E Por Falar Em Catalogações

Estou a observar dois processos de indeferimento de pedido de aposentação por incapacidade. É absolutamente vergonhoso. Não vou entrar por agora em outros detalhes. Apenas pela forma como @s colegas são observados “objectivamente”. O que é “normal”? Quem define isso?

Junta

Isto parece-me indigno.

9 thoughts on “E Por Falar Em Catalogações

  1. Alguém que defina urgentemente um Perfil do Médico à Saída da Licenciatura, doravante designado PMSL, para que os mesmos, em tempo algum, elaborem documentos com esta tecnicidade estonteante ou admitam proceder ao seu preenchimento!

    1. PMSL ?
      Trata-se sim de “médicos ” que estão ali para ganhar uns míseros tostões.
      Cumprem ordens superiores ,cotas e que não se respeitam enquanto profissionais ,nem respeitam os doentes .
      Cobram,ganham uns tostões …e é apenas esse o seu papel .
      É triste !
      Muito triste !

  2. Passa-se o mesmo quando encontramos alguém conhecid@ que sabe que estamos de baixa e logo diz: “- Estás com ótimo aspeto!”
    Pois, o pior é que o aspeto não é tudo! Quem se submete a este processo, não se sente em condições para continuar a trabalhar dada a efetiva falta de saúde, física, mental ou ambas. E não precisa de se apresentar como um/a maltrapilh@! Às tantas acontece o mesmo com quem realiza as juntas médicas da CGA, independentemente de outros “objetivos” que tenham de atingir! Vão pelo aspeto e quem se lixa é @ doente!

      1. E isto depois de uma exigente junta médica para o acesso à profissão.
        Pessoalmente, foi muito bom para mim ficar a saber, há uns trinta e tal anos, que não tinha tuberculose. Isto com um comprovativo e tudo! Ui, ui… Robustez física: chek
        Com esse espetacular documento na ponta das unhacas fizeram-me uma consulta de robustez psíquica. A coisa foi, mais ou menos, assim:
        – Atãooooo, tem algum problema psicológico? Hum? Sente-se bem? Ouve vozes? Está maluco?
        – Doutor… sei lá. Olhe, às vezes penso que sim…
        – Eh, pá! Tá bom! Isso também eu penso que estou doido. Isso é normal.
        E pimba: lá vou atirado às feras. Vá lá… Não tem corrido mal.
        Agora, quando for para a reforma, já sei. De sandálias e enrolado numa manta, comerei todas as rosas do hall do centro médico. Quando me perguntarem se me sinto bem, direi que sim. Quando me perguntarem se acho normal o meu comportamento, direi, esfusiante, que ‘claro, claro que é normal’.
        Se calhar a estar de serviço o médico que me atribui o diagnóstico será:
        – Sente-se bem? Ehhh, pá! Você tá, mazé co’os c@rn@s todos f@@@@@s.

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