Ontem, Pela RTP3

Oito minutos quase em loop em torno do “não se percebe porque isto já devia estar há muito previsto e planeado”. Só não falei na tal “força da tasca” que se diz ir tratar do problema porque poderia parecer mal aos abstémios.

E não corrigi a referência ao Umbigo porque, sinceramente… até acho divertido.

(um agradecimento muito especial ao Maurício Brito pelo envio do vídeo)

Ontem, Na Antena 3

Num registo muito mais informal do que o costume. Com delay na ligação à mistura e alguns remates mais em força do que em jeito. E, de acordo com o Alvim, o programa em que mais se falou na guerra do Vietname, pois foi mais de uma hora e deu para digressões bastante fora do tópico central, do jornalismo que não temos à História das fake news. A coisa “acelerou” tanto que nem sempre se terminavam todos os assuntos, mas em nenhum momento me foi cortada a palavra, ao contrário do que algumas pessoas pensaram, num dado momento. Até porque o que disse já o escrevi. E foi das experiências mais divertidas que tive nestes anos de aparições ocasionais na comunicação social. Foi muito divertido e se algo se pode dizer é que o anfitrião me deixou à solta, não o contrário.

Prova Oral

Paulo Guinote – «Quando as Escolas Fecharam»

Um Diário Da 1ª Vaga

De 11 de Março a 18 de Maio, um retrato em directo do que se estava a passar, sem a vantagem da pós-produção. É uma centena de páginas de fácil digestão. Tem partes datadas, mas muitas outras continuam estranhamente actuais. Ficou pronto logo no Verão, mas a pandemia atrasou o nascimento físico.

Sai esta semana e podem comprar sem receio de contribuírem para o meu enriquecimento material (apenas para o espiritual), pois já recebi o que tinha a receber, independentemente de ser ou não uma besta das vendas. E a pouco mais de 3 euros é um registo que fica do primeiro fecho das escolas (termina com o regresso do Secundário).

E não… aquela não é a minha varanda, nem sou eu em pontas. Salvo seja.

Ontem, Na RTP3

A partir dos 11 minutos da gravação. Lamento se o tom não foi o mais “positivo” e se insisti muito nas promessas não cumpridas por parte de quem tem o dever de não se desresponsabilizar sempre os tempos ficam mais agrestes. Como não levo guião ou cartilha pré-definida, tendo a responder ao que me perguntam, em vez de descarregar a cassete (ou o mp3).

Se podia ter dito outras coisas? Podia. Mas também podia ter fingido que não andamos a fingir.

Escrito A 8 de Janeiro

Não adianta escrever nova prosa, a auto-citação neste caso justifica-se.

A dias do primeiro confinamento escrevi que “sem as escolas a funcionar, o país entra em colapso”. O problema é que, desta vez, é muito possível que tenhamos de fechar tardiamente as escolas, por já estar o país em colapso.

Público Online, 8 de Janeiro

O ‘360’ De Ontem

Está aqui.

Houve algum tempo para falar, mas é impossível, em 10-15 minutos de tempo útil por participante falar de tudo de forma desenvolvida. Em especial, quando não se vai com cassete e se tenta falar/responder ao que é questionado em vez de despejar chavões. Do que ficou por “picar” só gostaria de destacar a parte em que Nuno Crato sublinha que entre 2006 e 2015 se terão desenvolvido políticas que levaram à melhoria dos resultados dos alunos portugueses (a tal obsessão pelo PISA). Duas notas:

  • Os progressos são anteriores a 2006 e os de 2009 já foram analisados, com bastante reserva, em estudos sobre a amostra usada.
  • Em 2007, 2009 ou mesmo 2011, Nuno Crato não se declarava adepto das políticas desenvolvidas pelos governos de então. Eu lembro-me.