Karamba, Logo Pela Manhã!

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Fear the Walking Dead

É já esta terça-feira que os ex-dirigentes de vários países se juntam numa conferência para discutir a educação inclusiva como motor para a resolução dos problemas maiores de ordem mundial nas sociedades contemporâneas. O evento decorre até dia 17 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

De antigos líderes mundiais a internacionais. Jorge Sampaio, Cavaco Silva, Durão Barroso e António Guterres ocupam o primeiro painel do ciclo de conferências sobre o papel transformador da educação na construção de sociedades partilhadas. Aníbal Cavaco Silva, Felipe González, ex-primeiro ministro espanhol, e José Ramos Horta, ex-presidente de Timor-Leste, são alguns outros nomes que marcam presença na conferência “Education for Shared Services policy Dialogue”.

É através da experiência de liderança dos antigos chefes de estado democráticos que se irá debater e tentar delinear um projeto de educação mundial, com base em três pilares principais: educação inclusiva para migrantes e refugiados, educação para prevenir e combater o extremismo violento e, por último, a resiliência digital para uma sociedade multicultural.

Thriller

Conversas em Família

Sérgio Figueiredo contrata Miguel Sousa Tavares para comentar na TVI, Como cereja é-lhe oferecida a condução do jornal das 8 às 2ªs feiras. Na primeira emissão, a comentar o OE para 2019 MST convida Sérgio Figueiredo para comentar com ele o tema. Ambos acham que um orçamento com 0,2% de défice previsto é “imprudente” (SF) e que beneficia pensionistas e funcionários públicos (em coro).

Mas, claro, ele não podia deixar os professores sem a dose de bílis que o faz mover.

stop-the-press

 

Gosto Muito Do Amadora BD

Podia ter transcrito toda a peça do Amadora Cidade (página do fbook). Reconheço que esta “nova geração” de directores me diverte pela forma como se expressa em valências de intervenção e disparidades de naturalidades. E que sabe reconhecer “um espaço de construção muito grande” quando o vê.

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Quanto ao futuro da Amadora, como cidade “tem um espaço de construção muito grande. Tem um potencial humano vastíssimo, muito forte”, reiterou.
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Por isso, o grande “desafio” está em “trabalharmos para nós próprios”, fazer valorizar e crescer essa imagem de “fazer parte do município da Amadora, no sentido de que é uma marca de identidade”, explicou defendendo a ideia.
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O fato de ser uma cidade onde a “disparidade de naturalidades é muito grande”, isso enriquece o território.Não temos uma costa maravilhosa, mas nós temos uma estrutura de município que está a querer crescer com o seu capital e valor humano. Tenho esperança e crença de que este investimento quer das escolas, principalmente da autarquia, comparativamente a outros municípios do qual tenho proximidade, irá representar no amanhã, um reconhecimento do que serão as pessoas, com marca do município da Amadora. Que irão ocupar posições, que irão estar em momentos decisivos e, em que o município poderá retirar o contributo que fez, no aspeto educativo para as pessoas que o envolvem”, concluiu.
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O Diretor partilhou uma visão muito própria sobre o futuro da cidade: vê a Amadora a tornar-se uma “cidade transformada, uma cidade reconquistada, uma cidade revitalizada“. Está ciente que ainda há muito trabalho a desenvolver, até mesmo na “componente social”, mas nas “conquistas” diárias tem na sua ideia, ver a cidade a tornar-se “cada vez mais jovem e pluridimensional e pluricultural, no sentido do reconhecimento do que é o seu trabalho, o seu esforço e que é a mais-valia das pessoas que estão com ela”.
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É por causa das pessoas, da proximidade e pelo fato de ser um território pequeno onde se desloca facilmente de um ponto para outro ponto da cidade, que Bruno Santos demonstrou que está atraído pela Amadora: atrai-me cá estar. É diferente do município de Lisboa que é megalómano com múltiplas valências de intervenção”.
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(alguém me explica o que quer dizer que foi “nomeado para integrar a Presidência do consórcio do Agrupamento de Escolas Azevedo Neves e homologado como Diretor em julho de 2018″?)

A Aposta De Alguns Operacionais Revisionistas Da Carreira

É apostar na divisão e seduzir alguns com uma proposta de revisão que os beneficie (como aquele que anda aqui pelos comentários a clamar contra a carreira única), para depois aplicar uma revisão que introduza ainda mais mecanismos de estrangulamento na progressão e reduza o número de escalões, aumentando o período de cada um. É uma proposta com anos, que acolhe apoios em mais “quadrantes do que parece”. Do tipo 6 escalões com 7 anos, havendo limites à passagem do 3º para o 4º e do 5º para o 6º.

Ora… isso mantém uma (espécie) de carreira única, apenas torna a sua escalada praticamente impossível, excepto para quem tiver regimes de avaliação “especiais”. Agora há dois desses regimes que são óbvios.

A estratégia é mesmo apostar em ressentimentos para obter apoios à revisão e depois lixar a todos com força. Um pouco como se tem passado em quase tudo o que se relaciona com os professores que estão na carreira há 15-25 ou mais anos.

Há anos que defendo uma carreira plural, mas com diferenciação funcional, com uma progressão paralela – sem quotas artificiais – para quem opte por especializações em gestão escolar, bibliotecas, apoios educativos (num modelo diferente do actual) ou mesmo em apoio jurídico. Ah… mas sempre com a obrigação de dar aulas nem que seja a uma turma.

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