Outro Artista Português

O homem que comprou o grupo DN/JN/TSF e muito jeito deu ao mandante mor dos baldaias, aquele de quem o actual nunca desconfiou nada.

São 753,6 milhões de euros em dívidas para 153 mil euros em activos. A Controlinveste SGPS está falida e o caminho para a liquidação é “irreversível”, lê-se no relatório de insolvência desta empresa de Joaquim Oliveira, noticia o Jornal de Negócios. BCP e Novo Banco são credores comuns e os dois maiores, com prioridade face à Olivedesportos, do mesmo empresário, que é um credor subordinado.

black hole

Tudo Isto Em Troca De Chuparem Até Ao Tutano Os Depositantes Com Comissões Iguais Às Dos Bancos Privados

A conta que por lá resta não deve passar do Verão.

Conselho de Administração do banco liderado por Paulo Macedo vai receber remuneração variável relativa a 2017. Bónus será pago em parcelas até 2023.

Os prémios, em numerário, do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), composto por oito membros, referentes a 2017 totalizam 655.297 euros. As remunerações variáveis relativas a 2017 vão ser pagas em parcelas, sendo que 25% foi entregue já em março deste ano. Outros 25% serão pagos em cinco prestações anuais iguais entre 2019 e 2023, de acordo com o relatório de gestão e contas referente a 2018 da CGD.

Monty

O Grande Ocultador

O Banco de Portugal tem enormes responsabilidades no estado de descalabro a que chegou o nosso sistema financeiro, que apenas se aguenta porque agora basicamente pratica extorsão legal com os depositantes.

Mas o Banco de Portugal tem uma imensa falta de decoro e muita pouca vergonha em matéria de responsabilidade em tudo isto.

Antes de mais, discorda do próprio órgão legislativo em matéria de “interpretação da lei. Adicionalmente, levanta reservas sobre o que pode ser entendido como “grande devedor” de banco para banco, algo que, isso sim, deveria ser uma das suas atribuições.

No entender do Banco de Portugal (BdP) seria pertinente uma discussão jurídica da lei que obriga à divulgação da lista dos grandes devedores da banca que o supervisor não interpreta da mesma forma que o parlamento.

(…)

O supervisor salienta que o título de grande devedor também é diferente de banco para banco e que se trata de um exercício nunca visto na Europa com aquele grau de detalhe e exposição.

Já agora… o que é inédito na Europa se calhar resulta do grau de incompetência e inoperância do Banco central português ser incomparável ao de qualquer outro num país que se pretenda civilizado.

Alcatrao2