Mais Do Que Simplesmente “Irregular”, Acho Isto Ilegal

Mas como o shô director, que está na SADD, é um dos amigos e um dos inovadores-piloto do secretário Costa, ninguém lhe faz frente e vai mais um abuso para a conta deste indigno processo. Isto significa que para ter a classificação máxima no parâmetro, um@ docente precisa de fazer 4 vezes mais horas de formação do que as exigidas em termos legais. E terá classificação mínima mesmo que ultrapasse largamente as 12,5 horas anuais que estão na lei.

Há quem diga que se for aos contratados se pode aplicar esta espécie de lei da selva, sendo que se o CP aprovou e tal é porque coiso e outro tal, está em vigor. Claro que nestas matérias, a DGAE nunca tira o tapete aos amigos.

28 thoughts on “Mais Do Que Simplesmente “Irregular”, Acho Isto Ilegal

  1. Nojento.
    Não há democracia nas escolas, não apenas porque as eleições dos órgãos de gestão não assentam no sufrágio universal, mas também, e talvez sobretudo, porque o Director está acima da lei. Do que estes gajos mereciam era que lhes fizessem uma espera à porta de casa e lhes chegassem a roupa ao pêlo. Quando a lei é a lei do mais forte, é cada um por si, todos os meios são legítimos para fazer justiça.

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    1. Nao sendo diretamente sobre o assunto mas tem a ver com o autoritarismo e estar acima da lei. A minha diretora em vez de me mandar para a “… Saúde no trabalho..” ou lá como isso se chama, por duas vezes telefona-me deu telefone pessoal a pedir atestado medico primeiro com uma data depois outra.
      Quando chego com o atestado ameaça-me com faltas injustificadas e licença se vencimento pois era uma declaração e nao um atestado apesar de eu a esclarecer que foi o que me pediu.
      Depois duz-me que qq medico me passa o documento, como se eu estivesse sem acompanhamento medico específico. A seguir EXIGE-ME uma declaração do meu médico de família a dizer que não posso estar com alunos OU TERIA FSLTAS INJUSTIFICADAS E LICENÇA SEM VENCIMENTO. Felizmente a minha nedica estava de urgencia e passou a dita declaração, datando-a e assinando-a. Entreguei a declaração nos servicos e depous da funcionária falar com a sra. Diretora vejo-a a falsificar o documento, a Diretora mandou-a ALTERAR a data escrita pela médica. Que grande pérola me saiu a diretora

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  2. julgo já não se ir a tempo para evitar o desastre da política imposta nas escolas por um Secretário de Estado que em nome da inclusão tudo arrasou, tudo destrui, pode até tê-lo feito com a melhor das intenções, mas o resultado foi muito para lá do que se poderia supor em termos da destruição de:
    motivação dos professores para ensinar
    saber o que ensinar
    motivação do aluno para aprender
    perceber o que é importante aprender

    Os alunos que seria suposto incluir ficaram fora do processo de inclusão, pois quem supostamente os deveria incluir (os professores) foi trucidado com papeis, grelhas, papeis, planos, impedindo-o, na prática, pois ficou sem tempo e ânimo para isso ,de incluir, ensinar o aluno.

    Já não se vai a tempo, nem que agora se páre, tudo. A destruição é de tal modo que não se recupera numa década, nem que, agora, o que não parece que vá acontecer, tudo páre, tudo mude, tudo se normalize. A norma passou a ser a anormalidade total, nada ensinar, nada aprender, tudo passar.

    Não há coragem política para enfrentar esta destruição total da escola pública, pois, há quem esteja a beneficiar com isso!

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  3. O problema não foi a MLR, nunca foi.
    O problema não foi o NC que manteve, fundamentalmente, tudo igual, não foi.
    O problema não é a ignorância do atual SE ou a inexistência de um ministro.
    O problema nem é do Diretor que nem professor é.
    O problema somos, realmente, nós, professores, calamo-nos.
    Quem cala consente, como quem diz, legitima. Classe da treta.

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    1. Tudo verdade, caro Rui Ferreira

      Noutros tempos, com um aparelho repressivo musculado, com a pide à perna, muitos se ergueram desafiando o regime instalado e pondo em risco a sua liberdade , e não só. Disso são exemplo as universidades – sou desse tempo.
      Agora, um exército de 100.000 docentes, pessoas informadas e qualificadas , num regime sem os riscos que aponte, num regime democrático … têm “medo” !
      Medo de quê? De perderem o emprego? Medo da “inspeção” ? Dizem-me que muitos ficam “acagaçados” quando entram na escola umas rascas “unhas de gel” – que nem pelo ensino secundário passaram – a dar ordens a quem rompeu os fundilhos nos bancos da Universidade.

      Fora dos sindicatos, com os meios que existem em termos de comunicação, não seria possível gerar-se um movimento que alastrasse a todas as escolas e metesse “isto” na ordem.

      Embora noutro registo, vem-me à lembrança o 15 M, em Espanha. Fez, por estes dias, 10 anos.

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  4. No meu agrupamento acontece o mesmo. Pretendem tantas horas num ano como a lei num escalão – 50 horas.
    Há pessoal que se dedica à papar formações. A médio/longo prazo vamos ter problemas sérios. Os políticos dirão – se esta malta faz 50 horas num ano vamos fazer lei dessa situação. E passará a obrigatório.

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  5. Mas está tudo parvo?

    A lei geral não se impõe ao regulamento da escola?????

    O CP dessa escola existe? Os sindicatos e associações de professores existem?

    Bemmmm … Cambada de MANSOS

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  6. Está na hora de recorrer à iniciativa legislativa do cidadão, a Lei n.​º 17/2003, de 4 de junho que veio regulamentar o direito de iniciativa legislativa previsto no artigo 167.º da Constituição, permitindo a grupos de cidadãos eleitores apresentar projetos de lei e participar no procedimento legislativo a que derem origem.

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  7. Falta dizer que muitas dessas horas de formação podem ser de formação interna, dada sempre pelos mesmos 4 ou 5 que gostam de orbitar à volta do Sr diretor. E que até aprender a mexer no programa dos sumários conta como formação interna, dada uma vez mas pelos tais amigos. Finalmente, marcam-se reuniões obrigatórias, com convocatória, para ouvir alguém a espalhar a palavra do senhor, e conta mais umas horas de formação. E aí de quem não as fizer!

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    1. Paulo Guinote, pois….
      E não é só esta questão da formação… Há muito mais “ilegalidades” no que respeita à ADD: desde colegas do 2° ciclo a avaliarem os de 3°, passando pela obrigatoriedade do Projeto Docente para contratados havia muito a dizer….
      E a presença deste senhor nos Cts de final de ano onde durante horas são analisadis os níveis negativos propostos?
      E a completa subversão das listas de colocação de professores em nome dos PIP?
      Tanta coisa havia para dizer… E não é por acaso que este post tem mais comentários aqui no blogue do que no Facebook…..

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