Sábado

É muito interessante a DGEstE aconselhar “ponderação sobre a oportunidade e conveniência de se realizarem visitas de estudo e outras deslocações ao estrangeiro, em particular a países ou a zonas com maior incidência de casos de infeção, mas veicular a recomendação da DGS em que se considera que para as “crianças, jovens e adultos que regressem de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus (…) não existe recomendação para evicção escolar ou profissional, ou necessidade de isolamento”.

Parvo

10 thoughts on “Sábado

  1. A culpa das idas e vindas de zonas de risco do covid 19… será sempre das pessoas e nunca do estado.
    Se forem de escolas a culpa vai cair em cima dos diretores de turma….
    ….no final tudo corre mal….mesmo a continuidade dos buracos bancários que a grande culpa é dos tugas….
    Não há máscaras nas farmácias, não há planos de contingência….no dia que ocorrerem casos graves neste retângulo….quem se lixara é o Zézinho….o resto estarão em amena cavaqueira, sem selfies, beijos e abraços…

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  2. As salas de aula são piores que centros comerciais para transmissão de vírus.

    Qual a dúvida desta gente?
    Querem prevenção, então quem vem de zonas infetadas no mínimo fica 15 dias em casa.
    A entidade empregadora redponsbiliza-se pela quarentena a todos os niveis senão ninguém fica isolado.

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  3. A recomendação da DGS é evitar o contacto físico, a proximidade, diminuir o contacto social, como forma de conter a disseminação do covid-19. Aliás, numa conferência de imprensa a diretora-geral de saúde recomendou evitar eventos que agrupassem muitas pessoas. Todavia, sendo a escola um espaço de contacto social privilegiado, com muita proximidade entre um grande grupo de pessoas, a DGS recomenda que continuem abertas e a funcionar. A DGs apenas recomendou que nas escolas suspendessem visitas a áreas afetadas, festas ou eventos que aglomerassem pessoas. Mas a escola é um espaço que aglomera pessoas em áreas pequenas como salas de aula, ginásios, sala de convivio, cantina, etc….
    As pessoas que estiverem em zonas afetadas é aconselhado que evitem o contacto social, o que implica faltarem ao trabalho. Mas de acordo com a legislação em vigor, para faltar têm de apresentar atestado médico por um período de vários dias, o que implica descontarem integralmente no salário os primeiros 3 dias e posteriormente 35% nos restantes dias; com o nível salarial neste país, pergunto qual a pessoa assintomática que vai apresentar esse atestado se não tiver outra fonte de rendimento que compense a perda…
    Não se pode censurar quem não o fizer porque tem as responsabilidades financeiras da sua vida a cumprir, que não querem saber de epidemias e têm de ser pagas. Portanto, cumpre ao governo suspender ou eliminar essa penalização estúpida e desumana, sob pena de estar a contribuir para a disseminação de uma doença., coisa que ele anda a divulgar querer evitar…

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  4. O governo diz para as empresas tomarem medidas e elas têm tomAdo no caso de empregados que vão a países de risco, 15 em casa. O governo nas suas “empresas” não age.
    Pq?

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