decorrente de tal migração em larga escala. Contudo, pretendemos concluir este processo em maio de 2021. Assim sugere-se que aguardem até ao planeamento previsto, sendo que apenas estamos a tramitar, transitoriamente, os casos em que as obras de requalificação deixam a escola sem serviço. Os restantes pedidos ficam dependentes das datas de projeto.

Solicitamos a máxima partilha desta informação por todos os intervenientes neste processo. Desde coordenadores de escola, responsáveis TIC, autarquias ou técnicos externos.

Os nossos agradecimentos por todo o esforço e colaboração.

Cumprimentos,

Jorge Teixeira

Diretor

Direção de Serviços de Tecnologia e Sistemas de Informação

Av. 24 de Julho, n.º 134

1399-054 Lisboa, PORTUGAL

Tel: +351 213 949 200 

www.dgeec.mec.pt