E Lá Por Fora? – 4

La Evaluación de Bachillerato de Acceso a la Universidad (EBAU) se mantendrá este curso 2019-20, a pesar del parón de las clases presenciales en todos los centros educativos de España por el coronavirus, pero se aplaza su convocatoria, aunque aún no se ha decidido cuáles serán las fechas definitivas de las pruebas de acceso a la universidad.

Lo han acordado así este martes los ministerios de Educación y Universidades junto con los responsables educativos de las comunidades autónomas y los rectores universitarios, que han mantenido una reunión de forma telemática durante casi seis horas.

Desde el pasado mes de enero estaba previsto que este curso la EBAU (en algunas comunidades se denomina EVAU) se tenía que realizar antes del 18 de junio y las pruebas extraordinarias, es decir la segunda oportunidad para aprobar, antes del 10 de julio o del 16 de septiembre, dependiendo si se celebra en un mes u en otro en las distintas autonomías.

Ahora, decidido el aplazamiento de las pruebas, corresponde establecer un nuevo calendario para los exámenes y adaptar también el calendario posterior de matriculación universitaria. Estudian segundo de Bachillerato alrededor de 295.000 alumnos, aunque no todos se presentan a las pruebas para ir a la Universidad.

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Acesso Ao Ensino Superior E Exames Nacionais

Guia Geral de Exames 2020

E…

Foram prorrogadas até ao dia 3 de abril as inscrições para os exames nacionais. A medida foi anunciada pelo Júri Nacional de Exames e a inscrição deve ser feita online, em documentos para o efeito disponibilizados nos sites das escolas e agrupamentos.

As escolas enviarão às famílias a informação sobre o procedimento a adotar, inclusive o pedido da senha para obtenção posterior da ficha ENES.

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Digam Lá O Que Disserem, Eu Acho Que É Uma Modalidade De Batota

Que pena nenhum governante de excelência neste sector (ou outros) da governação. dar o exemplo e encaminhar os seus educandos para vias como o nosso brilhante ensino profissional. Com sorte, algum sobrinho desencaminhado. E assim sempre se arranjam alunos para algumas “instituições” que, de outro modo, ficariam aos mosquitos.

Alunos do ensino profissional e artístico passam a ter acesso especial ao ensino superior

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Para Quando Um Plano De Não-Retenção No Ensino Superior?

Porque é um desperdício de meios financeiros e capital humano o que se anda a passar ,pois mesmo em licenciaturas bolonhesas (não estamos a falar de Medicinas ou coisas assim), nem metade dos alunos as completa com um percurso directo de sucesso em 3 ou 4 anos. Penso que este insucesso poderia ser combatido com um PNPSE para o Ensino Superior, ao qual se deveria estender a lógica dos PIPP. Porque é sempre possível às instituições e aos professores trabalharem mais com os alunos e diversificar melhor as suas metodologias e abordagens pedagógicas.

O estudo da DGEEC de 2018 é o seguinte:

PERCURSOS NO ENSINO SUPERIOR
Situação após quatro anos dos alunos inscritos em licenciaturas de três anos

Há muitos dados interessantes, mas este quadro é um resumo bem revelador do flagelo do insucesso escolar no Ensino Superior, sendo que o dinheiro dos contribuintes não é infinito e deveriam existir medidas para estancar esta hemorragia, pois o custo por aluno é elevado e não sei quantos milhões poderíamos poupar para outras áreas da governação como a promoção do Turismo ou os incentivos fiscais para aposentados estrangeiros que se fixem no país. Ou para chineses com cartões de crédito dourados.

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E para quem diz que a nota de ingresso não prevê o desempenho dos alunos, embora possam ter razão nas excepções, não a têm na regra, como bem se pode ver.

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Mas, claro, devemos esquecer esse método arcaico e ineficaz de “selecção” dos alunos.

É Voluntariado!

É o que faz muita gente querer “carreira” a todo o custo. E querer colocar “professor universitário na profissão” quando nem tarefeiro é. Quanto às “entidades oficiais” estavam à espera do quê? Solidariedade? 🙂

Ministro e IGEC entendem que dar aulas sem receber não aumenta precariedade

Em causa está uma queixa apresentada pelo Sindicato Nacional do Ensino Superior a propósito de “alegadas ilegalidades” nos contratos sem vencimento. Não só foi arquivada, como acompanhada da “sentença” de que este tipo de contrato não contribui “para o agravamento da precariedade laboral no ensino superior”.

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Acabem-se Os Exames Do Secundário…

… e as Universidade contratarão empresas de recursos humanos para recrutarem o “capital humano” certo para as suas instituições, com testes de tipo ratinhos no laboratório social. Ou então farão umas entrevistas para confirmar que os apelidos e escolas de origem batem certo. Sim, haverá excepções. E até haverá aquelas instituições que aceitarão tudo, porque é o que sobrará no “mercado”. Acham que esse será um sistema de ingresso mais “inclusivo”? A sério que sois assim tão ingénuos ou apenas não conhecem, o país, a sociedade, a academia?

Nem sequer falo na bela rebaldaria em que muitos tornarão os três anos de pós-básico…

Mad doctor

Será Para Continuar E Não Apenas Para Um Ano Específico, Certo?

Porque poderia pensar que era a pensar num afilhado meu que vai concorrer exactamente a dois destes cursos…

Em concreto, a proposta enviada pelo MCTES ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e presidentes do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos (CCISP) que o Educação Internacional leu, autoriza os cursos superiores de Lisboa e do Porto mais procurados por alunos de excelência – com notas iguais ou superiores a 17 valores – a aumentar as vagas até 15% no próximo ano, depois de em 2018 terem sofrido um corte de 5%.

Esta disposição abre a porta a que cursos como Engenharia Física Tecnológica, Engenharia Aeroespacial e Matemática Aplicada e Computação, do Técnico, ou Engenharia e Gestão Industrial e Bioengenharia, da FEUP, aumentem o número de vagas já no próximo ano letivo.

Duvida

Pelo Educare

Os Profissionais do Truque

Que fique claro desde já: os “profissionais” do título não são os alunos, mas sim os decisores que desenvolvem estratégias de mistificação da opinião pública, de parte dos alunos e famílias e que usam o sistema público de ensino como uma espécie de laboratório de engenharia social e de recurso para alimentar clientelas no mundo académico.

pg contradit