Parece Que Todos Os Anos Há Novo “One Shot”

Este vale 10 vezes o custo (num cálculo generoso) da recuperação total de tempo do serviço docente.

Mas entre césares, trigospereiras, galambas, porfírios, costas e centenos se arranjará uma explicação para termos sempre de pagar os desvarios de uma gestão política da CGD, com a respectiva opacidade em relação a credores e suas responsabilidades.

O défice de 2017 foi confirmado em menos de 1% mas sem o efeito da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos.

De acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto nacional de Estatística (INE) na notificação à União Europeia no quadro dos Procedimentos por Défices Excessivos, o INE mostra que o défice do ano passado foi de 0,9% do PIB.

A este valor tem que ser somado o impacto dos quase 4 mil milhões de euros na recapitalização da Caixa Geral de Depósito, um cheque ‘gordo’ que faz disparar o défice orçamental em dois pontos percentuais, passando a ser reportado à União Europeia para um défice de 3% do PIB.

Mas para o PCP a causa do dia é outra. Só ainda não vi o camarada Arménio nos directos televisivos, mas pode ter sido distracção. Embora, a bem dizer, a presença dele nos Restauradores ou no Rossio raramente sirva de grande coisa, mesmo em tempos de geringonça.

Eminem

 

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3 thoughts on “Parece Que Todos Os Anos Há Novo “One Shot”

  1. Julgo que não é preciso ser matemático para perceber que 4 mil milhões de euros chegariam para repor justiça em diversas ‘carreiras’ públicas por um bom tempo. Aliás, uma quantia com estes valores daria ainda para intervir de forma séria no setor da saúde.
    O Sr. Guterres diria: ” é só fazer as contas”. 😉

    Até entendo a importância de manter a ‘saúde’ no ‘sistema bancário público’, mas o fenómeno alastrou-se ao privado sem qualquer pejo, para não dizer outra coisa… Isso aí já o meu entendimento não consegue alcançar.
    É claro que, quando o desgoverno e o compadrio encabeçam as vontades dos que ‘trabalham’ pela ”res publica”, quem pede justiça é inimigo da pátria, desculpem, do equilíbrio das finanças públicas.

    Não me recordo de ter ouvido, visto ou lido onde quer que fosse que os responsáveis pelo buraco atómico nas contas da CGD (gestores/banqueiros, políticos e até empresários) estivessem a penitenciar-se em Guantánamo.

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