Ainda O “Cansaço” Com A Pandemia

Se fosse numa guerra a sério, esta malta era capaz de ficar cansada de usar capacetes e de ter de carregar mochilas com comida e equipamento. Que cambada de pés-de-salsa que ficam com as “liberdades” todas eriçadas por causa de uma máscara e de não poderem andar a conviver à vontade à hora da bica, do chá e da ginjinha ou na naite. Pior mesmo só se ficarem com a petizada em casa. Phosga-se, que se perdeu completamente a noção das proporções.

Olhem, realmente a primeira vaga da Peste Negra foi relativamente rápida (a chatice é que matava que se fartava) e a “gripe espanhola” bateu “só” 2 anos, mas levou por cá quase 100.000 alminhas. Se não querem vacinas, nem usar máscaras em nome da “liberdade”, peçam o DeLorean ao doutor Emmett Brown e pisguem-se daqui para 1918.

13 opiniões sobre “Ainda O “Cansaço” Com A Pandemia

      1. Viste 2019 no gráfico? 10 anos!!!

        Não houve qualquer aumento de camas, quando muito houve conversão pontual de enfermarias em UCI. Na verdade tem havido redução contínua desde há décadas do número de camas.

        Além de menor ocupação total, também cada doente esteve menos tempo no hospital.

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  1. O problema é mesmo a petizada. Não fora isso e o pessoal até ia p’rás docas de escafandro e p’rá bola de capacete integral.
    Tudo menos putos que p’ra isso é cá professores.

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  2. Lamentavelmente este seu post é tão acéfalo e tão estranhamente diferente das publicações que por aqui nos oferece. Dizendo o mesmo, podia ao menos revelar um pouco mais de inteligência. Tenho pena, porque gosto de o ler.

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    1. Acontece aos melhores.
      Mas, no fundo, eu não sou lá muito inteligente, apenas finjo.
      Mas quem escreve “Dizendo o mesmo, podia ao menos revelar um pouco mais de inteligência” revela um estádio superior de sofisticação intelectual.

      Olhe, José, já passou o tempo em que me apetecia escrever sobre este tema de forma “céfala”.
      😉

      (mas desculpe alguma coisinha se o andei para 1918…)

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    2. O maior cego é aquele que não quer ver. Negar o que está a acontecer é sinal da mais mesquinha estupidez. Vá até um hospital, seja voluntário e depois falamos.

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  3. Afinal sempre havia um chip nesta história.

    A Swedish company has sparked debate after showcasing a microchip that can be implanted under the skin and scanned as proof of one’s Covid-19 vaccination status.
    The microchip technology was developed by Stockholm-based startup Epicenter. The tiny chip stores a Covid-19 vaccine passport the likes of which are increasingly being mandated across the globe. It can be read by a device using a near-field communication protocol – the same tech used by credit cards and other digital payment systems.

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  4. Claro que o Paulo tem toda a razão! Quem não está cansado!? Mas, é necessário pôr as coisas em perspetiva e não venham com ideias fantasiosas que isto é como se fosse uma gripe, porque para muitos não é! É só visitar alguns hospitais, atualmente, e são autênticos cenários de guerra. Não nomeio para não ferir susceptibilidades…. Só não se vê mais, porque a comunicação social é controlada e ainda, por cima, vêm aí eleições.

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