Limpezas de Verão – 3

Eu sabia que isto tinha de ficar por perto… em Educação, nenhuma publicação se perde, todas se reutilizam. Passaram 14 anos, mas isto é tudo muito actual e inovador.

As grelhas que isto tem… rai’s parta que não é material digital editável… mas deve estar quase certamente a chegar por aí uma nova geração destas publicações e eu vou gostar de ver as autorias.

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4 thoughts on “Limpezas de Verão – 3

  1. Tenho-me deliciado com a sucessão de FACTOS velhinhos que o Paulo tem tirado do armário e exposto continuamente desmontando assim, com argumentos factuais, as falácias, velhos deslumbramentos e velhas jogadas deste ME.
    Só não fui comentando pois detesto escrever no telemóvel…
    E, não sendo especificamente sobre o post actual, deixo aqui (pela razão acima exposta) comentário que fiz no blog do António a propósito da “historieta” das tais aprendizagens essenciais e da sucessāo incansável de documentos que nunca revogam nada… :
    Não revogar nada é uma “acção estratégica orientada para o perfil” do ME – assim, a redução da exigência e da qualidade, será sempre imputada às escolas e aos professores, NUNCA ao ministério que de tão bom que é produz incontáveis documentos “orientadores”, formações a jeito e a contento da mediocridade da banha-da-cobra e dos formadores que a tal se prestam (e, há-os sempre, em todos os lugares), equipas de proximidade (descentralizadas, desconcentradas, municipalizadas, parcerias variadas… e com finalidades diversificadas… aí estão novas políticas de emprego… ), plataformas,… ( para estas coisas há sempre dinheiro) …
    Eh, pá, estúpidos são os professores.
    MAS, ADIANTE…Fui espreitar e apenas vejo tudo enunciado e quase nada disponível ( 3 C e Sec); da minha disciplina, nada!
    Espreitei as de CFQ e MAT… conceptualmente, nada de novo… todo aquele discurso é miserável se espremido; se aquela gente dá ou deu aulas a este nível de ensino, não duvido que,hoje, se sintam uns inúteis pois só agora parecem ter descoberto a pólvora e com ela funções cognitivas e de aprendizagem como memorização, pesquisa, reflexão, comparação, análise, problematização, debate, criação, rigor, contextualização, aplicação a situações do quotidiano, organização, discussão, apresentação,…, e por aí adiante…
    Esta gente, que desgoverna a ESCOLA tem no sistema de ensino (ao contrário do que desejariam) uma larga predominância de professores que se licenciaram em áreas científicas específicas, com muito tempo de serviço, anos de reformas contínuas e com memória ( acredito que a maioria) – MEMÓRIA…
    …vende-se velho por novo, das duas uma, ou a gente nova, recém formada e inexperiente ou, então, a quem o travestido possa servir finalidade pessoal.
    Olhar para a colunazinha das
    “AÇÕES ESTRATÉGICAS DE ENSINO ORIENTADAS PARA O PERFIL DOS ALUNOS” ė de gritos e para os mais comedidos, é de ir às lágrimas.
    Quando a Memória se perde, os grandes prejudicados são o Todo,
    o Colectivo, o Bem Comum.
    Na educação e no resto

    Acrescento, para finalizar este comentário um agradecimento ao Paulo pela persistência e capacidade de manter a Factualidade e a Actualidade da
    MEMÓRIA (que permanece viva dentro de muitos de nós). E, agradeço também, o fundamental contributo, para aqueles que quiserem saber, ler e pensar, não serem tomados por lorpas (prática habitual do Poder – seja a que nível for – neste “cantinho à beira-mar plantado”).

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