Boa Noite

Quem Diz que Não Há Directores Com Bom Senso E Noção Das Realidades?

Há quem ache que eu só os sei demonizar. Olhem que não, olhem que não…

Em boa verdade, só gosto de vergastar os mini-napoleões (ou o equivalente feminino) ou aqueles que se revelam uma tristeza, quando se acede a certas informações sobre o seu “desempenho”.

Notas Finais, Muito Breves, Sobre @s Candidat@s

Por ordem alfabética, por causa dos enviesamentos e a bem da imparcialidade analítica.

André Pestana – inexistente; vai disputar, de forma renhida, o penúltimo lugar.

André Ventura – a nossa Le Pen.

António Filipe – o candidato mais confiável, mas os tempos não estão para isso.

António José Seguro – na presidência, um tédio.

Catarina Martins – deve ficar à frente do segundo pelotão, o que cumpre os objetivos.

João Cotrim de Figueiredo – quem diria que iríamos ter uma versão tuga do Bill Clinton?

Jorge Pinto – bom rapaz, simpático. Apenas.

Henrique Gouveia e Melo – falhou o plano Eanes 2.0.

Humberto Correia – quem? se não ficar em último já é uma vitória.

Luís Marques Mendes – falhou o plano mini-Marcelo.

VIEIRA, VIEIRA, VIEIRA!!!

O Documento Completo Com Os Resultados Do Inquérito Da Missão Escola Pública

Agora que a comunicação social mainstream já explorou e publicou o que achou mais interessante.

Alguém Que Promova As Nossas Presidenciais Lá Fora

Ferraris for all and wine on tap: satirical candidate shakes up Portugal’s presidential election

The campaign by ‘Candidate Vieira’ mirrors the country’s growing anti-establishment sentiment

6ª Feira

Se a MEP, sem qualquer tipo de apoio institucional (e algumas oposições e resistências mais ou menos encobertas) consegue dados de mais de 25% das “unidades orgânicas”, o MECI não consegue informar o país sobre os alunos sem aulas, a falta de professores e o impacto relativo das medidas que tomou por questões de estratégia política ou apenas porque não quer. O mesmo para aqueles “especialistas” que só trabalham quando lhes aparece a encomenda bem paga, que isso do interesse pelo conhecimento de interesse público é muito relativo. Se no MECI se irritam se há diversos órgãos de comunicação social (Expresso, Público, CNN, CM) a divulgar os dados da MEP, então produzam informação atempada (paguem lá os “estudos” ao pessoal do costume… mesmo que seja com as conclusões no caderno de encargos), que não se traduza apenas em números globais, em modo de propaganda. Realmente, deve existir qualquer coisa naqueles corredores do ministério que acaba, em, mais ou menos tempos, em transformá-los em clones uns dos outros.